Poemas Pequenos de Amor
Entre dissabores e amores veja: hasteio bandeiras.
E não são nanicas... Muito é o pano que as alimenta!
Entre nós e a cachaça há relações contundentes.
Entre nós, erguem-se desejos suaves e singelos, de carmesim mancha o mar.
Entres as formigas-picadeiras surgem forte dores, agudas sensações.
Que escalam a garganta e move as paixões, amores.
Minhas habilidades não podem se limitar à rotina.
E buzinar uma marginal poesia não retrata a mais autêntica rima...
Um jantar a dois; dois toques de ternura e paciência.
Nove taças de vinho apaixonado; dez... Nota dez para isso que pressinto.
Meio que penso que preciso de você, pra poder viver e parar de sobreviver. Aquela velha história de poder mostrar meu real ser e fazer valer cada hora, sem deixar o tempo se perder. No pior dos casos, utopia para toda a vida, sob nenhuma hipótese, distopia.
Fuja de pessoas que naturalmente te fazem se sentir criminado, quando na verdade elas têm culpa de tudo.
Vinho, Café e Licor… Não esqueça o sabor. Busco tanto amargor.
Que venha um Ser de papo faceiro, um leal cozinheiro, alguém que me dê ardor.
Poesia reflete vida – e desta natureza provém imperfeições várias.
Poesia é sina, e é certamente ir além dos reais limites da contextura e da mera moldura métrica.
Como é possível sentir se eufórico e, em simultâneo, com angústia e uma sensação de que seu vazio nunca será preenchido?
Quem dirige na contra mão tem que desviar sempre pra não colidir, da mesma forma quem dirige a vida na contra mão do mundo espiritual vive desviando do pecado, pois a colisão seja ela qual for, vai causar dano.
No mundo ainda existem pessoas capazes de amar, se você não acredita nisso é porque provavelmente você deixou de ser uma delas.
Todos os dias em todos os lugares eu estou sendo avaliado pelas pessoas que me rodeiam, estão sempre me observando. E eu me pergunto se algum deles consegue me ver de fato. Às vezes eu só queria ser notado e não apenas avaliado
