Poemas Famosos sobre o Meio Ambiente
Desencontrada com os olhos pedintes.
Corta-se ao meio .
Fragmenta-se.
Se tu não estás,
Também não estou em mim.
O coro dos anjos
Sussurra seu nome.
Amado. Sou sua.
Acolhe-me.
Desencontrada com os olhos pedintes.
Corta-se ao meio .
Fragmenta-se.
Se tu não estás,
Também não estou em mim.
O coro dos anjos
Sussurra seu nome.
Amado. Sou sua.
Acolhe-me.
Lene Dantas.
Acordei tarde
passava do meio dia.
Os verdes anos já amarelados:
o espelho não mentia.
Tempo que não perdoa
nem a vã filosofia.
Rezar, rezar... Palavras perdidas no meio das costelas.
Do pequeno templo entre montanhas escorrem os seus olhares.
Obediente, sigo o caminho.
Nas pontas dos meus olhos reina sua estepe enegrecida.
Rubor aparente no meio da escuridão mouca.
Sinfonias de aromas me penetram as narinas.
A viscosidade não tarda.
Também não tardam os uivos descontrolados da loucura.
E a noite navega o mundo enquanto eu soçobro na laca vulcânica do seu prazer.
E meu riso meneia fundido às lágrimas salgadas da sua pele.
E meus lábios dançam naufragados na imensidão vermelha. ..
Um sorriso,
o cabelo partido ao meio
e tulipas cor-de-rosa.
Por todo o resto
algodão doce espalhado.
Nuvens
de pensamentos soprados
pelo tempo,
sopradas
pelo vento.
No seu ombro esquerdo o Cão,
no direito Gabriel.
E, no meio, apenas você,
na sua incomensurável solidão,
para decidir
a quem dar ouvidos.
Antes era frio demais, agora é quente demais, tá na hora de evoluir e encontrar o meio-termo.
E se for pra orar, que a oração seja direcionada então pra um deus chamado AMANHÃ.
Ter um coração morno é o meu pedido.
Dói. Enobrece a alma.
Festividade em meio ao pensamento.
Vento não é canção, mas quando passa, sai esvaindo por dentro.
Dói. Abandono de praça.
Amargurado com o coração.
Não é leilão, mas se dar como brinquedo.
Machuca. Machuca a alma.
Como mergulhar no fundo do poço e não ter saída.
Em meio a multidões se encontra vazia.
Machuca procurar o que tá perdido.
É como labirinto, roda, roda, mas não se acha nada.
O que foi perdido, no momento está partindo em meio à estrada.
Turbilhões. Embora exista mundo, no meu mundo não tem ninguém.
E o coração, embora brigue com a razão é por falta de alguém.
Quando pensas-te em ti, saio um pouco de mim.
Perco-me. Perco-me na escuridão de seus olhos.
Procuro-me no seu sorriso, de dia.
Acho-me quando sorrir.
Sonhei. Acordei. E já passou da conta.
A hora de levantar é o que desmorona.
Sem ter um e-mail seu, um bom dia ou um oi.
Tchau é o que dissestes pela ultima vez e não mais apareceu.
Poucas recordações, mas levou um pouco do meu eu.
De onde vem tanta tristeza, não sei! Mas prefiro esconde-la.
Silêncio, não grite! Sabe que não vão escutar.
Fale. Fale baixinho, quem sabe uma alma perdida á de lhe achar.
Espere. Mas espere andando, nunca se sabe a hora de parar.
Uma música, ouvi no radio. Passou na tevê. Em carros de som. Tudo fez lembrar você.
Cartas de adeus, palavras de quem nunca leu.
Pessoas sem alegria, coisas vazias e na dor, ah, na dor... Se faz um poeta.
Sorria. Sorria com os encantos, a vida continua.
Chore, mas não chore pelos cantos, não fique escondida.
Durma. Durma no calar da noite. Sentimento que fala com a voz do pensamento.
Adormeça, mas não se esqueça, não esqueça!
Que em meio às paradas e estações exageradas. Do quanto mudou a minha vida.
as redes sociais são meio de comunicação e não um psicólogo...
não exponha seus problemas nela
não é necessário o mundo saber deles...
a única coisa q vai acontecer é todos saberem, comentarem de sua vida e você mesmo q seja o responsável por isso
Hoje eu acordei assim no meio da chuva no meio do frio no meio
Do vento
Deixei minha cama vazia para encarar São Paulo
Passei minha manha sem escuta um canto de um pássaro
Não vir o brilho do sol não senti o aroma da mata
Não vi o desabrochar das flores
Não ouvir o lati dos cachorros
Não ouvir as crianças a brincar
Anoiteceu a lua desceu, mas ela não apareceu por quê?
