Poemas para um Amigo Passando por Dificuldades
Romanos 5
Justificação pela fé e paz com Deus
( Is 32:17; Jo 16:33; Ef 2:14; Cl 1:20)
1. SENDO, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
( Jo 10:9; Ef 2:18; Hb 10:9; 1 Co 15:1)
2. Pelo qual, também, temos entrada, pela fé, a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.
(Mt 5:11; At 5:41; 2 Co 12:10; Fp 2:17; Tg 1:2-3,12; 1 Pe 3:14)
3. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
(Tg 1:12)
4. E a paciência a experiência, e a experiência a esperança;
(2 Co 1:22; Gl 4:6; Ef 1:13-14; Fp 1:20)
5. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações, pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Riqueza e Fraternidade
Há expressivos depósito de ouro nas organizações bancárias de todos os povos, e as nações continuam gemendo sob o guante da guerra.
Há toneladas de ouro no corpo ciclópico da terra, e, na crosta planetária, há quem chore nos braços constringentes da enfermidade e fome.
Há imensa quantidade de ouro no seio do oceano, e a dor abarca todos os continentes.
Há ouro nas casas nobres, e os pequenos castelos da ilusória felicidade humana padecem o assalto de extremas desilusões.
Há ouro nós templos de pedra, e os crentes da fé religiosa permanecem famintos de paz e consolação.
Há ouro na indumentária de sacerdotes e magistrados, de homens poderosos e de mulheres felizes, entretanto, os museus gelados aguardam essas peças preciosas que se movimentam no rumo do silêncio e da morte.
Acima do ouro, porém, reina o amor no coração humano, amor que sorri para infortunados e lhes renova o bom ânimo, que trabalha para o bem comum e preserva os tesouros da vida, que se sacrifica e acende imperecível para séculos inteiros, que se gasta em serviço aos semelhantes sem jamais consumir se...
Não esperei, portanto, pelo o ouro para fazer o bem.
Desenterra o talento do amor que jaz oculto em teu peito e tua existência brilhará para os homens por abençoado Sol de alegria e esperança.
Jesus não possuía uma caixa forte para exibir virtude, segurança e poder, mas alçando o próprio coração na cruz, em nome do amor, converteu-se na eterna mensagem de luz que redimirá o mundo inteiro.
Emanuel
Chico Xavier
UMA NOVA VIDA
"Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo"
(2º Coríntios 5:17)
Não há angústia, nem incerteza, nem desespero
ou depressão que resista quando Jesus entra na vida
e no coração daqueles que o aceitam.
Sua presença proporciona plenitude de alegria
mesmo diante das intempéries que assolam o
mundo em que vivemos.
Uma senhora idosa, costumava guardar em um local destacado, em sua cozinha, uma garrafa de bom whisky, para seu uso próprio e também para seus convidados.
Num certo dia ela teve um encontro com Jesus,
aceitando-o como Senhor e Salvador de sua vida.
Ao retornar à casa, a primeira coisa que enfrentou
foi a garrafa de bebida.
Olhando para ela, disse:
"Ó garrafa, eu e você temos vivido juntos há muito
tempo, mas agora Jesus entrou em minha casa".
E pegando a garrafa arremessou-a, através
da porta, de encontro ao muro no quintal.
"Que harmonia há entre Cristo e Belial?
ou que parte tem o crente com o incrédulo?"
(2º Coríntios 6:15)
O testemunho de uma vida transbordante de amor e paz vindas do Senhor fala mais alto e tem mais valor do que uma dúzia de sermões bem elaborados.
Deixe que o Espírito de Deus purifique sua vida e
livre-se de tudo que possa impedir a atuação plena
e constante do Senhor em prol de sua felicidade.
E se você ainda vive as incertezas desse mundo,
abra seu coração para o Salvador e experimente a
plenitude de uma vida abundante em Jesus Cristo!
Recebido do Ministério Para Refletir!
Pastor Paulo Roberto Barbosa
Permitida - e altamente recomendável - a distribuição
desse slide gratuitamente, para que todos possam ter a
oportunidade de conhecer a Deus e seu Filho Jesus Cristo
Colaboração enviada por: Paulo R. Benitas
Às vezes na vida de alguém
O amor demora a chegar
Mas não se preocupe...
Ele bateu na minha porta agora
E hoje eu sei, que ele sempre esteve ali.
ENFOQUE ESPIRITUAL DO SALMO 91 VERS. 1
"O que habita no esconderijo do altíssimo repousará à sombra do onipotente”:
O lugar secreto é sua própria mente, ninguém sabe o que você está pensando ou em que medita. Refugie-se com frequência no pensamento e contemple a Presença de Deus dentro de você. Fazendo isto várias vezes ao dia.
