Poemas para Desejar um Feliz Aniversario

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Tempestad és su corazón.
Inspira desejo y pasión.
Fuerte mujer, como um león.
Amarte és mi desejo y tambien mi aflicción.
Noche fría y tu nombre és mi oración.
Yo pido que, de mi suenos, seja lá realización...

Inserida por wikney

Como um barco me lanço ao mar.
Mar de amor.
Amor de amar.

Como um barco naufrago nesse mar de solidão.
Mar e tormenta, que em saudades, afoga o meu coração.

Mar salgado
Nas marés tenho te lembrado.
Maré que me traz à boca um gosto amargo.

Mar de águas gélidas em que o meu pensamento se afunda.
Águas que, a minha felicidade, com tristeza inunda.

Perdido, no fundo frio, me encontro na escuridão.
Das fossas, a mais profunda, é certo; a solidão...

Inserida por wikney

Amar-te é um crime em que a punição é o meu próprio amor.
Amor sem pudor.
Amor que, condena o coração à solidão e dor.
Amor que, por ti, a pena é perpétua.
Amor que, em meu sonho, um pesadelo desperta.

Ah mulher...

Amar-te é guerra, guerra onde não existe paz, não existe trégua.
Guerra onde não existe lei, não existe regra.

Guerra em que, batalho todos os dias.
Guerra a qual, o campo de batalha é a minha vida.
Guerra em que, quando olho em seus olhos se faz um canhão e com imensurável poder de fogo destrói meu coração...

Inserida por wikney

"Um é o coração que bate por ti.
Um foi o olhar que me ganhou pra si.
Uma é a alma que vive por ti.
Uma é o número de vidas que preciso com ti.
Uma é a chance que preciso pra te fazer feliz..."

Inserida por wikney

"O meu coração é um lacaio.
Fito seus lábios, te olho de soslaio.
Me acho esperto mas em suas armadilhas de amor eu sempre caio.
Um tolo amante e na paixão, um lobo solitário.
Seu sentimento não me é solidário.
Uma relação onde tudo nos é demasiadamente precário.
Os beijos, as carícias, as palavras, os abraços.
Me assemelho a um tipo de pirata, quiçá um corsário.
Que veleja nas águas profundas do seu olhar, totalmente despreparado.
Em busca de um tesouro imensurável, impossível de ser encontrado.
Velejaria os 7 mares para encontrá-lo.
Uma vida ao seu lado.
E em mais uma noite chuvosa, acordo decepcionado.
Os ventos e as enxurradas, mais uma vez, não me levaram esse sentimento despedaçado.
Eu sou um pobre coitado.
Dos males, o maior, foi um dia ter lhe amado.
E após horas ínfimas de reflexão, desamparado.
Sussurro só, pela madrugada, com o peito acelerado.
- Mais uma do Famigerado..."

Inserida por wikney

"Agora estou eu, desamparado.
Meus pensamentos, aos poucos, me tornam um homem perturbado.
Me estrangulam os sentimentos que eu deveria ter estrangulado.
Lembro do teu sorriso, sinto o gosto do beijo, fico desesperado.
Eu devaneio e torturo-me com as memórias de momentos que, se eu pudesse, teria eternizado.
Agora, suas doces lembranças, me trazem um gosto amargo.
No fim, minha única certeza é; Eu sou o único culpado.
Por ter um coração parvo.
Por, com excesso de covardia, ter lhe abandonado.
Por com nós, um dia, ter sonhado.
Por com ávida intensidade, ter lhe amado.
E no fim, por nas juras de amor, ter acreditado.
Hoje mais do que nunca é certo; Meu coração é um lacaio..."

