Poemas Nao quero dizer Adeus
Quando te conheci.
Quando te conheci foi de repente, mas não foi por acaso, te encontrei e logo me apaixonei. Bastaram algumas palavras e já me encantei, e logo após vieram os gestos e sua ternura, começamos feito brasas que mais pareciam chamas, porém, em pouco tempo, o desejo era intenso que em passos firmes deixou de ser breve, e de tão breve a vida passa num instante, e um instante é muito pouco para sonhar.
Tempo
O tempo e muito lento para os que esperam, e muito rápido para quem tem medo, o passado não reconhecer seu lugar e se torna sempre presente, trazendo lembranças para aqueles que estão apaixonados e tornando aquilo que tinha o nome de tempo hoje uma eternidade.
Ela é poesia.
Em sua perfeição poetica ela é bela. A poesia não só entrou em sua alma como tomou conta do corpo dela, as vezes tão séria mais com um sorriso no rosto que mais parece o desabrochar de uma primavera, o mundo sem a dona deste sorriso e a penas uma esfera.
Não mendigue o que não tem para te oferecer .
Cansei de mendigar atenção onde só tive interpretação .
cansei de querer está onde minha presença nunk se fizeram notar.
Me dei me dediquei, fiz por onde estar e existir onde no final nem a consideração de um bom dia eu mereci.
Como falei ,tentei me preocupei me esforcei onde foi dito que foi tentando aquilo que nunk foi visto .
Pois para quem disse que existia sentimentos e falou de momentos hoje mostra que foi tudo fingimento .
Antes solidão hoje vazio
Solidão não é Ruin para quem aprende a viver com ela ,pois ela vira sua amiga companheira e vc aprende a viver na escuridão. Ruin é vc provar da luz por alguns momentos e se entregar a sentimentos o qual destrói aquele mundo o qual vc nunk deveria ter saído, pois ninguém merece viver de falsas ilusões. Ilusões que machucam, maltratam e destroem o que vc nem sabia que existia. Sentimentos verdadeiros jogados ao vento .
pensamentos ao vento
No fim tu hás de ver que as coisas mais lindas e únicas o vento não conseguiu levar as lembranças:
um carinho no momento preciso.
Um abraço na hora certa.
Um beijo encaixado no momento desejado.
E a beleza da rosa para quem foi agraciada.
Nem o sorriso mais belo da minha adorada .
Lembrança e o nome deste sentimento algo bom e ruin dependendo de quem senti. Algo que nem o tempo nem o vento desfaz. Aquilo que o coração construiu nem ele desfaz.
O Império da Mentira
William Contraponto
O sangue traça o marco da inglória,
Não há justificativa no terror gratuito.
A mentira inaugura uma fase decisória,
Com seu império, grito e bomba dá o veredito.
O medo ergue o altar do comandante,
Que vende paz com pólvora na mão.
Se o inimigo é vago e mutante,
Cabe ao discurso moldar a razão.
A história curva-se ao protocolo,
Entre sanções, promessas e punhais.
E a verdade, enclausurada no solo,
Silencia sob escombros imorais.
Cria-se o monstro em tela e manchete,
Edita-se a fúria com precisão.
A máquina mente, projeta e repete —
E a guerra ganha nova encenação.
Com mapas falsos e dardos verbais,
Assina pactos, escolhe a invasão.
E enquanto lucros fluem dos canais,
O povo sangra sem explicação.
Em salas frias, o jogo é traçado:
Quem morre, quem lucra, quem irá cair.
E a potência, ao engano viciada,
Segue a história que insiste em mentir.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
Não deixarei herdeiros de sangue.
Deixarei herdeiros de ideias.
Filhos do pensamento e irmãos de recusa
Aqueles que Pensam Demais
Wlliam Contraponto
Pensar demais é sombra que não passa,
é lume estranho à festa da clareza.
Enquanto o riso dança e a pressa abraça,
a mente arde — silêncio com firmeza.
Vêm cheios de perguntas que não dormem,
incômodas, sem resposta na mão.
