Poemas Góticos de Amor
É possível concluir por meio de sua personalidade interessante que graças ao Senhor, ela aprendeu a ser de verdade e a tratar-se com mais amor sem a necessidade de corresponder a sua versão idealizada por aqueles que não a conhecem de fato, que querem apenas julgá-la, assim, não tem a intenção de agradá-los.
É claro que ainda existe uma grande instabilidade, mas desde que percebeu a sua relevância, renasce sempre que é preciso, respeitando suas fases, mantendo seus valores, admirando seus belos detalhes, sabores, formas e cores, uma resiliência em constante atividade.
Às vezes, ela chega a esquecer, então, acho prudente lembrá-la através dos meus versos que ela é uma mulher maravilhosa que merece ser amada e que quando se sente fraca, é Deus que renova suas forças, portanto, não carece de migalhas de atenção, nem de ser definida por suas falhas, pois com esta lembrança, poderá seguir com gratidão.
Falando francamente neste simples momento, vejo em ti, um florescer, belo, amável e naturalmente sedutor, um coração muito fértil, onde o amor pode germinar, sendo assim, uma linda flor que floresceu para amar.
Então, não é de se estranhar que despertas interesses, encantas olhares, pois uma natureza como a tua enriquece, sendo uma fonte de vitalidade, entretanto, acredito que muitos não percebem a tua entusiasmante essencialidade.
Não sou ingênuo para colocar-te num pedestal, sei que assim como eu, também erras, mas percebo bem as tuas qualidades, pelo menos uma parte delas, és uma bênção de verdade, uma mulher que é uma riqueza.
Seja você alguém solteiro ou comprometido, se ainda não o faz,
comece a Namorar a si mesmo, sinta a felicidade de estar consigo, perceba suas qualidades, não foque tanto nos seus defeitos, ou seja, demonstre a si um amor de verdade, um necessário respeito.
Penso honestamente que quando o amor vem de quem sabe se amar, deve ser um mais caloroso, acolhedor, mais saudável, que tem mais valor, um bem de quem está se amando para quem está sendo verdadeiramente amado, um inconfundível sabor.
A reciprocidade é rara e ficará ainda mais difícil de existir se uma das partes não se ama, além do mais quem tem amor por si, saberá a hora adequada de ir embora, portanto, um amor verdadeiro precisa ser certeiro de dentro para fora.
Sendo bem honesto, vejo nos teus olhos um universo gracioso, intenso que já foi muito mal frequentado até que vieste despertar e, hoje, possivelmente, estás vivenciando o teu melhor momento com teu amor próprio transbordando e o Senhor reconstruindo-te aos poucos por dentro.
És preciosa, a profundidade do teu viver e o teu jeito veemente de sentir rejeitam a superficialidade, nem consegues fingir, pois tamanha é a transparência destas peculiaridades que permitem que a tua essência venha a seduzir facilmente, superando até a tua beleza física tão evidente.
Nesta tua fase atual, entendes que para amar-te de verdade, as palavras não são o bastante, os atos são indispensáveis, principalmente, os simples e calorosos, também alguns complexos, de uma troca de olhares, de carícias e beijos a uma demonstração clara de zelo.
O charme do teu olhar profundo e certeiro é muito hipnotizante, uma clara similaridade com o desabrochar belo de uma rosa que logo exala o seu doce perfume e exibi suas pétalas delicadas e charmosas, iluminando um simples momento marcante sem que peça nada em troca.
Consoante com esta comparação, assim como uma linda flor, a grande admiração que provocas precisa e merece estar acompanhada do zelo, a rica essência do que é amar numa justa demonstração que torna o amor verdadeiro, que requer muito mais do que apenas um admirar.
Devido a permissão do Senhor, és um florescer profundamente amável e atraente que faz germinar o melhor de alguém, que, pouco a pouco, no seu coração, vai florescendo bons sentimentos consistentes, portanto, um bem que não pode ser menosprezado, vindo de uma mulher tão envolvente.
O teu jeito é meigo e muito caloroso de olhar, teus lábios já são protuberantes e ficam ainda mais ornados com o vermelho, uma boca bem esboçada, cabelos pretos de um fulgor admirável, logo, és uma mulher feita de amor que está aprendendo aos poucos o que é a amar e que merece ser amada de volta para que a tua essencialidade possa perdurar.
