Poemas Pequenos de Amor
Será que o que senti foi amor? Na primeira oportunidade, o vendaval desbravou e devastou o que imaginei ser forte e abençoado. A sombra do abismo revelou apenas uma fantasia de paixão, já desgastada, vivida distante do verdadeiro amor.
Eu não menti ao não dizer que não te amo. Minha declaração é verdadeira: o amor ainda está em mim, mas o sentimento que um dia tive por você passou e já não faz mais parte de mim.
Grande amor, não me condene por não ser tua cobaia. Sei que o amor é forte, mas vencerei pela força da alma, não pela sorte.
Que vida é essa que vivemos? Um desapego distante do amor e da felicidade, noites vazias sem aconchego. Não há casal que resista a viver uma vida sem amor.
Não trago amor em festa, trago um respeito sereno — é pouco para quem deseja mar, mas é o que tenho.
Será que sou culpado por não amar você, o amor é fonte de alegria emoção constante eu não tenho alegria em está com você.
No amor não existe estratégia; o melhor é estar presente, perto, para continuar descobrindo a beleza natural dos sentimentos.
Eu não vou lamentar nem provocar lástima por todo o amor que te dei; cada atenção, cada carinho, foi entregue a você com um só propósito, mas não encontrou espaço em tua vida.
Não me cabe lamentar nem pedir piedade pelo amor que te dei; cada gesto de carinho foi sincero em seu propósito, mas não teve espaço em teu coração.
O amor genuíno não se veste de malícia nem de inocência: sua essência é a simplicidade, onde se esconde a força dos desejos.
Quer o meu abrigo nas horas frias, quer o meu corpo contra a tua solidão;
mas pedes o meu amor como quem pede calor — sem saber acolher o coração do outro.
Não quero repetir os erros de barganhar um amor que não me convém; quem experimentou a solidão não acalenta o sacrifício das cicatrizes abertas.
Não posso somar o amor às cicatrizes vividas; a vergonha esquecida será lembrança de um confronto mal interpretado, denunciando um amor enfurecido.
O teu amor é meu, e o meu olhar é teu. Nossas memórias vividas, palavras bem ditas, formam uma ponte de mãos unidas rumo à felicidade — com o amor de ontem, de hoje e de amanhã.
Ao nosso amor: o teu amor é meu, o meu amor é teu. Em nossas vidas cruzadas, em memórias vividas e palavras bem ditas, ergue-se uma ponte de mãos unidas rumo à felicidade — com o amor de ontem, de hoje e de amanhã.
O carinho, o amor e a atenção que você doa ao próximo carregam a tua presença. Certamente não serão esquecidos, pois quem conhece as tuas qualidades sempre levará parte de você.
A propósito, o que realmente é o amor — esse sentimento que tanto evocamos e do qual aprendemos a viver a essência da vida?
Talvez o amor seja a força que nos sustenta, o elo invisível que une o sentir ao existir.
O mundo se fez névoa; o amor se refugiou nos corações esquecidos, e o povo perdeu a força de procurá-lo.
