Poemas e textos sobre Jesus
O Evangelho cristão é que sou tão imperfeito que Jesus teve de morrer por mim, mas sou tão amado e valorizado que Jesus ficou feliz em morrer por mim. Isso me leva a uma profunda humildade e profunda confiança ao mesmo tempo. Não posso me sentir superior a ninguém e, no entanto, não tenho nada a provar a ninguém.
A VOLTA DE JESUS NA VERDADE, SERÁ UM GRANDE AVIVAMENTO ESPIRITUAL. A TERRA ESTARÁ EM ESCOMBROS E OS QUE SOBRAREM LEVANTARÃO CLAMOR E ARREPENDIMENTO PELAS MALDADES QUE JÁ FIZERAM. SE TRATA DE REDENÇÃO. PORQUE É ESPIRITUAL. A TERRA É UM LUGAR DE APERFEIÇOANDO ESPIRITUAL, TEMOS O CORPO FÍSICO, PARA VIVER PLENAMENTE, MAS QUASE TODOS PREFEREM AGIR COM O CORAÇÃO IMPIEDOSO.
Em Mateus 5 Jesus ensina o estilo de vida do Reino de Deus: Ame seus inimigos. Abençoe os que te amaldiçoam. Faça bem aqueles que te odeiam. Ore por aqueles que maldosamente usam você. Se te pedirem para caminhar um KM caminhe dois KM. Se te tomarem a túnica, de também a capa. Se te baterem numa face, de a outra.
1° Timóteo 1.15-16: Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal. Deus sempre começa pelos piores, por isso começou primeiro com você. Seja bem vindo ao grupo dos improváveis.
Algumas pessoas sempre me perguntam sobre uma aparente contradição entre Paulo e Jesus. Devemos ser como meninos ou abandonar as coisas de menino? Resumindo a questão: Seja como uma criança, mas não seja criança. Observe a coerência de Paulo em 1ª Coríntios 14.20: Irmãos, não sejais meninos no juízo; na malícia, sim, sede crianças; quanto ao juízo, sede homens amadurecidos. Não existe contradição na palavra, mas má interpretação.
João 18.36: Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo... Muitas pessoas ainda não entenderam que o Reino de Deus não se amolda aos reinos do mundo, pois Jesus disse: Não é assim entre vós... Mateus 20.25-26. No reino dos homens temos o rei e os súditos; os súditos vivem para servir ao rei e a sua família; trabalham para eles, produzem para eles, vivem para eles, respiram para eles, dependem deles... Mas no Reino de Deus a relação não é de rei para súditos, mas de Rei para Filhos; Pois O Reino de Deus é um Reino de Filhos e filhas, todos que disseram sim para Jesus se tornaram filhos e filhas do Abba (João 1.12; Rm 8.14-16; Gl 3.26; Gl 4.4-6; 1ª João 3.1-2); nesse Reino todos tem acesso ao trono da graça (Hb 4.16; Hb 10.19-20), sem restrição, sem exploração, sem manipulação, pois é um Reino de filhos e filhas.
Gálatas 5.6-13: Porque em Jesus Cristo nem o arminianismo nem o calvinismo tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Na liberdade vocês estavam bem; quem vos pré-determinou, para que não obedeçais à verdade? Um pouco de filosofia e logica grega leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que nunca pregou nem arminianismo e nem calvinismo, mas apenas o evangelho do Reino, que vocês não busquem outra coisa; mas aquele que vos inquieta, seja ele arminiano ou calvinista, sofrerá a condenação. Eu, porém, irmãos, se prego o pré-determinismo (Ab absurdo), que Deus determinou uns para a perdição e outros para salvação por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado, que Cristo morreu por todos os homens é uma mentira (João 3.16; Atos 10.34; 1ª Timóteo 2.1-4; 2ª Coríntios 5.15; 2ª Pedro 3.9). Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando com essas doutrinas estranhas. Porque vós, irmãos, fostes chamados para o livre arbítrio. Não useis então o livre arbítrio para ficar refutando os calvinistas, mas andai em comunhão uns aos outros pelo amor. Na liberdade dAquele que nos criou livres,
Aquele que diz ser um discípulo de Jesus e vive sua vida do jeito que quer, nunca teve uma experiência real e genuína com a graça de Deus! É triste perceber que alguns líderes e algumas igrejas no Brasil perderam totalmente o significado do que seja graça segundo a palavra (Judas 1.4). Uma experiência genuína com a graça de Deus gera perdão e transformação do indivíduo! Receber perdão e não ser transformado é o mesmo que vestir um porco com roupas limpas e deixá-lo no chiqueiro. Quem perdoa sem transformar é a graça barata que está sendo pregada por ai. Porque a graça genuína ensinada por Jesus e Paulo, além de te dá vestes novas, te transforma também em um novo homem. Se não transformou é graça barata, se não é a graça genuína então não foi reconciliado e nem perdoado. Se não foi reconciliado e perdoado é porque nunca se arrependeu.
Todas as ações de Jesus tinham um sentido profundo. Curar um cego misturando barro com saliva e colocando-os nos olhos do homem era um desafio direto à ordenança judaica que proibia curar aos sábados misturando barro com saliva! (Mishnah e Shabbat 108:20). Comia sem lavar as mãos sob o olhar crítico dos fariseus, desafiando a tradição estabelecida por eles. Jesus se recusou curvar-se as pressões da religião. Era a revolução do Verbo Vivo. Jesus não teve medo de enfrentar aqueles que tentavam impedir que o Evangelho do Reino fosse instalado dentro das pessoas. Ele nunca deixou de anunciar as verdades do Reino por causa do ódio de seus inimigos. Por isso precisamos entender que Jesus não veio apenas como Messias para libertar o povo do pecado. Não veio apenas como Salvador, pagando a nossa dívida. Não veio apenas como Profeta, dando esperança aos oprimidos. Não veio apenas como Sacerdote, mediando os homens diante de Deus. Não veio apenas como Rei. Mas Jesus veio também como revolucionário, rompendo com o odre velho, para trazer o vinho novo. Sem esse rompimento do odre velho o vinho novo não chega.
