Poemas Famosos de Medo
Essa noite eu tive medo das lembranças que me parecia pavorosamente cruel que acompanhava a saudade de você;
Não consegui pregar os olhos pensando nos teus beijos e como o seu calor me fazia tão bem;
O meu medo me dava motivos de chorar, sem abraços e sem consolos, me via sozinho e sem saída;
No escuro eu percebia o infinito das horas que se arrastavam para o meu desespero machucando o meu ego cpmp um castigo sem perdão;
Sem ter culpa do acaso, mas com medo do que há de acontecer para que consigamos aprender a lição e não mais termos o descanso da nação;
Sem memória de querer uma única chance de se tornar o inesperado e feliz pelo querer lúcido e forte para a alma;
Damos a vida para não sermos vítima do que não nos cabe, porém nos cercam como aprovação;
Propago os meus versos para disser algo ao meu favor, não amo de propósito nem atenuo com medo do que vão disser ou me julgar;
Me doí quando percebo que não sou amado nem perjuro para agradar o meu próximo com intenções incertas;
Com todos os defeitos que em mim grita em desespero para encontrar a paz, também se faz lucida para o amor incomparável que nunca me faltou!;
Meu medo se desfaz sem que eu olhe para traz, falando do que é verdade sem hesitações ou constrangimento do que se possa temer;
Hoje o descaso não mais incomoda para a preocupação de falar de amor para com o meu próximo;
Nunca perco a esperança que permanece em meu coração se mantendo de pé pela fé e pelo chamado do meu senhor;
Peço para que meus sentimentos me ajude a cultivar você que tanto tenho medo que se perca em qual quer canto;
Deixo-me de lado para atenciosamente cuidar de você e acalentar o seu doce coração em verdades e carinho;
Escuridão não mais me assusta, pois tenho a luz da felicidade esperando por você ao meu lado;
Às vezes sinto que a minha solidão faz parte de mim e já não é a ausência que me causa medo, pois o abandono se tornou a minha companhia;
Muita das vezes sou um louco sem direção que caminha beirando a calçada tropeçando em minhas próprias ansiedades;
Minha saudade não é de um tempo perdido, mas de mim que faz falta em meu interior desarrumando o meu presente;
Nem tenho mais palavras para definir a situação que me encontro, porém tento me apagar no medo de ser feliz para que você seja;
Não quero beirar o teu coração esperando que alguém chore a decepção de nunca ter esperado;
Posso viver no escuro, te assistindo ou até te cultuando para torcer o que você já perdeu;
Oh mulher tão desejada, te perder não é frustração e sim conservar uma doce paixão, em silêncio na perfeição;
Meus pensamentos são a respostas do meu silêncio que nascem durante a formação de um medo ou de uma frustração que atacam como certa epidemia;
Mas certificando-se com uma história que faz todo sentido, a praxe de não achar que tudo tomará seu devido rumo;
Pois não deixe teus sonhos em qual quer esquina ou que se perca por motivos frustrantes por que mais adiante faltará um pedaço de ti por não deixar rastros;
Recito em gritos o que o meu coração pensa, sem pudor ou sem medo para não buscar a perfeição e não quero que procure em mim também;
Encontre-me com um sorriso verdadeiro, faceiro que me dê as chances de vê-la quando sigo as minhas loucuras;
Espero em não saber o que a hora nem mesmo o momento faça acontecer sem que eu saiba, nas certezas e indecisões;
Estar com você é estar vivo e sem medo de viver é se sentir feliz para toda a eternidade;
Com liberdade quero conhecer o seu interior para o amanhã construirmos a nossa cama;
Não vou pegar pesado na conveniência de tentar te proteger sem que eu desapareça para se esconder desse amor infinito;
Deixa-me só te dizer o quanto lhe amo e tenho medo de não mais conseguir viver entre a distância que me convenha;
Meus olhos ficam distante na lembrança da saudade de você ou na pergunta do por quê;
Busco ser conveniente para me adequar aos seus princípios em um tanto que você me fez enlouquecer;
Já tive medo de amar, já me amedrontei em não ser o que todos queriam ver, mas nunca me entendi ou nunca me compreendi;
Tive incertezas de não ser aceito como sou ou das palavras que eu pensava, mesmo sabendo de que era preciso o meu manifestar;
Calei no meu silêncio quando na verdade queria gritar pela liberdade de falar, voar sem motivos e invadir um lado oposto da vida;
Possivelmente o meu entender são verdades que ninguém ouve ou sente que na delicadeza soa como gentileza dos meus lábios;
O sentimento que traz a felicidade também é a mesma que mágoa ferindo o medo demarcado pela frustração;
Ninguém ameniza para acalentar uma ansiedade, mas sim julga machucando o que não tortura somente;
Realidade da vida é minha condição que não me deixa tranqüilo adentrando em um sentimento incendiado para justificar a minha alma;
Aprecio as tuas atitudes de demonstrar os teus sentimentos
Sem medo da frustração... Mesmo sabendo do mistério que há
Em entender o coração... Envolvente para em um tanto
Ser feliz por toda a eternidade;
Às vezes tenho medo das atitudes do meu coração
Que não pensa, apenas executa... Será que é pecado?
Um erro talvez? Ou solenemente a chave do coração?
Perguntas sem respostas... Um vazio que sufoca;
Vai ver que não é nada disso do que penso!
Somente a história arrumando a confusão
Seja como for... É dor que machuca e não se vê;
Tenho medo de te perder...
Não quero pensar em não ter mais o seu fio...
Que me deixa no cio...
E o vício do início meio para nunca ter fim;
Te quero sem pontos finais... Sem mais e mais
Sem vergonha que tanto faz
Amar sem medo;
Sem vírgulas, nem menos do que possa ser...
Quero-te indecente que te faça desejável;
Não devemos ter medo dos nossos receios
Pois dos nossos receios vem à precaução
De não cometermos erros na vida;
Se enrosque em meu corpo nu
E sinta todo prazer que meu corpo emana
Desprenda-se do medo
Ou que te faça se constranger;
Liberte a tua mente
Viva! O que propriamente sentes
Entrelaces a mim a tua inocência;