Inserida por wikney

⁠Minha pretensão, crer que um dia esse amor teria um ócio.
A religião pode até ser a droga do povo, mas é seu amor, o meu ópio.
Quando meu corpo, em estado de morte, minh'alma, há de barganhar com o próprio diabo.
Minha punição? Preso na eternidade daquele seu primeiro olhar, meu purgatório.
Sem um advogado, sem defesa, nada de contraditório.
Não era um tribunal, era um circo, um palco, um auditório.
Não haveria justiça, apenas mais um show, vexatório.
Onde aplaudiriam com desdém, um mundo ilusório.
A inexistência de felicidade, entre nós dois, era notório.
Deus abandonara-me naquele interrogatório.
E Lúcifer, em seu papel de juiz, condenara-me, com meu sonho simplório.
O meu crime? Crer que um dia esse amor fosse nosso, crer que um dia teria um ócio..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Preso em um devaneio, percebi que até hoje, eu não posso ver o rosto dela.
Cada traço daquela face, cada esboço de sorriso, meu coração acelera.
O mundo gira, o tempo passa, somos escravos deste e eu sou escravo do que sinto por ela.
A carne tem seus prazeres, a vida suas mazelas.
A paixão nos torna livres, aquele amor, ao meu eu, é uma cela.
Penso e repenso, reflito, imploro, rogo por ela.
Tudo por ela, acerca dela.
Se existe tristeza em minha vida, se transforma em alegria, na felicidade dela.
Perto ou longe, aquele nome, pra minha alma é festa.
Culpo o maldito cupido, por não ter errado aquela flecha.
Minhas palavras são águas turvas, minha mente um misto de cores, aquarela.
Preso em um devaneio, percebi que hoje, eu só queria ver o rosto dela..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Enquanto eu dispo suas vestes, eu te cubro com meu beijos.
Uma miríade de sensações, eu, um todo de desejos.
Cego por esse sentimento, é só você que eu vejo.
No escuro do quarto, as lembranças de nós, são só lampejos.
Tenho vários desejos, paz, paixão, amor, quiçá dinheiro, mas é por nós, que eu anseio.
Ainda me lembro, quando nossa era a rua sob o luar e nosso era o aconchego.
Lembro-me, que a calmaria repousava sobre o teu eu, somente quando teu rosto, descansava sobre o meu peito.
O que nos acometeu? Você se foi, busco respostas, mas não tem jeito.
Eu me desnudo da razão e a loucura cobre o o meu âmago, imperfeito.
Tornei-me um herege, pois o macio da sua tez, é o único Deus em que eu creio.
E é por tal divindade, na expiação da madrugada, que eu rogo, de joelhos.
Pecador que sou, em minha parva mente, não existe castigo, somente desejo.
E enquanto isso, lembro-me, que era meu sonho despir tuas vestes, cobrindo lhe com meus beijos..."

Inserida por wikney

⁠"Eu não sou um homem erudito.
Não me debrucei sobre Machado, Zé de Alencar, Drummond ou Conceição Evaristo.
Eu só sinto.
Sinto tanto, sinto coisas que, se não externadas de alguma forma, matariam-me em um suspiro.
São só suplícios.
As vezes são súplicas por um amor que, sei que está morto, mas ao meu eu, é um Deus vivo.
Ressurreto, como o próprio Cristo.
Eu só sinto.
Sinto muito por ela não ver-me como eu a vejo, sinto por ela não compartilhar do meu delírio.
Ao leitor sou devaneios, loucuras, fantasias, mas todo aquele que me conhece sabe; sou sucinto.
Sou sozinho.
E não somos todos nós? Uns mais que outros, quando a carne, sempre acompanhada, não encontra em outra alma, um abrigo.
Quisera eu, que as lembranças passassem, como as águas serenas, do Velho Chico.
Lembro-me dos versos do grande Vercillo.
Quando em nosso abraço se fez um Ciclo.
E eu só sinto.
Sinto por não ser o que ela queria, não ser o sonho dela, não ser dela pela eternidade e não sair desse labirinto.
Talvez um dia, quando eu for só um espírito.
Quando eu for um poliglota da carne, e saber ler as curvas da beldade que é aquele corpo, como um papiro.
Ou talvez, quando eu for um sábio, letrado, talvez de posses, um homem rico.
Quiçá, talvez, quando eu for um homem erudito..."

Inserida por wikney

É um misto de emoções que me consomem por inteiro.
Nesse oceano de sentimentos, me afogo, não tem jeito.
A cada maré, algo de ti me domina, com total efeito.
Maré vem, amor. Se vai, ódio.
Maré vai, desprezo. Vem, desejo.
O todo me confunde, mar é rio.
Já não sorrio.
Rio profundo, que me inunda de saudade, solidão.
Rio se torna um ofurô, onde me banho no fervor da sua paixão.
Companhia minha, em sua ausência, se tornou a solidão.
O meu sonho, mesmo sem erro, é o frescor do seu perdão.
Sinto o toque frio do vento, infelizmente, não é sua mão.
E novamente, por inteiro, me consome, a emoção.
Emoção é o amor, amor é perdão.
Perdão é desejo e desejo é paixão.
Paixão de um só, infelizmente, é solidão.