Representas notoriamente uma harmonia de fatores que fascinam de imediato com tuas cores fortes e amáveis, o teu liberto espírito acalorado, por conseguinte, existe uma verdade que se destaca do teu íntimo aos teus traços, mais do que só um rosto bonito, é onde a felicidade valiosa se instaura num resplendor cativante de romantismo.
Não é sem motivos que a tua companhia é enriquecedora, inconfundível, bastante carinhosa, que transforma pessoas e lugares, proporcionando uma euforia grandiosa com tanta vitalidade, que renova ricamente, que fortalece em meio às dificuldades, simplesmente, indispensável, parte da divina benignidade.
Sua existência é provadamente rara, falo isso sem exageros, por ser bela de várias formas, tendo olhos vívidos, verdadeiros, que refletem o amor, uma autencidade no sorriso, um resplendor emocionante na alma, um caráter íntegro, muito encantador, uma prova de regozijo, um fruto legítimo do Senhor.
Singularidade difícil de encontrar por tamanha preciosidade, sendo bastante salutar para quem encontrá-la, desde que saiba o que é amar pra que possa respeitá-la, perceba suas qualidades, não a despreze por causa de suas falhas, as quais não diminuem o seu valor e o mérito de ser amada.
Quando for encontrada finalmente, será como alcançar a vida fascinante que existe no fundo do mar, chegar até um almejado oásis no deserto, ser conduzido por uma luz amável na densa escuridão, iluminado por raios de sol num dia cinzento, portanto, poder sentir uma distinta exultação.
Não tenho dúvida de que se alcança uma grande vitória ao perceber que amar é um verbo que carece ser conjugado numa constância de atos que o comprovem, não como um fardo e nem de um modo perfeito, mas que seja notável, verdadeiro e contigo não pode ser diferente, é exatamente esta conjugação amável que mereces.
Partindo deste entendimento, espero que o teu mundo seja acessado por intermédio de um amor sincero, acalorado, cativado constantemente, compartilhando um elo precioso, admirável, fortalecido reciprocamente, unindo mundos, pois, consequemente, estarás amando e sendo amada verdadeiramente.
Desconheço se pensas desse jeito, mas este é o ideal que acredito e quero para ti, muito difícil de ser alcançado, o que não o torna impossível ou menos relevante, se amares a Deus e a ti mesma, darás o primeiro passo, talvez, o de maior importância, uma diferença deleitável, já serás amavelmente vitoriosa.
Há alguns anos, certa vez, estava assistindo a um filme, no qual, em uma das cenas, foi dita a seguinte frase "A coisa mais importante que se pode aprender na vida é amar. E em troca, amado ser." , vi tanta verdade que ficou marcada na minha mente, uma indispensável aprendizagem.
Refletindo nas palavras em destaque, sem ultrapassar o âmbito humano, pensei no amor próprio, pois aquele que aprende a amar-se verdadeiramente, por conseguinte, é amado de volta e está apto para demostrar a outrem o seu amor com um valor bastante notável.
E de acordo com esta forma de pensar, a "troca" citada anteriormente trata-se de uma recompensa e não de uma condição, levando em conta que é contraditório alguém que aprendeu amar a si, ainda assim, ficar na dependência de ser correspondido por outro para só então agir.
Continuando a refletir sobre o que foi dito na cena em questão, penso que, talvez, o protagonista estivesse dizendo em outras palavras que tinha a aptidão necessária para prestar o seu amor, que estava disposto a amar e que seria muito recompensado se fosse amado de volta num vínculo salutar.
Não nos lembramos de dias, lembramos de momentos.
Viva o momento, se você tem uma pessoa que você ama, fale para ela pois não sabemos o dia de amanhã e pode ser tarde demais e tudo acabar, então viva o agora e fale que ama essa pessoa pois esta pessoa pode gostar de você também, você pode está perdendo o amor de sua vida então aproveite cada momento ao lado da pessoa que você ama.
Amar é agir sem pensar
no que pode conseguir
com o ato.
É pensar como pode agir
conseguindo atuar
amando tudo que faz
para quem dedica o seu amor.
