Poemas Pequenos de Beleza
Marcha ré
Tentei
Retentei
Re-retentei
Re-re-retentei
Re-re-re-retentei
Re-re-re-re-retentei...
Ainda não cheguei...
Minha vida está em marcha ré.
É que esqueci uma coisa lá atrás:
O meu futuro.
Navegante destemido
Eu não temo a morte
Eu não temo a vida
Tenho arte atrevida
Não posso negar
Eu sou homem de sorte
E eu vivo sem norte
Navego sozinho
Por todo lugar
Amor não é arte
Amor é triunfo
Amor não é parte
Amor é conjunto
O amor é desejo
O amor é brio
O amor é apego
O amor é cio
O amor é luz
O amor é escuro
O amor conduz
O amor é puro
E o amor é induz:
A algo maduro
Velozmente avança, sem pausas;
e, jamais, retrocede.
Tempo, quão precioso; inestimável é o seu valor!
Você me fez acreditar que podia ser diferente, mas agora vejo que tudo se repete novamente.
Burra fui eu que teimei em acreditar que a seu lado iria ficar.
Só me resta esperar e um novo amor encontrar.
Sigamos separados, mas com a certeza de que fomos entrelaçados.
Dizer o que, se meus olhos já gritam.
Transbordam de emoção
Algo inexplicável, verdadeiro
Que vem do coração.
Nossas vidas e sonhos
Estão em constante sintonia
Se entrega, vem pra mim
Vamos viver essa magia.
Algumas coisas realmente não são para se entender.
Tenho várias a dizer, porém não sei como e coragem me falta.
Sinto também que você já sabe, aliás, todo mundo já percebeu.
Os meus olhos gritam e meu corpo não nega.
Onde estás tu?
Olhar com intensidade
Procura desenfreada
Espera desesperada
Onde estás tu?
Que me fascina
Que me ensina
Que me alucina
Onde estás tu?
Desejo ardente
Beijo quente
Amor da gente.
Onde estás tu?
Pode ser que o jeito que a gente ama seja um tanto diferente, contudo existe uma certeza:
"Eu te amei ontem;
Eu te amo agora;
E vou continuar te amando, pra sempre."
De um jeito ou de outro, sempre existirá uma forma de amor.
Cada canto tem um pouco de você.
Cada lugar remete ao seu olhar.
Em cada pedaço de espaço busco a sua presença.
Minha amada e querida
Honrada e sentida
Ô cidade dividida
Em ser em minha vida
Um lugar de chegada e partida.
Os jovens que desistem de viver para não sofrer, são zumbis no vazio que criam em seu entorno.
...
..
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Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.
É do conhecimento das condições autênticas de nossa vida que é preciso tirar a força de viver e razões para agir.
A arte tem o dom de expiar pecados. Ela nos devolve a coragem no momento em que a fragilidade insiste em soprar em nossos ouvidos a frase da desistência, do abandono da luta.
Vamos pronunciar cuidados. Vamos nos envolver em abraços. Vamos viver o que chega assim, limpinho, sem apertar o peito
