Poemas Góticos de Amor
Não adianta você ficar triste e angustiado, pois o que é para você fazer, então tem que reagir, mas o impossível só Deus irá fazer!
Se andas tristes em meio a dias chuvosos e tenebrosos, se as flores do seu jardim estão murchas, arranque-as e plante outras sementes. Regue-as com esperança e deixe o sol da alegria brilhar novamente. Cuide com carinho e espere seu jardim florir outra vez. Lembre-se de que, assim como as estações mudam, os dias difíceis também passarão. Lourdes Duarte.
Triste é ler no palitinho do sorvete "Madeira de Reflorestamento" e achar que está tudo bem a chacina de árvores, pois né, ela é reflorestada.
Não fique triste por aqueles "amigos" que se foram.Esses que estão entre aspas,só viviam assim,entre você e a dúvida de serem genuinamente amigos de verdade.Logo não eram amigos,mas conhecidos!
Cada escolha é uma morte possível, um caminho abandonado que nos define mais do que as decisões que tomamos.
O maior dilema da vida não é a morte, mas como viver sabendo que tudo é transitório e que nenhum significado é definitivo.
As tardes mortas de um porão escuro e empoeirado, infestadas pelas traças da melancolia que habitam o esconderijo mental dos dias floridos de um calendário que está chegando ao fim.
“É incrível como alguns seres humanos têm o dom de espalhar tristeza ao redor. Às vezes, basta uma palavra torta, uma atitude fria ou um gesto egoísta para apagar o brilho de quem está perto. O mais triste é que eles nem percebem o estrago que causam. Mas a verdade é simples: onde existe amargura, nasce amargura; onde existe luz, nasce luz. E eu prefiro continuar sendo luz, mesmo quando alguns insistem em trazer escuridão.”
Até quem um dia foi sombra pode, de repente, acenar como luz — e o coração, mesmo relutante, percebe que a vida adora escrever capítulos inesperados.
Brincar sem medo com a palavra morte é como dizer: temor, remo, mor, ter...Por isso que passo por ela sem medo de perder meu norte!
Quando nós chegamos aos 83, pensamos como Gil, nosso cantor luminoso: não temos medo da morte. Mas de como vamos morrer... Cheguei a conclusão de que: A morte é a última nota de uma grande sinfonia que é a vida!
Não é a falta de evidência que mantém os homens na ignorância, mas o apego às sombras que aprenderam a chamar de verdade.
Muitos preferem a tranquilidade da caverna à luz que revela a realidade, pois sair dela exige mais do que enxergar o mundo — exige coragem para abandonar as próprias ilusões
Sinto falta do que não volta, aprendi a me escolher, mesmo doendo, e carrego uma tristeza silenciosa que já não implora por ninguém.