Inserida por wikney

⁠"Eu sempre pensei que o paraíso fosse restrito aos pecadores e ali estava eu, com um pedaço dele, em meu braços.
A perfeição, com seus cabelos negros, me pedia mais um beijo, mais um abraço.
O olhar dela, me prendia cada vez mais, da minh'alma, o laço.
Quando ela sorri, a felicidade inunda meu eu, como que escapo?
Bem da verdade, por que eu escaparia? Sendo que, foi ela quem uniu meu coração, que estava em pedaços.
Ela renovou minhas esperanças no amor, um sentimento que eu já tinha abdicado.
Adocicou a amargura da minha vida com seus beijos, perdoou meus pecados.
Eu já não preciso vislumbrar os céus, pois o melhor pedaço do paraíso está sempre ali, em meus braços..."

Inserida por wikney

⁠"O meu eu, ateu, fez de ti um templo de adoração.
Eu que não tinha divindade, faço de ti hoje, meu único motivo de oração.
O meu eu, inexorável, frio, por você, abriu alas ao diálogo e ao perdão.
Fez-me sentir o calor e o aconchego da paixão.
O vazio que trazia eu no peito, quando sinto seu beijo, se preenche com chamas, meu coração.
As noites, com seus ventos gélidos, já não me causam o apavoro de outra ocasião.
Hoje tenho seus suspiros e abraços para afastar de mim a solidão.
As palavras não foram em vão.
Quando se trata das palavras, o meu eu, ateu, agora só lembra daquela nossa oração.
Quando a cada beijo e abraço, aquele "Eu te amo" se traduzia em uma forma redimir-me junto à minha religião.
Fiz de ti muitas coisas; o meu eu pecador fez de ti perdão.
O meu eu, ateu, fez de ti minha religião.
Fiz do teu corpo, na noite, meu templo de adoração..."

Inserida por wikney

⁠"A noite vem e com ela me torno um poço de indagação.
O que seria dos céus, se os homens fossem capazes do perdão?
O que seria dos poetas, se não existisse a solidão?
Será que por ti, palpitaria, se eu tivesse, mais um coração?
Existe, mesmo que ínfima, na loucura, um pouco da razão?
E a loucura, quanto existe dessa, na emoção?
O que é mais assustador, o silêncio da indiferença ou o estrondo de um trovão?
O que me cega mais, o brilho dos seus olhos na escuridão ou da manhã, o primeiro clarão?
É possível ser grato pela ingratidão?
Por quem bate seu coração?
A noite vem e aflora em campo fértil, minha imaginação.
Eu que era poço, na madrugada, sou um oceano, de indagação..."

Inserida por wikney

⁠"O amor sempre nos será algo mágico.
Por quantas vezes, o amor tornou o racional, um desarrazoado?
Aquele que não tem coração, quando em amor, sente o peito acelerado.
Como não crer no amor, quando foi ele quem fez erguer da tumba Lázaro?
É o amor, que transforma em poeta, o bárbaro.
A perfeição, só existe no beijo de amor, entre o Sol quente e o oceano gelado.
O amor é doce, quando nos falta, só nos existe o amargo.
A solidão, o ódio, a indiferença, o pecado.
O amor, que é do homem a fortaleza, a sua ausência o faz fraco.
O mau não existe no amor, só existe o mau no mal amado.
A falta do amor é capaz de transformar um anjo bom em um diabo.
A penumbra da solidão, quando em amor, se torna algo claro.
Todo aquele que não crê em mágica, perece quando é amado.
Sucumbe a si mesmo e sussurra no ouvido da amada, no escuro do quarto.
'Amada minha, nosso amor, sempre nos será algo mágico.'..."

Inserida por wikney

⁠"Eu, um todo de defeitos, pintei algo perfeito.
Como em tela, pintei-lhe com um beijo.
Cada imperfeição, era pra mim, o despertar de um devaneio.
Lembro-me do encanto, ao desenhar-lhe o cabelo.
Quando em arte, cada fio negro, deslizava por entre meus dedos.
Moldei-lhe um coração, com toques, carícias e aconchego.
Minha vida, que era um total gris, como aquarela, foi ganhando cor a cada detalhe refeito.

