Poemas para a Pessoa Amada

Cerca de 37637 poemas para a Pessoa Amada

⁠Tem vezes que até acho
Que estamos perdidinhos
Mas aí fico feliz!
Tamos perdidos juntinhos.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
22/06/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Aquele que é ingrato,
Não sabe agradecer
Também não sabe pedir
Muito menos receber.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
22/06/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠A Nossa Vida é Tão Bela!
Parece Uma Sinfonia
Mas Se Não Cuidarmos Dela
Desafina a Harmonia.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
22/06/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Na Escuridão da Vida
Temos Que Desatar Nós
E a Luz Não Está no Túnel
Ela Está Dentro de Nós.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
22/06/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Boa Noite!

Coisas poderão quebrar
Partes do seu coração
Mas elas vão ajudar
Consertar sua visão.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça/RN
26/06/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Eu invento no meu verso
Fujo da realidade
Crio um mundo multiverso
Mas paralelo à verdade.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
29/06/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Santo Antônio é afamada
Por ter uma fera sonsa
E por isto é chamada
Terra do Salto da Onça.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
29/06/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠ANDARILHO DAS CANÇÕES
Assim Ele é Conhecido
Falo em Dudé Viana
Um nome reconhecido
Cinquenta anos de estrada
Uma carreira honrada
Que por Deus foi escolhido.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
01/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Nesta passagem na Terra
Qualquer um pode ter sorte
Mas a sorte, ela não erra
Só chega pra quem é forte.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
02/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Era doze de dezembro
O sol das nuvens surgia
Quando vi a claridade
Me enchi de alegria
Eu tentei me levantar
Na hora que fui chorar
Não chorei, disse Poesia.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
03/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠No labirinto que tenho
Dentro de mim eu caminho
Tem vezes que eu me perco
Tem vezes que me alinho.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Tem horas que me encontro
E me acho decidido
Mas tem horas que percebo
Que ando meio perdido.

Gélson Pessoa
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
14/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Um dia observei
E isto eu reconheço
Que erros que cometi
É quando me obedeço.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
14/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠A coisa que é impossível
E que não foi desvendada
Impossível ela estar
Por não ter sido tentada.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
19/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Para a gente ser feliz
Não precisa viajar
Porque a felicidade
Está em qualquer lugar.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
27/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E vivemos vadios da nossa realidade.
E estamos sempre fora dela porque estamos aqui.

Fernando Pessoa
Poemas Completos de Alberto Caeiro. Lisboa: Presença, 1994.

Nota: Trecho do poema Não tenho pressa. Pressa de quê?, de Alberto Caeiro, um dos pseudônimos do poeta português Fernando Pessoa.

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Inserida por dhiegobalves

Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça
A sua santa guerra.
Sagrou-me seu em honra e em desgraça,
Às horas em que um frio vento passa
Por sobre a fria terra.
Pôs-me as mãos sobre os ombros e doirou-me
A fronte com o olhar;
E esta febre de Além, que me consome,
E este querer grandeza são seu nome
Dentro em mim a vibrar.

Inserida por rapha777

Súbita mão de algum fantasma oculto
Entre as dobras da noite e do meu sono
Sacode-me e eu acordo, e no abandono
Da noite não enxergo gesto ou vulto.
Mas um terror antigo, que insepulto
Trago no coração, como de um trono
Desce e se afirma meu senhor e dono
Sem ordem, sem meneio e sem insulto.
E eu sinto a minha vida de repente
Presa por uma corda de Inconsciente
A qualquer mão nocturna que me guia.
Sinto que sou ninguém salvo uma sombra
De um vulto que não vejo e que me assombra,
E em nada existo como a treva fria.

Inserida por rapha777

Sol nulo dos dias vãos,
Cheios de lida e de calma,
Aquece ao menos as mãos
A quem não entras na alma!

Que ao menos a mão, roçando
A mão que por ela passe
Com externo calor brando
O frio da alma disfarce!

Senhor, já que a dor é nossa
E a fraqueza que ela tem,
Dá-nos ao menos a força
De a não mostrar a ninguém!

Fernando Pessoa
Poesias. Lisboa: Ática, 1942.
Inserida por laurenmatta

⁠XIII - Emissário de um rei desconhecido
Emissário de um rei desconhecido
Eu cumpro informes instruções de além,
E as bruscas frases que aos meus lábios vêm
Soam-me a um outro e anómalo sentido...
Inconscientemente me divido
Entre mim e a missão que o meu ser tem,
E a glória do meu Rei dá-me o desdém
Por este humano povo entre quem lido...
Não sei se existe o Rei que me mandou
Minha missão será eu a esquecer,
Meu orgulho o deserto em que em mim estou...
Mas há! Eu sinto-me altas tradições
De antes de tempo e espaço e vida e ser...
Já viram Deus as minhas sensações...

Inserida por laurenmatta