Poemas para Desejar um Feliz Aniversario
Sei que por dentro pulsa um coração muito mais rapidamente do que possível fosse para mim controlar.
A vida vai se transcendendo em uma coleção de passagens, num ritmo inconstante. Estive consciente o tempo todo de que me apegar era uma má ideia. E até mesmo odeio antecipar um adeus. A gente nunca tem realmente como prever esse tal de futuro. Talvez essa se constitua como a maior preocupação.
Só que eu tenho esse coração que sonha na velocidade das suas batidas, nunca para, sempre acelera, vive num agito constante. Tento me justificar, mas não quero que entenda, pois isso deve ser difícil. Mais fácil pedir que aceite. Não peço permissões, pois sei que sou livre, sempre voei, não são quatro meses que cortariam as minhas asas.
Vou sentir saudades, embora esse ainda não seja um adeus de verdade, mas o meu sonho é muito grande, distante do lugar onde estou, e a minha vontade de vivê-lo ultrapassa o meu cansaço ou nervosismo. Ultrapassa os últimos elos que consolidei.
Um caminho excelente...
Busco com Deus andar por este caminho...
Que me ensina a perdoar de coração todos os dias...
A me livrar de todo egoísmo e estender a mão aquele que precisa..
Amar sem esperar reconhecimento de ninguém...
A não julgar pela aparência , mas buscar conhecer o outro..
Saber o momento de calar para evitar maiores transtornos...
Sei que ainda me falta muitas coisas... mas uma coisa eu sei ...
Deus está me ENSINANDO... e que quero estar a cada dia mais...APRENDENDO...
...................................... Débora Aggio
" Quanta saudade mora em um ser?
Depende por quem seja,
Passam pessoas todos os dias nos nossos momentos.
Boas, ruins e enigmaticas...Pessoas sao o alimento da nossa estoria.
Sempre colhemos o melhor e dispensamos e desnecessario.
E assim segue a vida.. sempre aprendendo.
Eu cultivo um carinho especial a quem é especial.
E quando o sol se poe.. penso nela e um sorriso brota.
Ela merece, me distrai e faz bem.
Nem sempre correspondo, sem culpa me sinto pequeno.
Pois ela entende mesmo assim, e nao desiste.
Sempre comigo como chuva, sol esse tempo.
Bela,linda com energia sempre ativa..
Presto esta homenagem e essa pessoa..
que espalha tanto amor..
E quero a cada dia pensar nela como flor..
e perfumar meus dias!"
Historiado deverador de letras
Havia um homem que falava muito bem mas devora letras.
Cuando ia dormir engolia as virgulas r,trocando r por s e s por r falava tatualogia de suas palavras em intervalos arrocados,intemetidados e intraprocessados.
Certo dia perdou sua mochila e saio correndo gritando em seu sonho pega ela que esta caindo e desceu um barranco pulando e se batendo uma luta incessante que termina em um tombo enrrolado de folhas do matagal derrepente senti o frio de uma terra umida e passa a mão sobre os olhos e senti empurrar galho peludo.
acordando de ante-mão vee se caido no chão do lado de um ventilador com as coberta arremasada,remessada e lançada de sua cabeça ao cair com o traessero estendido ao ombro e ve que a guerra foi somente mais uma vitoria.
UM DIA...
Quando vier até mim à morte, Amor,
Quero-te toda branda no teu viver...
Quando o dia descansar de mim, a dor
Também descansará na luz do teu ser.
Quando vier a tu’alma a eu encontrar
Nos pés de Deus empossado de paz,
Quero-te a mim, por morrer nunca mais
O amor que me deste, num fino altar!
O meu coração é um ermo desastrado
Sob o teu querer doce e imaculado,
Que descansar prometeu entre a gente.
Mas deixa-me ir sem levar-te o pranto,
Sem que anoiteça ao teu acalanto
O amar-término dum viver descontente.
CASTIDADE
Fizeste de mim um arrebol bendito,
Do meu amor um feitiço imaculado...
Da minh’alma de crença o pecado
Fez-se de paixão um cerne erudito...
Fizeste de meu corpo teu bem restrito
Abrasado ao perfume de seu andado...
E do meu sentimento, conspirado,
Notou-me em versos teu feito infinito...
O meu espírito se mantém acesso,
Desde outrora ao notado em que nasci,
Desde que eu vivo a desventurar...
Que sol que nasce, em que sol avesso,
Em que casto tempo, em qual vivi,
Em qual vida, amor, vou te encontrar...
D’UM CÁLICE DE AMOR
O teu amor me fez sorrir
Quando o dia não mais me tinha cor,
Das luzes o clarão me fez abrir,
Das cores tu vieste em esplendor...
Do seu jardim imenso um furor
Fez-me em alegrias explodir,
E qual o bálsamo intenso duma flor
Fez-me em ar aberto o existir...
O teu amor é qual um cerne apurado,
É qual o vinho branco cintilado,
Qual a loucura do sangue atrevido.
