Poemas para Fita de fim de Curso

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"Meu maior sonho é crescer como Joãozinho da Entrevista. Sei que o caminho não é fácil, mas vou continuar trabalhando, aprendendo e acreditando em Deus. Cada entrevista e cada pessoa que acompanha meu trabalho me motivam a seguir em frente. O melhor ainda está por vir!"

Se um dia a vida eterna for conquistada pela ciência, os Deuses continuaram sendo imaginários.

"Somos do tamanho dos nossos sonhos, pois, se tivermos fé em Deus e lhe obedecermos, Ele abençoa os nossos planos e faz com que eles deem certo."
– Anderson Silva

⁠Noites mal dormidas, dia estressante e cansativo para realizar sonhos que só você compreende, então se vale a pena continua tentando, pois amanhã você vai viver tudo que um dia pensou que não daria certo, mais deu pelo fato que por mais que doeu e machucou mesmo ferido você persistiu e não desistiu.

A sua realidade nunca será maior do que a sua mentalidade. Mude a forma de pensar e comece a mudar a forma de viver.

Após colocar o Asno em um trono, seus seguidores começaram a idolatra-lo, e a cada louvor recebido, o Novo Ídolo dizia 'Ja' - (Sim em alemão). Zaratustra viu que seus visitantes entenderam a difícil lição, que o homem é capaz de fabricar mitos e falsos deuses.

Fique em paz quando começar a odiar a ideia que tanto ama. É nesse momento que você descobre onde ela falha e por que ela pode ser genial.

Talvez não seja você a pessoa que eu sonhei, mas é você a pessoa que eu quero viver o resto da minha vida.

"A maior liberdade que uma mulher pode conquistar é a de não precisar da aprovação de quem não sabe oferecer respeito."

"Sonhar é um desejo tão grande que leva você a buscar aquilo que hoje parece impossível."

"Não tenha medo de deixar um sonho para trás. Algumas portas só se abrem quando você tem coragem de fechar outras."

⁠Se ainda me for permitido e tiver sorte de continuar essa caminhada, buscarei a PAZ que muitos abandonaram no vazio da vaidade.

Ao sentir que não há mais o que fazer, que a jornada terminou, ainda somos capazes de sonhar.

Nem toda queda nasce da ignorância do limite. Algumas começam justamente no instante em que ele é tocado — porque há uma vertigem própria em aproximar-se do extremo. O homem não se perde apenas por não conhecer a medida, mas também pela embriaguez de sentir-se acima dela. E é nesse excesso de confiança, nessa fascinação pelo próprio alcance, que muitos abismos deixam de parecer ameaça e passam a parecer convite.

O tempo não passa: dissolve-se. E nós, inconscientes, caminhamos sobre suas águas turvas, acreditando navegar. Cada lembrança é um navio naufragado que insiste em surgir na superfície, e cada encontro, um fantasma de nós mesmos que insiste em nos reconhecer.

O destino não é estrada nem muro, mas a sombra que projetamos ao caminhar. Cada passo que julgamos firme deixa rastros de incerteza, e cada sorriso que oferecemos é um reflexo do vazio que tentamos ocultar. No fim, tudo retorna àquele lugar silencioso onde já existíamos antes de saber que éramos.

Cada sonho é uma chama que pede céu, mas arde primeiro no peito; e quem o segue descobre que não há triunfo sem ferida, nem voo que não nasça da promessa secreta da queda.

Há pensamentos que não emergem da clareza conquistada, mas do colapso das defesas. O ego, enquanto sustenta suas versões de si e do mundo, mantém a ilusão de controle; quando o esforço se torna insustentável, algo cede — e é nessa fratura que certas verdades surgem não como insight buscado, mas como residual do que não pôde mais ser evitado. A clínica reconhece essa fenomenologia: a iluminação que chega no limite do esgotamento, não como prêmio da resistência, mas como o que sobra quando ela finalmente falha. É uma forma de lucidez que não se conquista — se recebe, quando o psiquismo já não tem fôlego para fingir.

Pesadelos não são apenas sonhos desagradáveis — são lembranças que não encontraram um lugar habitável na memória. Permanecem deslocadas, sem forma, sem repouso, e por isso retornam na noite, quando a vigilância cede. Não buscam assustar, mas ser reconhecidas. E, enquanto não encontram linguagem ou sentido, insistem — não como ficção, mas como aquilo que ainda não foi integrado à própria história, como parte inevitável dos erros e acertos que constituem o ser.

Toda teoria termina onde o Primevo começa. Depois desse limite, o pensamento deixa de explicar e aprende, enfim, a escutar. Há verdades que não se revelam ao intelecto, porque pertencem a uma profundidade onde compreender já não basta; é preciso silenciar.