Repousar à sombra do Onipotente significa viver sob a ofuscante Presença de Deus e ser por Ela protegido. A palavra sombra é uma expressão oriental que indica segurança.
Onipotente é esta Presença que existe dentro de você é Toda-Poderosa. Nada a Ela se opõe nem A desafia, e quando você se une a Deus, dá-se conta de que para Deus tudo é possível. Todas as bênçãos da vida se destinam àqueles que têm por hábito alinhar-se com o Infinito, pedindo paz, harmonia, diretrizes e toda sua fidelidade, lealdade e devoção ao Deus Vivo que existe dentro de você, e todas as maravilhas acontecerão em sua vida.
Se ficar difícil, enfrente e quando se tornar fácil, agradeça.
Se nada mudar, invente, e quando mudar, entenda.
Se a tristeza rondar, alegre-se, e quando ficar alegre, contagie.
Se tiver que recomeçar, acredite, você consegue.
Tudo é possível pelo amor e pela fé.
Eu e o mar
O mar é vivo
Como eu
Tem a tudo
E nada é seu
Assim eu sou
Tenho a tudo
Não tenho amor
O amor é vivo eu também sou
Ele tem pulso
Eu tenho dor
Ele não tem coração
Eu não tenho amor
O mar é vivo
Não tem amor
Nem compaixão
Mas tem mistério
Eu sou sério
Sou abundante,inconstante,inseguro
Não tenho mistério
Tenho compaixão
Não tenho amor
Apenas... vivo.
NÃO PRECISA FINGIR
Não precisa fingir que o nós nunca existiu. Eu não consigo fingir.
Você até pode esquecer da minha existência, das nossas primeiras noites, dos nossos primeiros flertes, das primeiras apostas, dos primeiros segredos, das nossas marcações fofas um para o outro, dos nossos recados de bom dia, das minhas mensagens insistentes...
Eu continuarei te marcando, agora em vídeos tristes, só pra você lembrar que eu existi sim, pensarei em você antes de dormir, chorarei ouvindo as músicas que dediquei pra ti, negarei pra mim mesma que acabou, mesmo que você apague de suas memórias, mesmo que vc já tenha me superado, mesmo que pra você, eu nunca tenha existido. Eu existi.
Eu ainda amo o nós do passado, o que criamos e construimos. Não finja que nunca apareci na sua vida, não me mate dentro de você. Me julgue mas eu escolhi te esperar.
Talvez no fim, antes do mundo acabar, a gente conclua a nossa casa, realize nossos sonhos e tenha nossos filhos, talvez eu morra acreditando nisso...
Talvez eu consiga superar igual você. No fundo, bem lá no fundo eu vou morrer acreditando no "para sempre" que você me mandou...
*Sócrates*
Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.
Eu te pergunto, qual você prefere:
Superação...
Atitude de confiar em si próprio...
Decisão...
Transparência...
Firmeza...
Posicionamento...
Autoestima...
Objetividade...
Os sinos tocam as estações desabrocha o outono flor
Minha alma grita no estalar do amor
Sucumbido ao deleito cedo a oração que se converte em um reza repetitiva da sua volta...; dor
caminho na escoras da vida e no lamento cor dos meus ossos e folhas âmbar
As lagrimas no ecoar cair pesadas e no seu durar
As noites dopar meus olhos derrama na madrugada sem domar
queria dizer algo e sendo as palavras ditas o dever de depor e
datar a cura
Criar as esperanças certas pois citar a dor do coração neste chiado que cegado-me canto o cantar de banir a solidão que sempre estar á boiar
Bicar seus lábios e beber sua beleza
Banir sem bater na tristeza para lembrar da dor que é viver sem ti
esperar e atuar sem mentiras no palco da vida andar anuir meus sentimentos antes que arranque minha vida destas linhas que caminho e a vida novamente armar
E antes de tira das minhas veias o sangue e corre este amor, te você outra vez para sempre pois o pavor de não acertar o alvor
do oblíquo altar
emitir meus votos emanar o elixir do amor duradouro
elevar a felicidade e eleger minha rainha
ejetar tudo que te faz infeliz
educar meus modos editor e editar as palavras que
díspar e não duelar com suas emoções
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Rasgo meu coração em canção para entregá-lo a ti
O Amor valioso não pode se avaliado
Afogo me lentamente nas lagrimas arrastando as folhas do nosso tempo que assombra-me as estacões outono
A solidão mata me a noite mas embriago das lagrimas que vem conforta minha dor
Que este amor não me cegue mais não me siga
Sendo perseguido por este tormento-paixão
O meu olharei nas tulipas tão perfeitas a sua beleza
Vêm do fulgor das trevas habita rutilante no escuro
prazer nas cuvas da madrugada separada reina longe do amor
Farta de fadigas fragilidades tantas
Eu me faça a alma pequena
diminuta e tenra como só soem os ventos que me ignoram e minha vida não há leva... "lagrimas"
incalculável e a riqueza do grande amor que a doçura de um fel na sensata loucura nas chamas que não consome a alma e doí a carne
Meu coração amolece nas profundezas da alma
Infelizmente as riquezas do ouro abre todos caminhos mas a dor do tolo e fartar em exerço pois os vermes lambem o sepulcro de mármore marfim onde nada levamos daqui
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
No futuro...