Enquanto outros seguem formas e normas,
eles andam nas bordas da contradição.
Não suportam o raso das conversas,
nem o teatro fácil de parecer.
Cada silêncio guarda o que não dispersa,
cada gesto recusa pertencer.
Chamam de frio o que é só cuidado,
de orgulho o que é só dor contida.
Mas é só o peso de ter enxergado
frestas demais na mesma vida.
E quando vão, não vão por desprezo —
mas por cansaço de ser farol.
Viram demais, queimaram em segredo,
preferem o escuro ao falso sol.
Pensar demais é sombra que não passa.
É uma busca quieta, rara e imensa.
Num mundo ansioso que ri e disfarça,
pensar demais é forma de presença.
O Vício Invisível
William Contraponto
O pior vício é aquele que não se vê,
não há marcas no corpo a denunciar,
mas na mente, o jogo cresce em segredo,
e o coração se perde no não-lugar.
Não há suor, nem tremor na mão,
é o silêncio que arrasta a razão,
sem dor visível, mas um abismo profundo,
onde o ser se dissolve em pura ilusão.
A cada aposta, um pedaço da vida,
mas ninguém vê, e ninguém pode saber,
é o vício que se oculta na mente perdida,
como um fogo que consome sem aparecer.
E o pior é que não se sente a prisão,
não há correntes, nem marca a pele,
mas a alma se fecha, sem direção,
e a esperança se esvai, sem que se revele.
Boneca do Vazio
William Contraponto
Há um corpo que não respira,
com olhos fixos no não-ser.
No colo, a ausência gira
vestida de um quase-viver.
Não chora, mas comove a alma,
não cresce, mas sabe esperar.
É ternura sem ter calma,
é consolo a simular.
Boneca feita de lamento,
de desejo e de negação.
O tempo ali é fingimento,
repetição sem coração.
É culto ao que nunca sente,
fetiche do eterno imaculado.
Negar o real, tão pungente,
por um afeto embalado.
No berço, repousa o espelho
de um mundo que teme sofrer.
Prefere o falso conselho
a ver o amor perecer.
Tão real quanto uma mentira dita,
com olhos que não sabem ver.
É o retrato de uma era aflita
que troca o fato por parecer.
Meu Desejo, Meu Sistema
Se eu tivesse um recurso,
não ergueria muros, nem prédios altos.
Eu compraria um pedaço de chão,
onde o céu pudesse dormir comigo.
Não sonho com domótica,
nem com a pressa das avenidas,
mas com o cheiro de terra molhada
e a conversa das folhas ao vento.
Queria um sítio não de fuga,
mas de reencontro.
Onde as frutas amadurecem com o tempo
e não com o código de barras.
Onde o galo me acordasse,
e a fome fosse saciada
com o que as minhas mãos tocassem:
milho, couve, mel silvestre.
Queria ouvir o canto das aves,
e não os alertas do celular.
Queria cochilar no embalo das árvores,
não no zumbido das máquinas.
Sonho com um lugar onde eu possa pertencer
e não apenas funcionar.
Onde viver não seja resistir,
mas florescer.
E se um dia o mundo voltar pra si,
quero estar ali
plantando, colhendo,
e sendo só...
ser.
Mas construíram torres com fios e luz,
prometeram o paraíso em telas,
a palavra virou dado,
o afeto notificação.
Chamaram de avanço,
mas esqueceram os passos de quem varria o chão,
de quem atendia com voz quente
e sorriso invisível no balcão.
As máquinas chegaram.
Tão velozes, tão eficientes,
mas frias,
jamais perguntarão como foi seu dia.
A inteligência é artificial,
mas a ausência é real.
O robô trabalha sem descanso,
mas ninguém pergunta
quem perdeu o sono e o salário.
A utopia foi vendida em pacotes de dados,
mas não coube no prato de quem sonhava
com um mundo menos duro.
