Poemas Nao quero dizer Adeus
Presenças que Não se Despedem
Aqueles que partem antes de nós não deixam apenas saudade.
Deixam um vazio que não se mede, um espaço que ninguém ocupa.
Mas deixam, também, a permanência da sua história —
uma presença silenciosa que continua ecoando no tempo.
Fica a ausência do calor de um abraço,
o gesto interrompido,
o sorriso guardado na memória.
Fica o olhar que ainda nos atravessa,
a voz que já não tem som,
mas insiste em nos chamar por dentro.
Eles partem do alcance das mãos,
mas não se ausentam do que fomos com eles.
Habitam as lembranças,
os lugares,
as palavras que repetimos sem perceber,
os silêncios que se tornam mais densos.
Há quem parta e leve consigo o mundo que conhecíamos.
E há quem fique —
não no corpo,
mas no que nos ensinou a sentir.
Na saudade que dói,
mas também sustenta.
Porque amar alguém é aceitar
que, mesmo na ausência,
algumas presenças jamais se despedem.
Eu não cheguei para ensinar o mundo a ver.
Cheguei para servir.
Empresto meus olhos
não porque vejam melhor,
mas porque aprenderam a parar.
A permanecer.
A respeitar o que é simples
e o que quase passa despercebido.
Há beleza onde ninguém olha.
Há histórias onde ninguém fica.
Há luz mesmo quando o dia parece opaco.
Eu empresto o meu olhar
para que outros possam enxergar
o que meus olhos aprenderam a vislumbrar:
o sagrado do cotidiano,
a dignidade do silêncio,
a esperança que insiste
em morar nos detalhes.
Meu trabalho não é sobre imagens.
É sobre presença.
É sobre revelar sem invadir,
mostrar sem ferir,
acolher sem explicar.
Sirvo quando fotografo.
Sirvo quando observo.
Sirvo quando escolho não passar rápido.
Se você aceitar,
te empresto meus olhos por um instante.
Não para fugir do mundo —
mas para reencontrá-lo
com mais cuidado,
mais verdade,
e um pouco mais de alma.
Oh! não tremas! que este olhar, este
abraço te digam o que é inefável -
abandonar-se sem receio, inebriar-se de
uma voluptuosidade que deve ser eterna.
(Fausto)
Saudades... Saudades que não sai da minha vida,
Deita comigo e não me deixa dormi,
vou trabalhar e ela vem junto do meu lado,
tento mudar o meu pensamento,
mas é a saudade que vem em todos os momentos...
Não aguënto mas sentir saudades,
Deixa eu matar ela para que ela não me mate,
Deixa eu tiver para eu me sentir melhor
Eu ti adoro!!!
A vitória é certa!
Não tenha pressa de vencer.
Escale degrau por degrau até chegar ao topo.
Tenha pensamentos positivos, confie em Deus.
No tempo certo tudo acontecerá.
Passo a passo, dia após dia, assim são trilhados os caminhos da vida.
Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus pensamentos serão estabelecidos. (Pv. 16:3)
Olhe vá em frente
Não se esqueça
Liberdade dentro da cabeça
E a cabeça fora do que há
De mal prá você...
Não me dou pela metade,
não sou tua meio amiga nem teu quase amor.
Ou sou tudo ou sou nada.
Não suporto meios-termos.
"Tenhamos em mente
que não somos o que que os
outros pensam e, muitas vezes
nem mesmo o que pensamos ser.
Mas somos, verdadeiramente, o que
sentimos. Aliás, os sentimentos revelam
nosso desempenho no passado,
nossa atuação no presente e
nossa potencialidade no futuro."
Não aguento mais esse ti-ti-ti, esse bafafá, essa gente que não é capaz de olhar para si primeiro. Tudo precisa de rótulo, tudo precisa ser debatido, tudo precisa virar confusão, tudo é levado para o outro lado e encarado como crítica. As pessoas estão sensíveis e agressivas demais. É contraditório, eu sei. Mas jogam mil pedras nos outros e ficam ofendidas por pouco. Isso é demais pra mim. É por isso que cada vez mais eu me fecho no meu mundinho. E lá entra quem eu quero, quem é da minha tribo. Porque esse mundo onde tudo é guerra, confusão e gritaria não é comigo. Não gosto do grito, prefiro os meus silêncios. Não gosto da confusão, sou do time da calmaria. Não gosto do tumulto, prefiro a paz. Não gosto da fofoca, prefiro falar com os olhos. É mais humano, mais leal, mais digno, mais legal.