Nas valquírias trovadas no instantes das tardes se findarem na cor alaranjada sangue as sombras me seguiram e o breu do céu comidos por mim
Nas asas dos querubins abitarei rasgando os céus
Nas finas canção nos tons mesmo ao som de tão pouca intercidades alimentarei da alquimia
Nas quedas da flores e folhas as pétalas firmará os nossos dias com essência e perfume no fresco da luz do amanhecer
Segurarei o firmamento nos dedos dos trovões e nos ecos a voz do criador e suas benças serão eternas
Hoje...
Se eu não morrer...
Arrastarei as sombras dos dias...
E levarei me vivo ate aquele dia dos eu regresso
Serei mas grato aos acordes da vida
E nas poesia e som das cansão serei mas atento
E se vejo hoje gritos dos pássaros em seu cantar e que a dor desanima no desespero e temor
Não mas esticarei a moite e as madrugadas estarei descansado em seus braços...
Viverei arrancarei da seiva deste amor os assucares do seus beijos
Agora...
Carrego a tarde nos ombros e sobre espinhos a luz do sol tão longe já escorregando na saliência do dia se findando morro lentamente...
A gastura da luz fere meus olhos mesmos as artificiais
O luar em seus brilhos não consigo ter outro sentimento se não a tristeza de não ter a ti
Sei que virá tão perto já a noite vem mas quem sorrir a espreita são as sombras...
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
As folhas secas cansadas elaboram a dor na cor pálidas seu pigmentos abandonaram na envergadura do tempo
Quero agarra a verdade e colocá-la entre seus olhos no fundo da alma mais como?
E mesmo assim se o livre-arbítrio da escolha você não será minha; há escolha tudo dela
Ando sobre o loops temporais caminho na combustão do sol me ergo no nascimentos das estrondosas supernovas ( estrelas ) e tudo se resume nas escolhas de cada um
Se a proteção sou eu por que não posso fundir-la a mim?
Por que os sonhos vem da bolha dos cosmos?
Amada ousar me uma vez mais conheço seus olhos e sinto o que você vê sem como desejas a paz nas partículas do ouro
mas conheço o tempo e ele me aceita vem comigo sobre as nuvens
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Sobre asas os pés voluptuosos tal chama e tal feitiço
Vênus na sua doçura esse imortal derriço... quero compor minha epopeia
oh por quem és flor ou mulher, chave do meu destino,
n'alma a névoa da apagada e vil tristeza,
Em meu poema de heroísmo e da sua beleza o fero canto ecoar na mente
Da estirpe que em perigos sublimados o dobrar do sino em um timbre agonizante de faz correr o pranto magoado tanto neste espanto
O meu destino dor de tossir bebendo o ar fino esmorecer e desejando tanto...o vil amor
Mas tu dormiste em paz os ventos beijou-te na boca...
E um lindo som de uma canção destroçava meu coração
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Eu sou água pelo solo a fluir a seu sombrio, pérfido e fino piso os olhares se acariciavam o tempo nosso entendimento
Nem pétalas se moviam sem nosso consentimento mesmo a gota de orvalho a deslizar pela folha permaneceu suspensa no ar aos uivos dos ventos...
