Poemas Famosos sobre o Mar
Escrever para a posteridade é como lançar uma garrafa ao mar do tempo, com a certeza de que ela chegará à praia de quem mais precisa dela.
A fé contemporânea não naufragou no mar da dúvida; ela foi sufocada no balcão de negócios de deuses terceirizados, onde o dízimo virou investimento, o púlpito virou palanque e o crime virou segredo institucional.
Campos do Jordão e Ilhabela me fazem sentir conectado. As montanhas, o céu, a areia e o mar. É como se eu fizesse parte de algo maior do que eu mesmo. Mágico!
Reno Fioraso
Quando a nossa própria vontade é um mar revolto, a Palavra de Deus é a única âncora que não cede à maré.
"Ela precisa de um mar de flores amarelas um barco feito de livros e Deus, pra ela velejar com todas coisas que ela mais ama pra longe de tudo que tira sua paz"
Se o vento soprar quero estar no mar, se a chuva cair não quero do canto sair, se o sol chegar quero minha pele queimar, se o mundo girar quero o horizonte florir e não me preocupo se o ponteiro do relógio não para. Sou de ficar onde meu coração se acalma. Eu sou alma lavada com água doce e salgada.
Cai a tarde deste domingo cinzento, eu aqui neste apartamento frente para o mar, tão só, esperando o tempo passar. E, por fim, neste tormento. E poder em breve te amar.
Nossa relação foi linda, forte, invejada por muitos, pisei na bola, te perdi, me conformo, ficou marcas que jamais serão apagadas.
O barco navega e o ajudante vê os peixes pulando no mar; e colhe-os para comer, dividir e cortar suas porções.
Na praia, o vento falou teu nome, e as ondas vieram responder, como se o mar soubesse o quanto amo você.
Na passagem de ano!
O mar é mágico e sempre atende aos sete pedidos, nos pulinhos sobre as ondas, na passagem de ano feita por quem cultiva o amor no coração.
A vida é como estar em um barco em alto mar, sem remos, sem motor, âncora e sem água... Sobreviver só depende de você.
Em algum lugar, à beira do mar da minha querida Florianópolis, sob a chuva que cai incessante, as sonatas de Beethoven não são apenas música, são tempestades que rasgam a alma, ondas que se confundem com notas e silêncios que ecoam na vastidão do céu cinzento.
Sob a velha Hercílio Luz, diante da imensidão do mar que se perde no horizonte, sinto a mão de Deus me abraçando, lembrando-me da dádiva de ter nascido neste pedaço de paraíso que pulsa com a brisa, a chuva e o som das ondas.
As almas rasas não suportam o peso da profundidade e invariavelmente se afogam no mar de quem ousa pensar e sentir.
Não há glamour no sofrimento. O que faço é apenas documentar o naufrágio para que o mar não pareça tão vazio.
A tristeza é um mar calmo onde a gente pode afundar sem fazer barulho, deixando que a pressão da água nos abrace até que não sintamos mais o frio da superfície. É um refúgio perigoso, um abraço de ferro que nos protege do mundo ao custo de nos tirar o ar.