Carta Lenta à Velocidade do Mundo.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
meu bem,
há em caligrafar uma carta
um gesto arcaico que resiste
como se a mão, ao traçar o contorno das palavras,
buscasse recuperar o antigo rito
em que a mensagem era também oferenda
e cada sílaba repousava
no silêncio atento de quem a enviava
mas o tempo, esse senhor impaciente,
anunciou a nova ordem
em que a pressa submete o afeto
e o correio, outrora cortejo cerimonioso,
foi mutilado pela urgência
até que a missiva, privada de sua demora,
se converteu em míssil
um projétil que fere aquilo que tenta alcançar
sendo assim
pergunto a mim mesmo o que fazer
como seguir escrevendo
num mundo que desaprende a espera
e teme a profundidade dos gestos?
ainda assim, e talvez por isso mesmo
insisto em lhe escrever
uma salva de ternuras
que não busca destino
mas presença,
uma pequena convocação ao eterno
para que saiba que, entre ruínas e ruídos,
há alguém que continua a lhe querer
na paciência do que é verdadeiro, e que cada palavra enviada
mesmo que perdida no vento
é uma centelha acesa
contra o desaparecimento, pois só o que escrevemos com a alma, perdura e segue respirando
na vastidão luminosa do que cremos.
A ROSA QUE NASCE NO INTERIOR DO AFETO.
Do Livro: Primavera De Solidão. Ano: 1990.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há um instante em que o coração compreende o que a razão sempre hesitou em admitir: ninguém se inclina a decifrar outro ser se não houver, dentro de si, uma chama que o mova. Conhecer alguém não é um gesto automático; é um desvelo que exige paciência, vigília, escuta, quase uma peregrinação íntima. E quando alguém percorre esse caminho para dentro de você, não o faz por curiosidade, mas por ternura silenciosa.
É por isso que a rosa única tem força maior do que todas as demais. Há muitas espalhadas pelo mundo, mas apenas aquela que recebeu nossas mãos, nossas dúvidas, nossos cuidados e nossas noites insones adquire sentido verdadeiro. Ela não é rara por natureza, mas torna-se insubstituível pela intensidade com que a amamos.
Assim também acontece com as pessoas: o mundo está cheio delas, porém só uma toca a alma naquela profundidade em que o tempo perde peso e a memória se converte em abrigo. São essas almas que nos aprendem, que nos escutam por dentro, que se detêm em nossos medos e tentam compreendê-los como se fossem seus.
No fim, amar é escolher uma só rosa num jardim infinito, e conhecê-la até que o perfume que dela brota passe a perfumar também o que somos. É essa escolha que transforma o ordinário em destino e o encontro em promessa de permanência.
A GEOGRAFIA SECRETA DO DESEJO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O convite não é súbito nem vulgar. Ele nasce da lenta consciência de que o corpo do outro não é apenas matéria oferecida ao toque, mas território onde a própria identidade reorganiza-se. Aproximar-se é um ato filosófico,estranho e secreto. Cada centímetro revelado desmonta antigas certezas e reconstrói-se o pensamento a partir da carne sentida.
O corpo amado deixa de ser limite torna-se linguagem. A pele já não conserva cor porque a cor pertence ao olhar comum e aqui não há superfície. Há profundidade. Há uma psicologia na ampulheta do gesto e uma ética no toque. O desejo não invade. Ele interroga. Ele escuta. Ele compreende antes de possuir.
Neste encontro não existe pressa. A tradição clássica desse desjo conhece o valor da espera e da contemplação. O olhar percorre como quem lê um tratado silencioso. O toque argumenta. O corpo responde. Cada aproximação formula-se como uma tese sobre o que significa existir para além de si no corpo de alguém amado, mesmo sem anular a própria essência.
A mente e o raciocínio não se ausentam. Pelo contrário. Eles observam o próprio abandono com lucidez. O prazer não dissolve-se do pensamento. Ele aprofunda-se. O outro torna-se espelho e amor de rendição. Nele a identidade expande-se sem perder-se. Nele o desejo alcança a dignidade da reflexão real.
Quando enfim o encontro completa-se não há triunfo nem posse. Há reconhecimento. Dois universos não fundem-se. Eles compreendem-se em silêncio e permanecem íntegros.
Amar assim é aceitar que o desejo mais elevado não quer consumir o outro, mas revelar aquilo que só existe quando dois corpos pensam juntos.
A MULHER QUE TOCAVA ESTRELAS COM A ALMA.
Numa manhã fria de março de 1857, na cidade escocesa de Dundee, nasceu Williamina Paton Stevens Fleming — uma menina que, ainda antes de conhecer o céu, já carregava as estrelas dentro de si.
Aos 14 anos, já era professora.
Mais tarde, foi abandonada grávida pelo marido ao chegar aos EUA.
Sem opções, tornou-se empregada doméstica…
…na casa do diretor do Observatório de Harvard.
