Poemas para Fita de fim de Curso

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No silêncio dos sonhos, encontro alegrias que a realidade nunca ousou me dar. Mas, ao despertar, tudo retorna ao vazio, e o sonho se perde como outro inalcançável sonho.

A segunda-feira é a aurora do esforço: quando o sol nasce, não apenas o dia começa, mas também a esperança de transformar trabalho em legado

O trabalho não é apenas meio de sobrevivência, é a ponte invisível entre o que sonhamos e o que conseguimos tocar.

A nossa vida é comparada, a uma estrada para caminhar, mas quem lá no fim chegou, nunca mais voltou e nem voltará.

Vencer é resistir na repetição dos dias, batalha sem aplausos, conquista feita de amanheceres sangrados em silêncio.

Caminhamos para um futuro incerto, vindos de um passado que não nos pertencia, a vida oferece-nos não escolhas, mas estradas traçadas, onde o impossível e o inevitável se entrelaçam a cada passo.

Caminhamos entre doações de afeto, suor e esperança, como quem deposita moedas num cofre alheio sem chave. Não cabe esperar reciprocidade, pois o coração humano é falho em devolver o que recebe. E quase sempre, como um reflexo cruel, a decepção retorna com o mesmo peso daquilo que oferecemos.

O que parecia o fim, era apenas o sopro preparatório de um novo começo: o seu glorioso renascimento.

A esperança virou plano de ação, cada esperança ganhou etapas práticas, assim o sonho virou tarefa cumprida.

Trocaria tudo o que possuo, cada conquista e cada vestígio de glória, apenas para estar por alguns instantes diante do meu Senhor. Um único abraço de Jesus seria, para mim, a maior de todas as riquezas.

Com o tempo, nos tornamos exatamente o que temíamos, reflexos distorcidos dos sonhos que um dia tivemos.

Quando o mundo desmorona, é a fé que se torna solo e ensina o coração a caminhar sobre ruínas.

Se despir da pressa é vestir o tempo com paciência, a vida começa a se revelar sem atropelo.

Fui ferido por sonhos, mas não parei de sonhar, as feridas não mataram minha vontade de voar, sonhar é resistência que insiste em ressurgir, mesmo ferido, continuo a mirar o horizonte.

Depois da tormenta, o silêncio se torna oração. O que parecia fim, era apenas o começo da cura. Nenhuma dor é eterna quando a alma aprende a repousar no amor que não desiste.

Caminha sem pressa, Deus abre estradas ocultas sob teus pés, passo a passo, o deserto se inventa caminho.

Não confunda resistência com endurecimento: uma cura começa quando o coração ainda sente.

Se cair, não ache que é o fim, vai ser o seu novo começo. Deixe o silêncio curar, não te sepultar. Faça da ferida uma bússola, ela aponta a direção. Remende-se com cuidado, os pequenos reparos que nos sustentam. Permita que a dor te ensine, sem transformá-la em sentença. Suba devagar, o passo firme vence o medo. Confie no tempo e no ritmo que te fazem seguir. No fim, a queda vira voo, siga acreditando.

A maior aspiração e o foco supremo não são as conquistas efêmeras, mas a promessa de contemplar a Tua Santa Face em um lar sem fim. É essa visão gloriosa que deve alimentar a minha alegria presente, transformando o cansaço em júbilo e motivando a perseverança. Que cada passo aqui seja dado na direção desse sublime e eterno encontro.

Seus sonhos perdidos esperam o momento de alinhamento com a sua mais pura intenção para voltarem à vida.