Poemas Pequenos de Beleza
O ideal é como o fogo em que se transfunde, no forno alquímico da alma, o egoísmo em altruísmo, a paixão reflexa em ação refletida.
O ideal é o caminho pelo qual as aspirações individuais de felicidade distribuem-se nos sulcos já abertos da realidade exterior, saem da redoma do sonho e ganham um corpo no cenário maior dos fatos e das coisas.
Cansei dos belos rostos, do status, das roupas caras, quero algo além disso, porque, quando me encontro comigo mesmo, preciso me despir das minhas roupas caras, o status não faz diferença e a face da solidão é feia.
O ideal é a medida efetiva do tempo existencial, o padrão de intensidade e profundidade da significação dos momentos. Sem ideal, os instantes e os lugares se homogeneízam na massa do indiferente, após a breve excitação casual que os torna interessantes.
O ideal é a coluna mestra e a força da personalidade. Traí-lo ou esquecê-lo é entregar-se, de ossos quebrados, nas mãos da contingência e do absurdo.
Não há pessoa de espírito mais forte do que aquela que dispõe, incondicional e deliberadamente, seu tempo, sua atenção e ajuda àqueles que necessitam. São pessoas em que o amor, a humildade e o trabalho são os pilares de seu caráter.
Encarado psicologicamente ou teologicamente, o ideal de perfeição humana sugerida pela imagem do divino é a meta obrigatória e universal da existência humana sobre a terra, e a perda deste ideal é, segundo [Paul] Diel, a causa das neuroses.
Interpretar cada opinião pessoal minha como se fosse instrução disciplinar dada a um grupo militante é coisa de gente que, na cabeça, só tem mesmo discurso militante.
A inversão banalizante só pode ocorrer mediante uma mutação súbita, longamente preparada no subconsciente. [...] Quebram-se, assim, inúmeras cadeias de reflexos condicionados que constituíam a base subconsciente do comportamento, e o homem se vê num estado de indeslindável confusão.
De tanto que reinventaram “fundamentos” ao longo dos anos, nem mesmo o Òrìsà está reconhecendo mais o seu culto.
Há mais sociologia em Balzac e mais ciência política em Dostoiévski do que em todas as faculdades de ciências sociais do mundo.
Só depois de renunciar a qualquer rancor, que é um dos grandes inimigos interiores, é que o homem encontra a alegria de viver.
Todos precisam de abraço, beijo, empatia. Dentro de todos há um universo que quer ser explorado e amado.
Desde que o início do mundo,anto a esquerda quanto a direita sempre lutaram pelo poder,alegando uma causa da coletividade,mas na realidade ambas as classes querem atingir o ápice do poder e querem receber e benefícios próprios,numa total enganação à população !
As palavras são chaves, chaves que desbloqueiam portas, pensamentos, oportunidades... então pense bem antes de usar essa "chave".
