Poemas quando eu me Amei de Verdade
E faltava alguma coisa que ela não sabia o que era...
...Como se fosse uma sede infinita, uma fome voraz por auto-conhecimento, uma vontade absurda de sorrir, de amar...Enfim, de viver!
A inveja é tão vil e vergonhosa que ninguém se atreve a confessá-la, assim como uma pessoa orgulhosa e humildade pode ser comparada a uma mentira, pois é algo ridículo.
Não quero que você me diga onde tenho de ir. Mais por favor, não me deixa caminhar em lugares errôneos.
Valei-me, Deus, e agora? Soou gritante aquele coração aflito e aquela mente perturbada... Mas ele nada respondeu!
O tempo me ensinou coisas surpreendentes... Aprendi que tudo se supera, que toda dor tem um fim, e que nada, nada é eterno.
Nadar contra a maré
importa? E muito!É arte, é destreza, faz parte. Se não der para ir ao sabor da correnteza, invente!"
Sem dedicação, não há vitória; sem sacrifício, não há recompensa. A dor é passageira, mas a glória é eterna!
Perdeu a conta de quanto, de como, de quais. Não quis saber os meios ou fins. Estava já por demais cansado dos fins. Lutou com afinco, mas desistiu. Não soube explicar, cessou, morreu. Chegara à exaustão da espera pelo que não vem, pelo que não é, não há, nem jamais será, seria ou foi. Havia se deixado levar, no entanto, sabia que deixou e levou também. Pensou para garantir, mas desta vez se permitiu sentir antes. Nem mais uma palavra, nem um dia, nem mais uma gota, nada.
Sigo tentando me convencer que o não teve inicio nem fim simplesmente não existiu, e sou tão quase boa na argumentação quanto na arte da negação.
Não busco amores em pessoas busco amores em meu coração para que possa compartilhar aquilo que seja verdadeiro é não uma ficção.
As obras editadas pelo Racionalismo Cristão contêm o que o leitor necessita para se esclarecer e encontrar o caminho a seguir, embora a estrada da vida seja repleta de dificuldades e de becos sem saída.
“As coisas mais belas do mundo são ditadas pela loucura da paixão e escritas pela razão do coração.”
Amo esta coisa que é hoje estar do lado irreal, o fim que há nisso, o meu dever de compreender o incompreensível.
