Poemas Nao quero dizer Adeus
A imensidão não pesa: ela respira. É leve como o vento que toca a terra e profunda como a lua que vigia em silêncio.
Saibamos aproveitar o primeiro domingo do ano para não termos a insolência de culpar a primeira segunda-feira pelo cansaço das comemorações.
Nunca foi sobre oferecer flores.
No Dia Internacional das Mulheres, sempre foi sobre não oferecer espinhos nos outros 364 dias do ano.
Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.
O problema dos arrogantes é a "síndrome da abelha", querem ser rainhas, mas não passam de meros insetos.
O pior cego já não é aquele que não quer ver, mas aquele que acha que vê. Não querer ver é opcional, achar que vê é estupidez.
É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.
Não há espaço para a arrogância nas fileiras silenciosas de parede e meia, onde todos se nivelam por baixo, em barraquinhos tão pequenos e cheios de nada.
Não há Ausência de Paz mais contraditória que sugerir ceder às chantagens a pretexto de Pacificação.
Se o mundo não tivesse dado voz aos idiotas a pretexto de descobri-los, talvez não veríamos tantos inteligentes flertando com a estupidez.
Não costumo me encontrar com todos que amo no Natal, mas sempre que me encontro com quem amo, costumo encontrar o Natal.
Nunca há despedidas fáceis, sobretudo daqueles que não tem o nosso sangue, mas tem aquele que o bombeia.
Não fossem as Lembranças Coloridas que eternizastes, jamais suportaríamos a Tristeza de um dia tão Cinzento.
Não me incomodo com os que fingem bondade ou maldade, os que me inquietam a alma são os que tentam fingir alegria.
