Poemas Pequenos de Amor
Tudo que for fazer, faça com amor, fé e dedicação. O reconhecimento virá com o tempo, não para fortalecer seu ego, mas para que as pessoas notem que você é uma pessoa cheia de luz e que Deus te usa de uma forma única!
As metáforas são uma coisa perigosa. Não se brinca com as metáforas. O amor pode nascer de uma simples metáfora.
Vocês têm alguém que os ama e estão estragando! E pelo quê? Quem manda mais? Isso não é amor! Amar é confiar em alguém ao ponto de contar o que incomoda. E é isso que iremos fazer.
Desejo e amor. Irmãos. Por vezes gêmeos; nunca, porém, gêmeos idênticos (univitelinos).
A beleza do amor que vivo com você não está nas palavras ditas. Está nos momentos inesquecíveis que vivemos.
A maioria das pessoas só gosta de poemas de amor, na maioria das vezes não correspondido. Sofrimento é um sentimento o qual as pessoas gostam de sentir.
Amor de irmão nunca acaba. A gente pode brigar, discutir, se bater, mas não tem como deixar de te amar! Pode contar sempre comigo! Os segredos? Não, eu não vou contar pra ninguém.
Você não merece esse amor, esses textos e esse tempo que perdi. Você não merece minha agonia, aflição ou até mesmo o meu jeito de falar o seu nome – que chega até ser enjoativo, de tão meloso. Não merece o meu amor expansivo e dolorido, nem a minha solidão.
Uma vez me falaram que o amor não existe, mas fui atrás e encontrei o caminho até você. E realmente percebi que não existe!!i
Pense no bem, faça o bem, acredite no amor... questione o que o sistema impoe, questione o que o inimigo impoe!
Meu amor não tenho palavras pra descrever o que sinto por você. Sorte que Deus inventou o dedo do meio.
Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.
Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.
...MaisAlgo que aprendi foi que diante do amor verdadeiro, não se desiste. Mesmo que essa pessoa implore que desista.
Isso é o que eu chamo de amor platônico: Duas pessoas se comendo com os olhos, com o pensamento. Fazendo nada valer a pena a partir do momento em que decidem nada fazer sobre.
Não existe amor perfeito, existe amor capaz. Amor capaz de fazer você se desprender de todos os seus medos.
O amor, devagarinho, esgarça o tecido que veste as nossas defesas e deixa a nossa alma toda de fora. Depois, sorri, encantado, diante da beleza singular da nossa nudez.
