Poemas quando eu me Amei de Verdade
...Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido... Você realmente tem perdoado os seus semelhantes?
O problema do mundo contemporâneo é que existem muitas pessoas normais e poucas pessoas loucas. Prefiro viver como louco em um mundo maluco, do que viver como cópia em uma sociedade de padrão.
A saudade nos decora. Ela nos faz mais bonitos. Mais tranquilos em nosso caminhar. É ela que nos faz sentar frente a um por de sol qualquer. E só naquele momento nos faz não pensar no que está além do horizonte. E é estranho como apesar de fitá-lo, olhamos na verdade o passado e em como seguiremos em frente sem ter mais o que agora nos é tão caro.
Perdoe como você gostaria de ser perdoado, ame como você gostaria de ser amado, faça somente o que você gostaria que fizessem com você!!!
A FORMA MAIS EGOISTA DE VIVER A VIDA E QUERER FAZER DO TEMPO UM ALIADO PARA BUSCAR O ENREQUECIMENTO.
A FELICIDADE NASCE NAS SITUAÇÕES MAIS INESPERADAS E A INFELICIDADE NASCE NAS SITUAÇÕES MAIS PREVISIVEIS POSSÍVEL.
Algumas vezes, precisamos nos calar, engolir nosso orgulho e aceitar que estamos errados. E isso não é desistir. É crescer.
Às vezes o verdadeiro valor de uma fotografia não está em sua qualidade técnica, e sim na importância que ela tem para quem a admira.
As vezes a gente se desespera com coisas tão bobas e pequenas, que ofuscam o caminho que ainda temos que traçar, para atingir os nossos objetivos.
Seus filhos, como todos os filhos do amor, teriam por herança a maravilhosa beleza da mãe, presente tantas vezes fatal, quando a miséria o acompanha.
Bebendo longos tragos da taça da ciência, da poesia, com elas se inebriando para esquecer as desventuras da vida da província.
Queria mandar e tinha de obedecer. Entre obedecer a caprichos grosseiros, a espíritos sem indulgência para com seus gostos, e fugir com um amante que lhe agradasse, ela não teria hesitado.
Existem, com efeito, certas sensações incompreendidas que devem ser guardadas em nós mesmos. Certamente que um pôr-de-sol é um grande poema, mas não será ridículo para uma mulher descrevê-lo com palavras grandiloquentes diante de criaturas materialistas?
Para ela tudo era sublime, extraordinário, estranho, divino, maravilhoso. Animava-se, se encolerizava, se abatia, alcandorava-se, e quer olhando o céu ou a terra, seus olhos se enchiam de lágrimas. Gastava a vida em perpétuas admirações e se consumia em estranhos desdéns.
Não havia ao seu redor homem algum que lhe pudesse inspirar uma dessas loucuras as quais se entregam às mulheres impelidas pelo desespero que lhes causava a vida sem finalidade, sem acontecimentos, sem interesses.
A dor depôs sobre a fisionomia dessa mulher um véu de tristeza, uma nuvem que não se dissipou se não na idade terrível em que a mulher começa a lamentar os anos passados sem os haver gozado, em que vê suas rosas fanarem, em que os desejos de amor renascem na ânsia de prolongar as últimas esperanças da juventude.
Permaneceu ereta e forte como uma árvore que houvesse suportado o golpe de um raio sem ser abatida. Sua dignidade se elevou, sua realeza a fez preciosa e quinta-essenciada. Como todos que se deixam adorar por quaisquer cortesãos, ela imperava com os seus defeitos.
