Poemas Nao quero dizer Adeus
[Anúncio do seu sorriso]
Do anúncio ao anunciante
Um sorriso belo e contagiante!
Em minha mente, um pranto
de regozijo ao anunciante.
Olho para uma cor...
Seu anúncio aparece
Olho para uma flor
Novamente o resplandece.
Um anúncio bem planejado.
Em lugares aleatórios;
aparece nos olhos ou na mente
umas 300 vezes, literalmente.
Aparece "do nada" em mim;
Como se eu precisasse para sobreviver. Realmente eu gosto de ver.
Seu anúncio. Nunca me canso de ver.
Esse calafrio na barriga; essa mudança no meu corpo ao te ver ou sentir.
Seja isso “o alimento dos sentimentos”?
Ou o medo alertando-o?
Por alguma razão, você faz parte dessa cena.
Nada se cria do nada!
Nem mesmo uma frase...
Até para isso, precisamos passar por
algumas circunstâncias.
Ela tem belos olhos
Um olhar profundo
E no rosto, um sorriso lindo.
Para mim, você é meu mundo.
Se sonhar com você fosse estar contigo.
Desejaria que a noite chegasse logo
Para tem um sono profundo.
Se sentir flutuar...
Voar sobre as nuvens
no céu de alguém.
Passear pelas belezas que há.
Avistar um sorriso... de canto talvez.
Já é uma dádiva.
E por fim, acampar no abraço
de quem te faz bem!
Ver-te… Mesmo que seja por 1 segundo!
Acelera os meus batimentos cardíacos.
Eu saio desse mundo físico
Fazendo com que, vivo só de pensamentos!
Por que desistir de alguém que tira um sorriso seu?
De quem te faz lembrar só porque ouviu uma música, um filme…
De alguém que é o seu último pensamento antes de dormir.
De alguém que te tira do chão e te faz ser a melhor pessoa do mundo, sem nem mesmo querer nada em troca.
Por quê?
Eis a questão! Não há motivo!
Sabe…
Se você está Feliz.
É porque algo ou alguém te faz bem;
faz-te feliz.
Portanto! Preserve e cuide do motivo da sua felicidade.
Achamos lindo um pássaro cantando
Achamos perfeito uma natureza verde
Sempre acreditamos no Amor
Mas nunca enxergamos o "motivo" que levam a acontecer tais coisas.
Antes eu achava a “noite” muito ruim porque eu queria brincar mais;
Tempos depois, uma das melhores coisas que existe é a “noite” porque é a hora em que descansamos, recarregamos nossas energias…
Hoje, nesse exato momento a “noite” serve para: chorarmos, pensarmos, refletir… tantas coisas que chegamos a falar porque nada é do jeito que queremos?
“Que absurdo eu chegar a esse ponto! Porque D'eu reclamar?”
Se estou aqui é porque eu conquistei o dia; é porque venci a luta do dia! Não tenho porque reclamar.
Perdoe-me Deus…
Tão linda e cheirosa,
como uma flor na primavera.
Nos lábios; beijos e traços desenhados
para o meu “quem me dera…”
Ainda acredito que um dia,
As pessoas acreditarão no silêncio;
Entenderão as palavras nunca ditas. Porque igual o amor;
As palavras não precisa ser ditas
Para se compreender os sentimentos!
Mesmo sendo impossível.
Se fosse possível veres o que meus olhos veem
E sentisse dentro de si o que sinto.
Talvez, a história seria outra.
Cada dia que passa,
Vai ficando pior!
Vai ficando distante;
Aos poucos desaparecendo…
Estou eu aqui, sobrevivendo.
Um dia, eu sonhei
Que tudo estava bem.
Mas quando acordei;
Realmente estava bem.
— Porque esperava o mal?
— Podes sonhar também!
Agradece a Deus e durma feliz!
Assim acordará também.
Porque nem sempre o mal
Estar ao nosso redor;
Paz e alegria também,
Rodeia entre nós.
Tenho um desejo insano.
É meio conturbador;
Em, querer sem poder.
Afeta minha alma.
Me faz enlouquecer.
Porque tem que ser assim?
Distâncias e medos
Não fazem sentido.
É um embaralho entanto.
Conturbado? Sim! Fico.
Relicário do Tempo
No âmbar do tempo, há portais escondidos,
vestígios de astros, de passos perdidos.
O agora, que vibra em tão tênue espessura,
é sombra de outrora, é veste de altura.
Caminho em espiral sob cúpulas mudas,
em ruínas de horas, em casas agudas.
O tempo não passa — ele gira, ele espreita,
esculpe memórias na carne desfeita.
Se tento prendê-lo, escorre em minha mão,
mas volta em silêncio no sonho e no chão.
Se falo seu nome, ele cala em mistério,
oculto nos traços do mundo etéreo.
Talvez seja templo, talvez seja abismo,
ou um deus que se veste de ritmo e cismo.
Mas sigo seu rastro com olhos fechados,
ouvindo relógios nos céus enluarados.
Pois sei — mesmo quando se parte e se finda,
há algo no tempo que nunca rescinda.
Um fio, uma trégua, um véu de infinito,
que dança, que some… no velho labirinto.
