Poemas Lya Luft fim de Semana
Uma escola que não respeita a diversidade de seus funcionários, jamais respeitará a diferença de suas crianças.
Muitas vezes, somos iludidos pela confiança: mas a desconfiança faz que sejamos por nós mesmo enganados.
"Ela disse: “Estou com tanto medo…” E eu perguntei: “Por quê?” Aí, ela respondeu: “Porque estou me sentindo profundamente feliz. E uma felicidade assim é assustadora.” Voltei a perguntar por quê, e ela prosseguiu: “Só permitem que alguém seja assim tão feliz se estão se preparando para lhe tirar algo”."
é que na verdade, depois de tantas decepções a gente pensa duas vezes antes de se entregar a qualquer um.
Sentir-se reprimido, discriminado ou ofendido é coisa totalmente subjetiva, independente da experiência real. Uns desprezam até ofensas e perseguições violentas, enquanto outros se sentem feridos de morte por uma piadinha ou um vago olhar de ironia.
O Brasil não irá crescer enquanto os homens de terno agirem cada vez mais como crianças, e as crianças com uniformes querendo agir como adultos de terno cada vez mais cedo.
“Respeito humano”, na linguagem da Igreja, é desagradar a Deus para não pagar mico. É o vício endêmico do nosso tempo.
Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria. Que ela não se afaste dos teus lábios, não se afaste de teu coração.
Na liderança de um sentimento com poder de sedução, desejos provocantes invadem corações que "aos extremos do amor" entram em delírios extasiantes inexplicáveis.
O sábio não permite que o governem, nem tampouco pretende governar os outros; o que quer apenas é que a razão governe sozinha e sempre.
O amor mais bonito é aquele que faz a pessoa se sentir única, especial. É aquele que trata com respeito, com atenção e jamais aceita interferências. O amor mais bonito encanta com atitudes..."
O Brasil é isso: uma engenhoca construída pelo diabo, entre orgasmos de humorismo sádico, para frustrar todas as esperanças humanas e assegurar que nenhum problema grande ou pequeno, coletivo ou individual, terá jamais solução.
Se nunca ficássemos doentes, não saberíamos o que significa a saúde. Se nunca tivéssemos fome, não experimentaríamos a agradável sensação de saciá-la depois de uma refeição. Se nunca houvesse guerras, não saberíamos o valor da paz, e se nunca houvesse inverno, não poderíamos assistir a chegada da primavera. Tanto o bem quanto o mal são necessários ao todo.
A natureza nos ensina que o fruto não depende apenas do cuidado com a árvore, mas na paciência de esperar que ela cresça e amadureça.