Sublimarei cada palavra na euforia sentindo as mesmas vibrações escrevendo as minhas poesias
Escuto a voz da tristeza na melancolia dedilhando meu nome nas águas e jogada aos ventos a dor se desfaz no vazio
neutro os sonhos se desfaz sozinhos e sobre as nuvens vão desvaecendo
Nas correntes de ar você se perde pesamentos controla algo no estrito da sua lama não posso segurar
Salto para observar queria poder contar alguém mas o tempo me castiga e sempre afasta você de mim
A luz dão escolhas individuais mesmo a morte estando no caminho somos responsáveis pelos nossos atos
Posso negocia mais corro o risco de não se eterno
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
A casa de madeira no balança das arvores a cadeira de balanço são guiada
A luz se estende na varanda e arrastada para o horizonte agonizando
No estalar da madeira a alma fria solitária se escora na inquietude falsa paz
Rasga o coração sobre o vento fino que caminha na encosta e respaldado nas flores e relva do campo tarde tão tétrica neste vazio desigual
Caminho no desfiladeiro e as pedras assustadas ver meus olhos em sangue lagrimas e fel
A calmaria faz o vendo falar no sopro constante que escorrega da colinas agudas
Morro cada dia sem você nas encostas do mar lambe minha agonia na gastura da luz da lua
Me esmiunço em detritos adentes que retalha meu coração na sede do seu amor ausente
As nuvens rasgadas no céu frestas de luz invade a sala e não toca meu coração
A luz do entardecer toca a grama amarelada e na estridente agonia meu sangue corre no contraste dor
Nas batidas fracas de um coração sofredor
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Insonia, asseidade, amores a primeira vista, a paciência não cativada
Nos lampejos do brilho da a joia lua rara me fizera letal ferida
Horizonte em agonia o sol sangrada na distancia da tarde o vermelho se estende entre as nuvens
O azul em sua tristeza vai ficando turvo e a lua amarelada com sua luz na gastura da boite embalsamada
O vento frio corre empurrando a solidão que me esmaga dilacera minha alma suas palavras retalhando meus sentidos
A formosura desta fresca serra custura minha chagas a ferro e fogo
Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados me devora
Alegres campos, verdes arvoredos fim tão tristonhos
sua alma gentil, que te partiste a esperança perdida
Amor que arde sem se ver
Amor, que o gesto humano n'alma escreve...
A morte, que da vida descontente
Apartava-se os polos e as que a alma humana, que enriquece
Aquela que, de pura castiga
triste e leda madrugada aqueles escuros olhos que chorosos
A sepultura de elos e brando
A sepultura me aguada
Amor novas artes, novo engenho
Cantando estava um dia bem seguro
Cara minha inimiga, em cuja mão estendia
Chorai, Ninfas, os fados poderosos que ela me pusera
Como quando do mar tempestuoso correm turvas as águas deste rio converteu modéstia afeiçoa e aranho meu coração
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Sobre os campos de lírios frescos e Flores a luz da lua cobre
Amanhecida de orvalho e de essência duradoura
Teus são assim os olhos iluminados como pelos raios solares que se choca com o orvalho como gotas pérolas líquidas
Cheios de calma Sapiência...a vida vai se caminhando lentamente que tão neutra que não se sente
E quando a olly desperta o vulcão reacende desperta a frenesia
seus olhos visitam as flores tão soltos e singelos vê-los mais felizes a cada flor
E de no bojo das Manhãs largados no sereno banhada as flores e a vida passa em gotas
Meus anseios de ser seu dono cada dia aumenta
Olhando os amplos céus da imensidade a aseidade da saudade que você ainda não compreende....
Coração-mar além-Saudade o bosque abre a luz e salva a pétala que escorrega das rosas solitárias
entre as flores mais tristes... mais completas o amor vai recobrindo o livro branco que nossa vida ainda estar no inicio
Abrindo a porta para os desenlaces da luz
Há poemas de poemas, e um Soneto, largo minha alma depositada em uma urna e doada a ti e você não compreende
As palavras com nova carne e sangue dilatam
Sonho que façam o universo recuperar o sopro da vida em ti
O livro branco se criando colocam traços bem pespontados e as letras luam entre corpos celestes e nas estrelas somos escritos na eternidade
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
A noite desperta me com suas mãos ásperas,
Meu consciente no limbo por eras, queria acorda para se jovens novamente
Dolores de uma lua rara na raridade da sua beleza
Sentia a areia nas mãos sentia o tempo e no meu bolso só a lembrança e lá você lembrou e quis acordar mas quando acordamos estava só
Trancava você e nossas lembranças onde poderia visitar quando querê-se mas não me lembrava era tão real que achei que estava mesmo ali
Fecho os olhos quando quero acordar antes que meu mundo de fantasia seja destruído comigo dentro mas hoje perdi o controle as coisas se misturaram
Minhas lembranças que define meu caráter e me faz quem sou esta muito na bordas e no contato com a loucura trocava informações sigilosas do subconsciente
o que define o controle?
posso me torna um moribundo?
Meu subconsciente pode tomar o controle e me tranca no lup temporal de lembranças agradáveis como um forma de escape da realidade indesejada?
Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )
