Poemas para um Amigo Passando por Dificuldades
Quem poderá fazer, aquele amor morrer, se o amor é como um grão. Morre, nasce trigo, Vive, morre pão.
Ficar perto, abraçar de vez em quando, sentir saudade, gostar um pouquinho. Mas amar não, amar nunca, amar não serve pra mim. Prefiro assim!
Desejo-lhe toda a alegria de um coração abençoado por Deus. Toda paz e serenidade para confortar e aquecer sua alma... E que você possa desfrutar desta grande benção de poder viver as maravilhas lindas preparadas por Deus .
Um dia a saudade deixa de ser dor e se torna parte de nossa história, certas pessoas estarão eternamente presentes em nossas lembranças!
Mas sempre falta uma coisinha, a gente sempre quer o que não tem. A gente sempre arruma um “mas” pra dizer que não está tudo bem.
Reagimos contra um insulto, uma dor física, uma humilhação, uma dificuldade material, mas como reagir contra o brando veneno de uma saudade?
Manter um sentimento em silêncio faz muito mal, mas, às vezes, é preciso parar, refletir e sentir sozinho mesmo.
As pessoas tem o direito de não gostar do meu jeito, mas às vezes gostam tanto que levam um pouco dele com elas. O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sigo todas as regras e às vezes ajo por impulso.. Erro, admito. Aprendo, ensino.. Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade. As pessoas julgam, mais odeio julgar e ser julgada. Não sou qualquer uma, tenho meus limites e respeito meus sentimentos. Mudo de opinião, mas não de princípios.
Não é preciso uma verdade nova, uma aventura, para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno.
O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e fim, e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.
Para ser sincero eu sou um pouco louco, eu admito isso. Nunca foi o Sr. Certinho de todo dia. Eu sempre exagerei um pouco em tudo na minha vida. Mas a coisa mais engraçada são as pessoas fora da indústria que acreditam no que a indústria escreve sobre mim. Eu acho isso difícil de engolir.”
A morte tem dessas coisas: desperta o sentimental que há em nós. Diante de um túmulo vemos apenas o bom, ou o que queremos ver.
