Poemas Marcantes de Amor
Ignore os palpites de quem nunca teve coragem de entrar na arena; só quem se arrisca realmente entende o jogo e a verdadeira batalha que enfrentamos
Não me importo mais com o julgamento alheio.
Apenas me afasto e sigo em frente, pois aquele que julga o próximo já se afastou de Jesus e eu escolhi segui-lo.
Saúde é muito mais do que um peso na balança… ou talvez, seja mais sobre o peso que você carrega na alma, nos pensamos e emoções.
Sobre o peso de “ter” que ser perfeito sob a perspectiva do outro, sobre o peso das coisas que você cala (e o corpo escuta ), sobre o peso de seguir caminhos que não te fazem bem e perder-se de si mesmo.
O grande problema nos relacionamentos é tratar o outro como um objeto e as alianças de compromisso como coleiras de bicho de estimação.
Ao se relacionar com um boy magia, você corre o risco de acabar todo o encanto, como num passe de mágica.
Nosso crescimento pode ser comparado à germinação de uma semente, que ocorre de dentro pra fora. Não espere o contrário. Se regue de perseverança e busque se alimentar da fé naquele que não dorme, Deus.
A minha vida é regada de amores esquecidos, amores envolvidos, amores lembrados, amores celebrados, amores guardados e amores bem amados.
Nunca esqueça daqueles que um dia lhe foi préstimo e acompanhou seus dias desvalidos e de angústias. Esses dias findam; mas sua afeição e gratidão devem por bem serem sequentes.
"Eu não compro presentes caros para ser admirado, porque o valor verdadeiro está no gesto, não no preço."
Uma paixão vivida ou rejeitada pode gerar a energia para uma revolução. Já vi homens recusarem dinheiro para fazer um trabalho, mas vi homens arriscarem suas vidas por uma paixão. Que dirá Helena de Troia. Se você quer realizar algo em sua Vida, viva intensamente uma paixão, você terá a força e a coragem de mil homens.
"Nos olhamos, nos apaixonamos... E atualmente somos um casal onde problemas existem, só que um relacionamento levado a sério persiste."
"Fazer parte de uma nova família e ter carinho e consideração dos familiares da pessoa amada, é privilégio para poucos."
E aqui estou eu, esperando o telefone tocar e rezando pra ser ele, ouvindo músicas românticas e me encaixando em todas as letras, sentindo saudade de um cara que nem tem nada sério comigo... Estou eu aqui de novo apaixonada, depois de me prometer diversas vezes que nunca mais ia gostar tanto assim de alguém. No começo era só diversão eu sei, entrei nessa só para curtir, nada sério... mas com o passar do tempo vi que as coisas mudaram... notei isso quando uma vez ao desligar o telefone depois de uma conversa com ele fiquei morrendo de vontade de dizer: boa noite, dorme bem... eu te amo.
As mazelas da vida nos fazem mais românticos. Mais poéticos. Vem também com a súbita ideia de que levamos uma vida prosaica.
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