Acho que as pessoas andam perdidas. E fazem a maior questão de se preocupar com o que está fora. Esquecem que o que nos acompanha é o que fica lá dentro. E essa é a nossa melhor e pior parte.
Mente e coração.
Não existe separação entre mente e coração
Existe o que a mente pensa e o coração sente.
Ou o que o coração sente e a mente pensa.
Cuide do que pensa para que o coração fique feliz .
Cuide do que sente para que a mente fique em paz
Além da Imagem: O Olhar que Transcende
A fotografia não é apenas uma imagem congelada no tempo. Não se trata apenas de uma foto; é a tradução visual de um sentimento, uma história que vai além do que o olho pode ver. É um olhar profundo sobre o mundo, uma forma de revelar aquilo que muitas vezes escapa à percepção cotidiana. Cada fotografia carrega uma parte da minha alma, uma expressão única de como vejo e sinto o mundo ao meu redor.
Aprendi que quando se ama não existem regras!
Nada padroniza o amor.
O momento faz a metamorfose de como deve ser o amor, sem padrões..sem certo..sem errado..
O amor moralismo nenhum limita, frase pronta nenhuma define.
Aquilo que é precário ou que é excessivo no amor se ajeita, e se completa de algum jeito.
Amar é ser avesso! Nem melhor, nem pior...
é descobrir que “somos muitos mesmo sendo dois”.
Aprendi que quando se ama, ama-se e pronto!
Amor não se justifica, sente-se!
...amar é querer bem! ..
amar é
querer de perto...
Ame =))
Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.
Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.
Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?
Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.
Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.
O Silêncio Entre Nós
Meu silêncio tem o teu nome.
Carrega tudo o que não digo,
tudo o que se perdeu entre um olhar e outro.
Já não sei se calo por medo,
ou por costume.
O amor que era verbo,
virou pausa,
reticência.
Te escuto, mas não te ouço.
Te vejo, mas não te sinto.
E, mesmo ao teu lado, há um abismo.
Não de distância,
mas de ausência.
Meu silêncio não é paz.
É refúgio.
É o lugar onde escondo o que restou de mim
depois que o “nós” se desfez em eco.
Eu encontrei-a e quis duvidar
Tanto clichê
Deve não ser
Você me falou
Pra eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor
Ano novo ou velho ano?
Não importa o que já passou
Concentre-se no que esta para acontecer
Acredite, lute, agradeça pelo amanhecer
O que aconteceu de ruim eu enterrei
As coisas boas, eu compartilhei.
Nos momentos alegres chamei meus amigos para comemorar
Em fatos tristes aprendi a raciocinar
Aprendi a amar, a respeitar e a fazer as pazes.
Acreditei no que as pessoas são capazes
Ensinei o que pude no tempo certo
Parentes e amigos estiveram por perto.
Agradeci a cada segundo, pela oportunidade de viver
Aprendi a cada minuto, amar antes do anoitecer.
Criei em cada hora, um novo método de aprender
Sorri em cada mês que se passou sem ao menos ver.
E 2007 será muito melhor que esse ano que encerrou
Este presente que soa como passado nesse momento exato
O mais importante é que você mesmo acreditou
Que toda hipótese pode se tornar um fato.
Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada centímetro do teu sorriso que me dá vontade de chutar a porta que dá pra rua e sair correndo, sem saber onde fica a minha casa. Há algo que me priva de usar todas as artimanhas que eu colecionei, que me faz esquecer todas as minhas frases de efeito e que faz com que tudo que eu faça/diga pareça de uma imbecilidade infantil.
Não sei bem o que é, mas há algo presente em cada palavra que tu me apontas, que sopra em meu ar essas bolhas de sabão. A trajetória dessas pequenas bolsas de ar é tão imprevisível, tão frágil, que eu fico com medo de tocá-las. E são tantas, essas bolhas, que eu não sei atrás de qual delas eu vou correr. Aí eu fico parado, te não-ouvindo, te não-olhando e, sempre, invariavelmente, não sorrindo.
Eu fico sem saber o que fazer.
...
Reticências me perseguem. Não consigo colocar um ponto final nessa história. Simplesmente não quero.
Je t'aime.
