Poemas Libertação
A libertação recebeu sua explicação máxima quando Cristo teve seus braços e os pés presos e, assim mesmo, manteve-se liberto!
Viciado em seja lá o que for, não é vivo, é morto; buscar a libertação que procede do Altíssimo Deus é a única solução para viver!
Pensamento do dia 21/06/2017
A libertação do medo e da autopiedade não é uma tarefa em curto prazo é preciso praticá-la pelo resto de nossa vida.
A Guiné- Bissau fez a luta de libertação Nacional.Mas,só isso não basta.É convém fazer também a luta de libertação psicológica para ver se tudo muda.
Lidar com aquilo que nos atormenta, é andar na direção da cura e libertação na estrada da existência
A linguagem é um instrumento de libertação ou aprisionamento contínuo. A maior controle social de todos os tempos é feito através da linguagem. A libertação pessoal deve ser conquistada por conta própria, pois não é oferecida gratuitamente a ninguém, nem mesmo aos escolhidos.
Uma das melhores formas de libertação é se esforçar por melhorias sem ter o dinheiro como objetivo final.
Muitos esbravejam, gritam e tocam os tambores anunciando a sua libertação da caverna de Platão, só que infelizmente 😔 continuam carregando em seu inconsciente: as sombras do medo, as loucuras de suas máscaras, a ganância e a corrupção. Pobres seres, que mesmo tentando caminhar na luz da vida, estão sempre apavorados com as suas escuridões mentais, que se enraizaram no seu espírito. Mas há uma grande e real forma de libertação, que é tendo um encontro verdadeiro com o Cristo, 🤗para poder abandonar, de vez, a sua própria cruz, que estará sempre algemando as almas dos arrogantes, hipócritas, caluniadores, pobres de espírito e infiéis. Porém, buscais primeiramente a sabedoria de Deus e a sua justiça, porque as demais coisas Ele vos acrescentará.🙏 E desta forma poderás abandonar de vez, a falsa camuflagem, para que todos possam lhe ver, como uma verdadeira imagem e semelhança do Criador.
A teologia da libertação é a arma de guerra que Satanás deu a governantes comunistas. E, estes repassaram aos consagrados (padres, bispos, religiosos), aos pastores evangélicos e teólogos inimigos de Deus para destruírem o cristianismo.
Ataíde Lemos
Perdoar é um ato de libertação que nos permite soltar as amarras do passado e seguir em frente sem rancor ou ressentimento. No entanto, é importante lembrar que perdoar não significa necessariamente conviver com a pessoa que nos feriu, mas sim deixar de alimentar o ódio e o desejo de vingança dentro de nós mesmos.
A mobilização das massas, quando ocorre por ocasião da guerra de libertação, introduz em cada consciência a noção da causa comum, de destino nacional, de história coletiva. Assim, a segunda fase, a da construção da nação, vê-se facilitada pela existência desse morteiro moldado no sangue e na cólera. Então compreende-se melhor a originalidade do vocabulário usado nos países subdesenvolvidos. Durante o período colonial, convidava-se o povo a lutar contra a opressão. Depois da libertação nacional, ele é convidado a lutar contra a miséria, o analfabetismo, o subdesenvolvimento. A luta, como afirmam, continua. O povo percebe que a vida é um combate interminável.
A violência do colonizado, como dissemos, unifica o povo. Na verdade, em virtude de sua estrutura, o colonialismo é separatista e regionalista. O colonialismo não se contenta em constatar a existência de tribos, ele as reforça e diferencia. O sistema colonial alimenta as chefaturas e reativa as velhas confrarias de marabus. A violência, em sua prática, é totalizante, nacional. Por esse motivo, traz no seu íntimo o aniquilamento do regionalismo e do tribalismo. Da mesma forma, os partidos nacionalistas mostram-se particularmente impiedosos com os caides e os chefes tradicionais. A eliminação de ambos é um pré-requisito para a unificação do povo.
A Teologia da Libertação sob Marx é uma inversão do sentido da Fé que troca a graça divina pela violência humana na guerra de classes.
Apego e desapego, ação e inação, escravidão e libertação, ganhar e perder. A dualidade é puramente mental. Abandone a alegria de ganhar e a tristeza de perder e seja feliz meu irmão.
Depois de tanto tempo e tanta luta pela libertação de "O Quinto dos Infernos" o Brasil continua escravo do capital imoral cobrado em cima de toda carga tributária produzida no país. É pior ainda, pois, antes, era Colônia e Portugal cobrava apenas um quinto, ou seja, 20%, inclusive do ouro. Hoje, somos democráticos e pagamos 38,80% (PIB em 2006) de carga tributária. QUASE O DOBRO!!! DEIXAMOS A MORTE DE TIRADENTES SER EM VÃO OU PERDEMOS A NOÇÃO DO CÚMULO DA BURRICE!
