Poemas Pequenos de Beleza
Amor é generalidade de quem ama.
São tantas festas para te querer e sentir o quanto é bom te amar, momentos são você em um mundo terreno, és tu a mulher mais linda dentre todas as mulheres, que me inspira amar e me da o gosto de vivermos em universalidade de nós.
Olho o mundo, me construo, e
me descontruo a cada momento,
tenho a impressão, de estar tudo fora de ordem e de lugar. Ah! Eu sou meio que perfeccionista, que tenta a meu modo e
de meu jeito, consertar as coisa de
meu pequeno e conflitante mundo.
Quinta e sexta-feira!
Peço perdões desavergonhados.
Mas é na noite de sábado.
O momento dos enamorados.
Mecanismo do tempo
Quero de volta, todas as voltas do tempo em que passei, pois é preciso olear as engrenagens para um novo tempo de continuar viver.
Sabe aquele sonho
que se sonha
e não se lembra de quase nada?
Tive um essa noite.
E de todo o sonho,
só me lembro de uma coisa:
Você, amada.
Pra você,
vou contar o meu segredo
que tem fundamento.
A parte do inverno que mais gosto:
é a dos seus braços e abraços.
Onde me aconchego e me esquento!
Obscuridade
No silêncio
ouço o meu grito
uma folha amarela
cai devagar
a verde tem vida
nas manhãs
quanto o sol aparece
ainda existe o amarela
a noite desaparece
a lua cheia
brilha a folha verde
a dor ficou amarela
@zeni.poeta
Desconecto
caminhar
dentro e fora
dois mundos
Um
transfigurado em trapos
o outro
sorrisos
onde residi
o equilíbrio?
quando meu corpo
é estrangeiro de mim
@zeni.poeta
Desatino
Dias vazios
janela fechada
abismo
inunda
noites
passado
presente
cravado
em almas
@zeni.poeta
Meu mar
Tenho
força do mar
navego longe
na direção do vento
e na profundeza
do silêncio
de encontro
com minha essência
faço escolhas
busco sonhos
navego
livre da tempestade
onde repousa sossego
@zeni.poeta
Existem pessoas que adoram criticar e julgar
a falha dos outros, mas no entanto esquecem
de policiar, os seus próprios atos, e atitudes.
CAMINHOS NOS PERGAMINHOS
Estradas...
Caminhos...
Calçadas...
ou
Calçadas...
Estradas...
Caminhos...
Ou
Passadas
silenciadas
nos pergaminhos
da estrada,
nas calçadas,
nos caminhos.
A vida é só mesmo uma pausa
para alguns comerciais...
Talvez dois ou três. Não mais que isso.
no intervalo pode-se olhar as flores,
o por -do- sol,
o arco-íris, a estrela d'alva.
O espelho onde reflete a face de alguém
e somente esse alguém pode saber o porquê
passou por aqui.
Escrevo para não morrer...
De amor, de saudade.
Para não morrer de tédio.
Escrever é meu remédio
Para uma não-fatalidade.
AMAR
Eu quero amar perdidamente
Amar só por amar, aqui... além...
Mais este, aquele outro, toda gente
Amar, amar, e não amar ninguém.
Recordar? Esquecer? Indiferente...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disse que se pode amar alguém
Se a vida toda é porque mente.
