Poemas Nao quero dizer Adeus

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⁠A resiliência constrói pontes: um pássaro ferido não se eleva sem o impulso do vento, mas o vento não impulsiona um pássaro sem força para se elevar acima de si.

Estou tão exausta mentalmente hoje, que não tenho ânimo nenhum para levantar da cama.

⁠São os famintos de prestígio e que não sabem sofrer a sua fraqueza, os complexados de poder, complexados de inferioridade, que buscam obter um cargo que os torne grandes, porque não são grandes.
Quem é grande não procura ocupar o cargo grande. Quem realmente é grande cria para si a própria grandeza. É grande porque é grande, e não porque ocupa um cargo grande.

“Prepare-se para o pior; o melhor cuida de si mesmo.” Isso pode soar como uma obviedade, mas não é: basta observar o quanto as pessoas tendem a se preparar para o melhor e esperar que o pior cuide de si mesmo.

Nassim Nicholas Taleb
Antifrágil. Rio de Janeiro: Best Business, 2015.

Eu entendo que você está com raiva, mas não precisa ficar com raiva do mundo inteiro. Você pode simplesmente ficar com raiva de mim.

⁠Só dois tipos de pessoas podem não gostar de mim: as que não me conhecem, e as que me conheceram demais.

⁠Bom dia a todos, ( mais que belo dia não é?) Pois domingo e feriado também pode ser um ótimo dia para fazer treinamentos, aproveite e faça séries de pernas com o peso das suas péssimas escolhas e desculpas sem perdão

⁠O sofrimento nós faz evoluir a um nível de conhecimento que ainda não descobrimos o porquê que somente o sofrimento nós faz ter acesso a essas informações secretas que surpreendente causa evolução coletiva e não somente individual. Mas alguém tem que pagar um preço alto para então outros receberem o mesmo conhecido
Sem os danos colaterais.

Para seu futuro daqui a 15, 20 anos… Você precisa se esforçar agora. Pois o que você não pode fazer agora, você vai poder fazer um dia.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba
3ª temporada, episódio 2.

Foquei no que era passageiro e agora não sei o que fazer sem o que deveria ser para sempre.

⁠O mito é que não existe tempo suficiente. Existe muito tempo. O que não existe é foco suficiente no tempo que você tem. Você ganha ao direcionar sua atenção para coisas melhores.

Fico irritado quando as pessoas tentam convencer os outros de que sua raiva ou estresse não se justifica se outra pessoa no mundo está em pior situação do que eles. É papo furado. Suas emoções e reações são legítimas. Não deixe que ninguém lhe diga outra coisa.

Você desiste de tudo. Você nunca vai querer amar de novo, não importa que tipo seja, porque nenhum tipo de amor nunca valerá a pena passar pelo amor feio de novo.

De certa forma, gosto do fato de ele ser um livro fechado. Não dá para desgostar de um livro que ainda não foi lido.

⁠É triste a dor da saudade , é triste chorar .
Mas triste mesmo é não ter a quem lembrar .

⁠É uma verdade profunda e necessária que as coisas importantes na ciência não são descobertas porque são úteis; elas são descobertas porque foi possível encontrá-las.

⁠Você é uma mulher incrível, capaz de superar qualquer obstáculo que a vida possa apresentar. Não tenha medo de voar alto e alcançar seus sonhos, pois estarei aqui ao seu lado, admirando e apoiando cada passo do seu caminho.

Não importa quantas vezes me deixem triste. A história é minha, eu decido se vai ou não haver um final feliz.

Chega de me encolher, gemer, resmungar: a gente se acostuma com a dor. Isso machuca. Não ser perfeita machuca. Ter de me preocupar com trabalho para comer e ter uma casa dói. Grande coisa. Estava mais do que na hora. Este é o mês que encerra um quarto de século para mim, vivido sob a mesma sombra do medo: medo de que não chegarei à perfeição idealizada: sempre lutei, lutei e venci, sem perfeição, com a aceitação de mim mesma como alguém que tem o direito de viver em meus próprios termos humanos e falhos.

Sylvia Plath
Os diários de Sylvia Plath: 1950 – 1962. São Paulo: Biblioteca Azul, 2017.

Minha vida, sinto, não será vivida até que haja livros e histórias que a revivam perpetuamente no tempo.

Sylvia Plath
Os diários de Sylvia Plath: 1950 – 1962. São Paulo: Biblioteca Azul, 2017.