Da sua paixão vivencio novamente
O que é do coração tão simplesmente,
Um cálice aberto enternecido.
O MEU PECADO
Porque me quis assim, cheio de dor!
Porque me criou estranho no mundo:
Um pássaro com asas de condor,
Um ádvena, um elevado, e profundo!
Porque me quis assim, um moribundo,
Sem que um brilho de esplendor,
Refletisse em mim, sem que fecundo,
Eu pudesse ser um nerval, um primor!
Conjura em mim uma noite orvalhada
Que se cria, e se move, sem alvorada,
Nem picos de luzes brancas e de ilusão...
Vagueio como um cipreste-calvo e frio,
Como um provar de orbe armentio,
Como me quis! Oh Deus da imensidão!
ÀS TUAS VAIDADES
Um amor tão mais risonho, assim não vejo!
Quem o diria de felicidade não ter conta...
E nada é tão mais puro, que o desaponta
De tempo algum a lhe ofuscar o meu desejo.
Passam dias e passam noites ao teu beijo...
E nessa era um outro afeto ninguém aponta
Como preciosos risos, que a fizeste pronta
Totalmente a mim, amor, sem quer um pejo!
Ah! Que bem, tudo isso me fosse à verdade...
Que bem, oh, meu amor, sem vaidades
Me fosse esse impossível nunca a morrer...
Esse amor tão mais contente ainda é sonho!
Inda estão nos versos que eu te componho,
Em meio aos infinitos risos, p’ra em ti viver...
O POEMA
Talvez um delírio, inculto e quente,
Paixão de intenso clamor, impuro,
Um displicente calor que perduro
No insensato mundo em que sente...
O desconexo, o cauto, o conjuro,
Que se implica a vaguear entre a gente:
Luz que boêmia, ao sol poente,
Dum indescritível sentir obscuro!
Mas que vigora, e que me intensa
De demência grata e de bendito amor!
Que flui, o estreito da minha sentença
Doce, e leve, e altiva que impera,
Em que na existência me faz esplendor
Ao estouvado astro em que vela...
MENDIGO
Posso ser o que me quiserem ser;
Amor... Tortura... Astro pungente!
Aos versos, um grito incoerente,
Ou um tolo mendigo ao se merecer...
Belos segredos d’um vil viver,
Hás em meu peito para toda a gente...
Hás amarguras; dor do que sente,
A minh’alma em vos compreender!
Pregado a cruz de minha estrada,
Podem me ver como luz de alvorada,
Ou como ocaso d’um são pecador!
Posso ser sol, trevas, mutável deserto,
Ser porta fechada, ou lírio aberto
Sob as esmolas d’um só pouco amor!
TRESLOUCADO
Eu sou a-quém vive o amor cantando,
Um pássaro a voejar por céu-além...
Um desdenhado ao tempo sonhando
Por se encontrar no que não me têm...
Os segredos dum vultoso sol-harém...
Sou um vagante, aos poucos buscando
Os de afeição, e sem ser ninguém,
D’outra existência vou desvairando...
Que lua, que fulgor intenso d’estrelas
Acalentará meus céus, por eu de vê-las
No independente mundo em que sou?!
Solidão oculta! Paixão tanta! Perdido,
— Eu sou dos céus um condor ferido
Por um amor que nunca se encontrou...
Bela
Mostrar-te que és bela,
Provar-te que és única,
Serás duas bela formas
Que um coração procura
Para se apaixonar.
Bela e amorável mulher,
Sorriso inexplicável, indecifrável.
Em teu colo quero repousar eternamente,
Tornando-se um ó corpo, inseparável!
Por mais que descreva belas e lindas palavras
Poucas estarão a altura do seu nome.
E ao contrario de orações exacerbadas,
Apenas direi que és única.
Bela, tu és bela, minha adorada Isabela.
Um poema que caiba em mim e eu, nele...
Uma canção que “de(cifra)” em mim e eu, nela...
Um vento que me leva daqui e eu, brisa!
O sol que brilha em mim e eu, girassol!
O inverno que esfria meus pés e eu, “hibernando outono”!
O verão queimando em mim e eu, “primaverando”, em você, no mundo, nos encontros e encaixes!
Conhecer-se!
É estabelecer uma saga interior.
Uma disciplina
Um aprendizado
Onde o objeto de observação
é você mesmo.
existem dois conceitos,quando se fala em ficar só.
um é estar só, e o outro é ficar só.
a diferença está,que estar só implica,que independe de você este estado.
já ficar só, é um estado no qual você contribui para que esta condição se resolva, há a sua anuência,para a consumação do estado final.
A culpa mata a alma!
E não conserta nada,
Aprenda a se perdoar
Em vez de se culpar
torne-se
uma pessoa melhor.
As pessoas escolhem o que vão partilhar por N motivos,
isto não habilita ninguém,
a traçar um perfil psicológico delas,
tentando adivinhar como são ou como se sentem.
Afinal estará omitindo, aquilo que ignora completamente:-
“Os contextos da escolha”.
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