Poemas Nao quero dizer Adeus
Não tenho medo de que eles desistam de mim; temeria, sim, que quem me amou me abandonasse. Cristo! Por Ele vivo, por Ele caminho.
“A vida é sobre o que se é, não sobre o que se tem. Talvez você seja cheio de promessas de Deus, mas a sua verdadeira identidade pode bloquear os seus próprios caminhos.”
Se o espaço onde brilhas te pede sempre mais do que tens, não é aprendizagem, é um incêndio silencioso a consumir-te por dentro.
Vou mudar. Nem que isso demore um século. Vou mudar, não pelas pessoas, mas sim por mim. Por estar cansada de ser pisada, de ser o problema. De uma vez por todas vou me tornar a solução!
Não tenho maldade nenhuma, meu coração não guarda rancores,
algumas mágoas somente, mas isso é normal não é? Tenho a mente tranquila!
Eu não abri mão totalmente da minha infância, e na verdade nunca abrirei. Tem uma pureza e uma simplicidade na infância que eu espero manter para a vida toda. Belo é ver que mesmo beirando o fim da vida, algumas pessoas são capazes de sorrir e de valorizar pequenas coisas na vida.
Eu sou de sagitário. É realmente complicado lidar comigo e pra piorar, não tenho manual. Aprenda! Aprenda que sou doce, mas quero viver, ser livre e feliz. Vem do meu lado se quiser viajar, curtir, amar e desvendar esse mundão comigo. Se quiser tentar mudar algo é melhor correr, desistir e não perder seu tempo. Sou signo de fogo, paixão, energia, entusiasmo e intensidade.
Pra falar a verdade eu não tô bem, mas de que isso importa pra você? Você podia ser a solução de tudo mas é só mais um problema.
Enquanto você sofre esperando pelas coisas grandes que ainda não pôde fazer, está cheio de pequeninas acrescentando uma felicidade por minuto!... Epa! Pintou mais uma! FUI!!!
O bom de envelhecer é a transição para a fase mais honesta de nossas vidas. Não havendo mais preocupação com empregadores em potencial, e nem com o perfil obrigatório de “bom moço” mostrado nas redes, mais repressores que a mais torpe das ditaduras, é quando se pode usar apenas a alma e o caráter para mandar às favas o “politicamente correto”, derrubar a masmorra que aprisionava a essência indômita e arrancar a última mordaça que prendia na garganta a voz das vítimas dos achaques e das injustiças.
Perdi anos de minha vida sofrendo com as idiotices que todo mundo dizia que precisava fazer para não ser tido como doido, até descobrir quão prazeroso pode ser fazê-las apenas com gente perto para que todos continuem pensando que eu sou normal.
Toda unanimidade não é apenas burra: quem a integra acredita disfarçar sua burrice pelo uso de uma suposta verdade coletiva que geralmente nada tem de inteligente! A rigor, é provável que todas as peças que compõem o todo, se somadas, não alcancem a inteligência de um único jumento!
O bom senso nos diz que o ceticismo tem um limite, e este vai até o ponto em que a lógica não o contradiga. A negação pura e simples, a partir desse ponto, se contrapõe não apenas à lógica, mas às fronteiras aceitáveis da inteligência.
A aparente inexistência de vinculo com um crime não significa exatamente “falta de provas”, mas apenas que o criminoso pode ter sido esperto o bastante para apagar todos os seus rastros. E é quando o acusador devera se mostrar mais cientista que juiz para focar no “horizonte de eventos”, que afasta qualquer hipótese de não vinculação.
O vicio dos elementos acusatórios só ocorre quando o juiz forja um horizonte de eventos, que sabe ser inexistente, para retirar do réu as possibilidades de provar sua inocência.
Aqueles que não aprenderam a lidar com o passado arrastam seus traumas por toda uma existência, comportando-se como feras acuadas que precisam atacar antes para não enfrentar supostas ameaças que só existem em suas cabeças.
A melhor das suas intenções não diz coisa alguma para quem já está predisposto a não o aceitar. Daí que não há equívoco a corrigir nem culpa a se resgatar, já que a reação do outro só pertence a ele e não fica sob o seu controle.
Não é sobre acreditar, é sobre a autenticidade da fonte; não se trata do conteúdo, mas do marketing usado.
