Poemas Pequenos de Beleza
“Às vezes me pergunto, porque só percebemos que amamos verdadeiramente alguém quando esse alguém vai embora?
O amor, no sentido verdadeiro da palavra, nunca deveria permitir isto acontecer!”(Erika)
Pode se usar muitas verdades para justificar uma verdade, mais se pode usar muitas verdades também para se justificar uma mentira
As portas do sucesso, são iguais as portas de uma prisão perpétua... uma vez que estão abertas aproveite, pois quando elas se fecham, ADEUS.
Se hoje eu choro, saiba que minhas lagrimas não são conpostas por agua, e sim por sangue, do qual escorre através de meus olhos,do meu coração rasgado no meio.
Quantas vezes teve de sofrer, quantas lágrimas teve que derramar, para enfim aprender, que só errando lições para a vida podemos levar.
Difícil, não é? Esse negócio de olhar para trás. Relembrar tantas coisas, tantos momento, e claro, tantas e tantas pessoas. Tudo se foi, como uma chuva forte porém, passageira.
Hora de deixar ir. Deixar ir o sofrimento. Deixar ir o passado. Deixar ir algumas pessoas. Hora de se desapegar, quem sabe daquele velho livro? Que você não lê, mas faz questão de guardar.
Coração humano tem destas coisas, gosta de abrigar sentimentos e até que aprenda (em tese) a reciclá-los, nos coloca em alguma roubada".
Se esconde em panos falsos, para esconder não só o que sente, mas também a verdadeira imagem de nada mais, nada menos, que si mesma.
"Minha história sozinho é só uma história, mas a história que compartilhei com quem me cerca é a minha vida!"
"Compartilhe seu segredo de felicidade com seus amigos. Ter amigos felizes fará você ser muito mais feliz!"
Eu me questiono, como posso confiar no único ser que fabrica roupas para não ficar "nu", que tem que vestir roupas. O ser humano é um bicho mascarado, possuidor da maldade e da bondade. E não há como fugir disso.
No dia que eu percebi que eu era diferente, relaxei. Eu relaxei porque eu sou a minha vida. Eu sou a vida em mim. Eu me levo no meu corpo e meu corpo me leva. Então relaxei.
Difícil abrir mão de certos "sapatos", principalmente aqueles viciosos, que não se atrevem a buscar novos caminhos.
Um dia, rotos e desvalidos os largamos enfim, e nossos pés, livres para novos "calçados", aventuram-se".