E enquanto os donos do código brindam no alto,
lá embaixo,
um silêncio automático responde ao desemprego:
"Desculpe, não entendi sua solicitação."
O berço da existência
Não é a pedra que se ergue,
nem o sangue que flui no ser.
Há um sopro que emerge,
um antes que nos faz ver.
Se a matéria é um corpo sem alma,
um vaso sem o que há de conter,
quem desenha a linha da palma?
Que inteligência faz o ser?
Não é o acaso, a vã corrente,
nem o pó que se aglomera.
Há um desígnio, uma mente,
que a forma invisível gera.
Como o vento que move o moinho,
sem peso, sem mão, sem cor,
assim essa essência, esse caminho,
é a razão do nosso fulgor.
Ela tece o fio do invisível,
na urdidura que a vida teima.
Do Nada que se faz indizível,
nasce o cosmos, o corpo, o poema.
E em cada pulso, em cada fibra,
no menor inseto, no mais vasto céu,
ecoou a primeira vibra,
da Luz que antecede o véu.
Assim sou eu, reflexo e certeza,
dessa Consciência que me sustém.
Não sou a forma, mas a beleza
do que na essência me contém.
Danyyel Elan
Conhece-te a ti mesmo
Ser forte
não é fingir que não dói.
É aceitar que sente
e, ainda assim, permanecer inteiro.
Minha natureza é essa:
eu sinto.
Eu respeito.
Eu me importo.
Mesmo quando isso parece tolice para o mundo.
E enquanto muitos usam o poder
para dobrar os outros,
eu escolho o poder que me liberta:
o de permanecer quem eu sou.
Porque, no fim,
o sábio
não é quem vence disputas...
é quem não se perde de si.
Epílogo do LIVRO DAS REFLEXÕES
por Danyyel Elan
Lançamento em breve.
Sorria, seja alegre, Emanar a FELICIDADE
Esse Mundo não lhe merece...
Pessoas que Amamos
Irão demostrar o quanto Vale o Sentimento Verdadeiro?
Você irá saber o que realmente Vale
Esse Mundo não lhe Merece...
Você é de outro Tempo
Você pertence a outro Lugar.
Sempre será paixão somente, quando não existe o compromisso de aceitação completa qualidades e defeitos do ser amado obviamente. Concluísse que Amar não gera desequilíbrio e sim uma harmonia perfeita entre a:
- Paixão= atração química e
- Compromisso= Responsabilidade com Confiança e Dedicação que irá suportar com o ser Amado. agora multiplique isso vezes o infinito, e leve para as profundezas do Eterno, e terá um deslumbre da visão sobre a definição do Amor em minha terminologia.
O Amor é criativo, e aumenta o quanto haja sua expressão. Não se gasta, nem se consome. Amor gera Amor, pois ele busca seu próprio poder em todas as partes e momentos, e assim sublima-se em sua Devoção.
O Amor nao sente inveja, ciúmes ou egoísmo, ele é a expressão mais pura e próxima de divina relação com Deus.
O Amor aperfeiçoar as pessoas que amam.
O Amor é o poder ilimitado pelo qual o homem pode governa sua vida, tão qual o poder pelo qual Deus Governa o universo.
O Amor ao ser gerado, impulsiona a gratidão verdadeira, e onde coloca a alma do seres humano mais perto de Deus é desperta nos outros o Amor em seus corações.
Que podemos nos envolver com a aura crescente de amor, e assim dissipamos as sombras da insegurança do medo de sermos felizes, pois temos a dádiva de vivenciar o Amor estando Vivo perante a vontade de nosso criador, nosso Deus.
O Amor dentro de nós, em nosso interior, assim como nossa Relação com Deus.
Eu Amo Amar Você Vida!!!
NÃO se deve buscar MOTIVOS no AMOR VEDADEIRO de alguém...
Ele é uma Dádiva...
O Poder de AMAR na VIDA é simplesmente um MILAGRE...
Não pare por medo de recomeços incertos.
A vida é cheia deles e quem decide fazer dar certo é você.
Prossiga.