Busquei inspiração no céu, para fazer a calma e a beleza do seu sorriso.
Nesse sonho de artista, pintei para sempre, você comigo.
Busquei nas estrelas, do seu olhar, o brilho.

Invejou-me o próprio Deus, ao ver-te, minha criação, em total ausência de defeito.
Nem mesmo ele imaginara, que era possível tal feito.
Eu, um todo de defeitos, superá-lo ao pintar-te, algo perfeito..."

Inserida por wikney

⁠"A cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai.
A cada abraço, a cada toque, a tristeza, da minh'alma se esvai.
Eu não sei o que fazer, tão pouco sei, o que ela faz.
O que eu sei? Ela é demais.
As palavras, que a pouco, eram-me coisas das mais vazias, hoje me completam mais.
Minha força, quando em seu abraço, por completo se vai.
Ela por completo, quando em meu amor, a ternura se faz.
O que eu sei? Ela é demais.
Juntou-me os pedaços, colou-os com carinho, hoje um novo eu se faz.
Hoje, das aguas da decepção, já não bebo mais.
Amo quando o vento da madrugada, o seu cheiro doce, me traz.
O que eu sei? Ela é demais.
Também sei, que a cada beijo dela, um pedaço de mim, com ela se vai.
E a cada pedaço do meu eu, pra ela perdido, eu me completo mais..."

Inserida por wikney

⁠"Se sua beleza matasse, eu seria apenas um cadáver, por admirar algo que eu nunca poderia alcançar.
Tento respirar ao vislumbrar sua beleza e me falta o ar.
Aos homens é tão fácil o ódio, o difícil é o amar.
O coração, arrebenta-me o peito, a cada olhar.

Quando por seu amor, ressurrecto, eu faria-lhe a cada respirar, uma prece.
Quando nossas lembranças, inundam meus pensamentos, meus olhos inundam minha pele.
Eu tento esquecer de ti, mas o coração não esquece.
Suas juras, que eram minha fortaleza, hoje me enfraquecem.

Me enfraquecem as palavras que eu deveria ter dito e não pude falar.
Cega-me o Sol, ofusca-me os olhos o brilhar.
Como o Sol, a felicidade em ti é algo que vislumbro ao longe, só faço admirar.
Sua beleza de por do Sol, feita para ser admirada ao longe, é algo que nunca poderei alcançar..."

Inserida por wikney

⁠"Eu vi a paisagem e não resisti, à beira do abismo eu gelei.
Refleti por um momento e por um eterno segundo, eu hesitei.
Não resisti, nas suas lembranças me lancei.
Lembrei-me de quando cada palavra sua, fazia-me dos seus sonhos, o rei.
Nem sobre as nuvens eu me senti tão perto do céu, como nas vezes em que te amei.
Vislumbrei a vastidão, me encantei com a beleza das coisas que o Deus fez.
Mas só vi perfeição na beleza do mundo, uma única vez.
Quando fitei os seus olhos e ali mesmo me apaixonei.
Ali, logo ali, eu não deveria, eu sei.
Mas nas lembranças, nos sonhos de contigo, uma vida, me lancei.
Eu era feliz, eu sei.
Mas na beleza do oceano, existe o seu eu profundo e aí existem perigos, eu sei.
O coração parvo, encantado, louco, enganado, não quis me ouvir, mas eu avisei.
Que seu amor era passageiro, como às nuvens aos meus pés, que a pouco narrei.
Ali em cima, eu vi o mundo, eu vi você, quem sabe Deus? Talvez.
Lembrei-me do seu olhar e como naquele dia, não resisti, eu gelei..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

"Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Tenho inveja da brisa que lhe beija o rosto.
Invejo o brilho, que ao me olhar, tem em seu olho.
Invejo o vento, que lhe esvoaça os cabelos e a água que lhe banha o corpo.
Invejo sua esperteza, por fazer do mais sábio, um tolo.
Invejo aquele que tem seus beijos, o mais valioso tesouro.
Tenho inveja daquele, que não te tem por metade, e sim, por um todo.
Invejo tudo que lhe aquece a tez, quisera eu, ser fogo.
Invejo aquele, que apostando em seu amor, sai vencendo no seu jogo.
Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Eu hoje, invejo todo homem são, pois seu amor me tornou um homem louco..."

Inserida por wikney