No meio da chuva são Paulo não deixa a lua dançar
O sol cantar os pássaros assobiar
Os cachorros passear
As crianças brincar
Isso é vida sem luar?
Na minha terra do lado de lá
Os pássaros cantam
O sol se levanta
A lua convida os amigos na praça a senta-se a ela admirar
Os casais a namorar
A serenata tocar
Vou dormi
Quem sabe amanha vou sorrir?
Quem sabe amanha o sol vai brilhar?
Quem sabe os pássaros vão cantar?
Quem sabe as flores vão se abrir?
Quem sabe pela noite a lua me convida
Com ela a senta-me?
Com ela conversar?
Quem sabe?
Reflexão...
Hoje te vi meio triste,
Não sabes mas que insiste,
A reflexão do coração viste,
Um sorriso de esperança liste.
Quando a tristeza o visitar,
Peça para a dona felicidade entrar,
Para que a esperança o fortaleça,
E todo o mal você o vença.
Hoje te dou uma reflexão,
Vida e morte e também a paixão,
Fosse o elo do teu coração.
Você tem direito a imersão,
Em um mundo de criação e opção,
E hoje, refletido, sai desta prisão.
Chega na festa e chama atenção.
No meio da noite, já é atração.
Mas no fim da noite ... é meu seu coração.
- Passo a maior parte do tempo vendo uma miragem, onde a felicidade está em meio aos espinhos.
- Procura se beliscar quando perceber que isso está acontecendo.
- Por quê?
- Assim se sentirá viva para enxergar os espinhos reais, a felicidade real.
...
- Deu certo, pena que esses beliscões só despertam enquanto sentimos a dor.
- No final das contas, a dor é inevitável, a realidade não.
Cheiro de vomito
Teclas manchadas.
Assim como um esgoto.
Meio a contra gosto.
Continuo permanecendo,
nem perecendo.
Tô vencendo!
E só vejo a vitória quando
estou no meu limite.
E já posso tocar nela,
é só questão de tempo.
A procurou tanto
por tanto tempo
e em todo canto
que se deu conta
em meio ao pranto
de ter perdido a si
por procurá-la tanto.
Tinha um caminho no meio da pedra
Ou uma pedra no meio do caminho
Ou uma foto do Drummond no meio do livro
Sei que meus olhos tropeçaram em algum ponto da página
Esboço de um epitáfio
O canto do quero-quero, a xícara de café no meio da tarde
Ah, que alegria!
Lembranças que deixo. Sonhos que desvanecem
Vocês – família, amigos, vizinhos, conhecidos, estranhos
Não estou mais aí, aliás, não estou nem aqui
Jazo invisivelmente, sou um símbolo a partir de agora
Nada levo, mas depois de mim – o mundo – belo e áspero, miserável e sublime ainda será o mesmo.
O céu azulado, os desenhos que fiz, as mulheres que beijei e levei para cama, a ânsia de dar sentido a minha vida...
Meu romantismo, minha solidão, meu refúgio, os mundos que criei; as páginas da bíblia, os enigmas espirituais...
Nada mais me toca nada mais me diz um ai
Por quê? Porque não existo mais
Sou pó, ao pó retornei.
Café
Se frio, não obrigada. Morno?! Ainda pior. Meio termo nunca me fez suspirar. Se quero, quero quente, saindo fumaça e, se possível, que desenhe inúmeros sorrisos dançando no ar.
Ah, e acrescente bastante açúcar, por favor! No amor, mais é sempre melhor; Não faço regime.
http://glacecomlimao.wordpress.com/2013/02/02/cafe/
Começo a te amar,
Mesmo que seja numa rua em movimento
Quando se levanto vejo meio tonto,
o seu rosto em meu pensamento
É tudo uma coisa sem sentindo, uma rua sem nome,
sem saída, mais feita de palavras em movimento.
Quero ficar nessa rua sem nome,
porque é la que você está
Quero morar, na rua dos seus sonhos,
onde eu vou realizar.
Mim beija e deixa cair a ficha
Com seus lábios molhados, meu amor.
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