Poemas Famosos de Morte
A morte em sua forma carnal é inexorável e imprevisível, não pode ser evitada e em qualquer momento pode chegar. No entanto, é algo que nunca deve nos dá medo, pois o medo existe quando não estamos preparados para ela, quando estivermos nunca à temeremos.
O Tempo me ensinou que a gente é esquecido em vida e lembrado na morte. Por isso viva sem esperar nada de ninguém.
Incapaz de alcançar as claridades da morte, rastejo na sombra dos dias, e ainda existo somente pela vontade de deixar de existir.
A morte é o gênio inspirador, a musa da filosofia... Sem ela, dificilmente ter-se-ia filosofado.
É honroso para um jovem morto e mutilado em batalha por uma lança de bronze. Em sua morte tudo que fez soa belo.
A cruz não foi apenas um instrumento de morte, mas o lugar de máxima humilhação. No mundo romano, morrer crucificado era ser colocado como um espetáculo de vergonha, despido, exposto, rejeitado e amaldiçoado diante da sociedade. A crucificação não buscava apenas tirar a vida, mas também destruir a honra da pessoa.
Existe apenas uma fonte de paz revelada na Escritura, que é o sacrifício da morte de Cristo, e a expiação que Ele fez pelo pecado naquela morte sofrida na cruz. Para obter uma porção dessa grande paz, nós precisamos apenas “olhar”, pela fé, para Jesus, como nosso Substituto e Redentor, carregando os nossos pecados em Seu próprio corpo, e lançando todo o peso de nossas almas Nele. Para aproveitar essa paz habitualmente, nós temos que “diariamente olhar para trás”, para o mesmo ponto assombroso do qual começamos, diariamente trazendo toda nossa iniqüidade a Ele, e diariamente lembrando que “o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.” (Isaías 53:6). Isto, eu me atrevo a dizer, é o caminho Bíblico para a paz.
Uma vida passiva e inativa é a imagem da morte, e o abandono da vida; é antecipar o nada antes que ele chegue.
sfj,reflexões
C.Baudelaire, seu funeral foi pouco concorrido. Faltaram até amigos. Sua morte só foi sentida pelas publicações literárias.
sfj,caracteres
A morte é coisa terrível para Cícero, , desagradável para Catão, indiferente para Sócrates.
sfj,caracteres
Apenas outras ideias
Quando fomos expulsos do paraíso, perdemos a imortalidade, e a morte começou a andar nas terras dos homens. Mas, o mais impressionante é o medo que dizem ter dela. A morte é o primeiro fardo e o medo dela é a primeira mentira. A verdade é que temos medo do desconhecido, então não tememos a morte, pois essa é a única certeza ao nascer, e sim o momento que ela resolverá acontecer.
Se você soubesse que morrerá amanhã, às 08h30minh, atropelado por um carro de cor azul, e que isso seria inevitável, o que você faria? Não sairia de casa? Tentaria compensar o tempo fazendo algo que tem prazer? Sentiria desespero? Nessa hora eu gostaria de ser a morte apenas para observar a sua reação! Lembre-se é inevitável, você sentiria medo da morte, mesmo depois de saber quando vai encontrá-la? Alguns idosos acreditam que antes de morrer a pessoa sente que irá embora e não voltará, e eu acredito que seja apenas nesse momento que realmente percebemos que estávamos vivos. O medo que temos na hora de partir não é da morte e sim do que vivemos (nossos escrúpulos, derrotas, erros, vitorias e acertos).
Você teme a resposta que dará a morte quando ela perguntar:
- Sua vida valeu a pena?
Entretanto, me pergunto: qual a diferença entre a morte católica e a morte protestante? Nenhuma! Todos querem apenas poder! Garanto que nenhum deles pensa em Jesus Cristo quando agem como demônios!
*Do personagem Adam Morgan, ateu que se tornou padre para fugir da Inquisição, do livro A Insígnia de Claymor *
Já dizia minha grande filosofa de cabeceira Dercy Gonçalves , a morte é linda , mais a vida é mais linda e maravilhosa ainda
Thiago 31/03/2012
(MOTO PRA QUÊ? MORRER POR ACIDENTE!?)
Não pense que por ser prudente
Estará livre da morte por acidente
Se uma motocicleta pilotar;
Se o resto dessa gente
Num sabe mais do que ser valente
De quem tem menos de quatro rodas pra andar.
A metástase da carne tem início na alma. O vírus do câncer é quântico. Morte no multiverso, todas as réplicas tombando como peças de dominó.
Morremos em série, a nível cósmico. Apagados, obliterados, dizimados. O não-ser da mais infinita impossibilidade, nada pleno, oco perfeito.
Morremos molecularmente. No osso do átomo. Na estagnação do elétron. Deus cai na latrina e o Demônio toca a descarga. Morremos. Morremos.
Morremos e enquanto agonizamos a morfina do entretenimento nos distrai do estertor uníssono de células presas aos coágulos pastosos que somos.
A cultura da maldade, da imbecilidade e do vazio. A cultura da ausência de cultura. Não contra-cultura, mas a própria antimatéria da cultura.
Todo conhecimento convergindo para um fétido buraco-negro, ralo que suga mentes e amalgama cérebros perdendo-se no fomento do agora crônico.
Mas que dor seria legítima sem espectadores? Um ator não representa por detrás das cortinas. Toda calúnia há de ser lançada ao devido rosto.
Para que soro corrosivo da encenação grotesca carcoma a vil máscara do público, revelando a fealdade explícita por trás da maquiagem humana.