Marcos 7.6-8: Jesus respondeu: Bem profetizou Isaías acerca de vocês, hipócritas; como está escrito: Este povo Me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. Em vão Me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens. Vocês negligenciam os mandamentos de Deus e se apegam às tradições dos homens. Jesus não deixou nenhuma duvida nesse tema. Por causa da tradição, anulamos no decorrer da história muitas experiências neotestamentárias. As novas gerações de lideres devem evitar as tradições vãs dos homens, como também as novas doutrinas e os modismos dos novos “apóstolos”. Devemos voltar ao caminho antigo, como certa vez alertou o profeta: Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para a vossa alma. (Jeremias 6.16). Caminharemos no caminho antigo? Ou continuaremos seguindo as tradições de homens? Vamos abraçar as novas doutrinas e modismos ou vamos perseverar na Sã Doutrina? Voltemos a simplicidade do Evangelho.
Se quisermos ser discípulos segundo o Evangelho ensinado por Jesus, devemos saber fazer distinção entre “deus” e Deus, entre instituição e Igreja, entre crença e fé, entre fé nas doutrinas e fé Palavra, entre "milagres" das campanhas e Milagres sem barganhas, entre profissionais da fé e vocacionados e entre ter é ser.
A santificação deve ser o desejo de todo cristão se parecer com Jesus e ter uma vida santa, assim como o Mestre teve. Pela sua infinita graça, Deus concede vida santa a todos os pecadores, desde que eles se arrependam e confessem o nome de Jesus (Rm 10.9-10). Assim, Deus disponibilizou três meios para a santificação: o sangue de Jesus: “E, por isso, também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta” (Hb 13.12); o Espírito Santo (2ª Ts 2.13); e a própria Palavra de Deus (Jo 17.17; Ef 5.26). O Senhor nos forneceu todos os recursos necessários para uma vida santa e separada do mundanismo (Rm 12.1-2).
Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia.
Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia. Quando as relações humanas falham e a amizade parece distante, ele não cai no abandono definitivo, pois reconhece a presença daquele que é o “amigo mais chegado que um irmão”, cuja fidelidade não se esgota. E ainda que as alegrias desta vida, como as “aboboreiras” que trazem sombra passageira, sejam retiradas, ele encontra abrigo na Rocha eterna, cuja solidez não pode ser abalada. Assim, mesmo quando as estruturas que sustentavam suas expectativas terrenas são removidas, sua confiança permanece firme. Não porque ele ignora a perda, mas porque aprendeu que sua esperança última não repousa no que é frágil, mas naquele que permanece inabalável.
Nunca foi obstáculo para Jesus curar a rudeza impetuosa de Pedro, dissipar a névoa intelectual de Tomé, ou refrear a vaidade terrena dos filhos de Zebedeu. O calvário de Cristo não repousava na fraqueza dos homens sinceros, mas na farsa letal dos religiosos que simulam uma santidade que o coração desconhece. Jesus transita com graça compassiva por entre as feridas da nossa humanidade caída, mas ergue-Se em severo juízo contra a sepulcral hipocrisia da religiosidade formal.
As injúrias humanas não frustraram a missão de José, Neemias, Davi e Jesus. Deus converteu a traição em livramento, a oposição em edificação, a perseguição em preparação e a morte em redenção. Se o seu propósito não estiver enraizado na vocação que Deus lhe deu, as ofensas dos homens desviarão você da sua missão.
O Jesus dos Evangelhos caminhava entre o povo, curando, ensinando e acolhendo a todos gratuitamente. Sem palcos, outdoors, pulseiras VIP ou ingressos para "eventos" em Seu nome, Ele agia de forma oposta aos mercenários contemporâneos. Essa mercantilização da fé é fruto de um mercado ganancioso, a mesma hipocrisia religiosa que Ele mesmo combateu e desmascarou em Sua época.
A semelhança com Cristo nunca foi um caminho para a popularidade. Quanto mais a vida de Jesus se torna visível em nós, mais natural é que desperte as mesmas reações que Ele despertou. Se a ausência de oposição nos tranquiliza, talvez valha a pena perguntar não o quanto o mundo mudou, mas o quanto Cristo é realmente visto em nós.
Vir a Cristo, então, inclui arrependimento, auto negação, e fé no Senhor Jesus Cristo, e agrega dentro de si todas aquelas coisas que são o necessário acompanhamento destas grandes condições do coração, tais como a crença na verdade, diligência na oração a Deus, e submissão da alma aos preceitos do evangelho de Deus, e todas aquelas coisas que acompanham a aurora da salvação da alma. Vir a Cristo é exatamente a única coisa essencial para a salvação do pecador. Aquele que não vir a Cristo, faça o que faça, ou pense o que pense, está ainda “em fel de amargura e laço de iniquidade”. C.H. Spurgeon - Pregado em 7 de Março de 1858 por Charles Spurgeon No Royal Surrey Gardens-Londres.
Quanto ao que os apóstolos escreveram sobre Jesus, será que ele disse tudo o que eles afirmaram? Ou terá dito uma parte? Ou não disse nada daquilo? Ou ainda ele poderia estar se referindo às lições do tio Bantuf. Em verdade, acreditamos no que agrada aos nossos preconceitos. A verdade é o que parece verdade.
