Poemas Pequenos de Beleza
A vida possui apenas dois caminhos: o da tragédia e o da comédia. Escolhi percorrer, com profunda reflexão, o caminho da comédia.
O amor não acaba como dizem alguns, mas..., se transforma, pois, começa em um nível, e deste nível para outro e para outro, sem jamais chegar a um fim, pois se chegar não é amor.
Os hábitos da juventudo voltam com mais força na velhice. Séchard confirmava essa lei moral: quanto mais envelhecia, mais gostava de beber.
A avareza, como o amor, tem o dom da vidência, quanto às contingências futuras, fareja-as e apressa-as.
Farto de beber na grosseira taça da miséria, estava ao ponto de tomar um desses partidos extremos aos quais nos decidimos aos vinte anos.
Os raios de sol que brincavam nas folhas da parreira acariciavam os dois poetas, envolvendo-os com sua luz como uma auréola.
Seu orgulho a preservou dos tristes amores da província. Era a nulidade dos homens que a cercava e o nada, uma mulher tão superior teve de preferir o nada. Tanto o casamento como a sociedade constituíam, assim, um mosteiro para ela. Vivia para a poesia, como a carmelita vive pela religião.
O Sr. du Châtelet era ainda dotado do talento de contemplar uma tapeçaria cujas flores tivessem sido começadas pela princesa; segurava com graça infinita as meadas de seda que ela enovelava, dizendo-lhe pequenos nadas em que a malícia se escondia sob gaze mais ou menos transparente.
Detalhes são importantes, notar o outro é essencial! Dizer ou não uma escolha... mas uma escolha que carrega o ônus de suas consequências.
A felicidade estava nas minhas mãos, presa, vibrando no ar as grandes asas de condor, ao passo que o caiporismo, semelhante a uma coruja, batia as suas na direção da noite e do silêncio...