Frustrado com seus assistentes homens, ele disse:
“Minha criada escocesa faria um trabalho melhor que todos vocês.”
E fez.
Em 1881, Williamina trocou o avental pelas lentes astronômicas.
Sem diploma. Sem cátedra.
Mas com a mente brilhante e a alma determinada.
Foi pioneira entre as “Computadores de Harvard”, um grupo de mulheres que — nos bastidores da ciência — traçou os mapas do céu com os próprios olhos.
*Ela catalogou mais de 10.000 estrelas.
*Descobriu 10 novas.
*Identificou 59 nebulosas e mais de 300 estrelas variáveis.
*Criou o sistema de classificação estelar ainda usado hoje.
Num universo dominado por homens, ela se tornou a primeira mulher membro honorário da Real Sociedade Astronômica.
Williamina não apenas estudou as estrelas.
Ela se tornou uma.
Inspiração que atravessa séculos
Mesmo invisível aos olhos de seu tempo, ela redesenhou o céu.
E nos ensinou que é possível renascer das cinzas,
brilhar no silêncio,
e escrever a própria constelação — com coragem.
“Quando você sentir que está à margem da história, lembre-se: até as constelações só se formam depois de noites inteiras de paciência.”
Entre Espinhos e Estrelas.
" Só senti as dores da minha rosa quando me feri nos seus espinhos. "
Antes disso, eu apenas a contemplava sem compreender que a beleza também pode ser uma forma de abismo.
Há perfumes que embriagam a alma antes de feri-la,
e há sentidos tão suaves que, quando se vão, deixam cicatrizes invisíveis.
A vida não se revela a cada dia mas a cada segundo.
Ela se insinua em lampejos, no intervalo entre um suspiro e outro,
quando o coração se distrai e o tempo aproveita para nos ensinar algo.
E o que aprendemos não é o que queríamos,
mas o que precisávamos para continuar respirando entre as dores.
Descobri que toda rosa carrega o peso do seu próprio espinho,
assim como cada amor traz consigo a possibilidade da perda.
Mas ainda assim quem recusaria o toque de uma rosa,
sabendo que ela é o instante em que o eterno decide ser belo por um momento?
Minhas lágrimas caem nas estrelas,
e o céu, compassivo, as recolhe como se entendesse o idioma do meu silêncio.
Há dores que não se dizem apenas cintilam.
Elas se transformam em luz quando a alma não encontra mais lugar para escondê-las.
E então compreendo: o que dói em mim não é apenas o espinho,
mas o amor que ainda pulsa, mesmo depois da ferida.
A rosa não me pertenceu e, ainda assim, foi minha,
porque me ensinou que a beleza é o instante em que o sofrimento decide florescer.
Há quem olhe para o céu em busca de respostas;
eu apenas observo as estrelas e choro nelas,
porque nelas reconheço o brilho das minhas próprias quedas.
E quando o vento passa, sinto que a vida
essa estranha combinação de dor e deslumbramento
ainda me sopra o perfume daquilo que perdi.
E é assim que sigo:
entre espinhos e estrelas,
entre feridas e perfumes,
aprendendo que amar é, talvez,
a mais bela forma de doer.
No Longe Que Eu Aprendi A Sentir A Realidade.
Longe é apenas o nome que damos ao que não sabemos como vicejar.
Não é o espaço que nos separa, mas o silêncio entre dois corações que ainda se chamam.
Quando o amor for verdadeiro, nenhuma estrada o dissolve ele continua a pulsar no intervalo das lembranças, entre o que fomos e o que deixamos de dizer.
A saudade é alguém gritando por nós através do tempo.
É o som da memória pedindo para ser escutada, o eco do que não morreu inteiramente.
Há vozes que não cessam, mesmo quando o mundo silencia.
Elas habitam o ar, os objetos, o perfume antigo que o vento traz sem querer.
Quem já amou profundamente sabe:
não há fronteira capaz de separar o espírito do sentimento, mesmo de nenhum sentimento...
O longe é um disfarce que enfeita o amor, mesmo calado, continua a escrever cartas invisíveis, para ser plenamente mais sincero...para não mais doer, para não mais ser compreendido porque esta algemado na mesma saudade de lágrimas da saudade.
E a saudade…
a saudade é o envelope que nunca se fecha.
“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”
Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.
És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.
Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.
Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.
Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.
O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.
Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.
Amar vem antes de ser amado.
O mundo está descontrolado,
porque muitos querem ser amados
E poucos sabendo amar.
