Poemas do Século XIX

Cerca de 1387 poemas do Século XIX

O sistema corrompe os fracos, o que você viveu/sofreu não é desculpa para justificar sua entrada no caminho mais fácil da vida, "o caminho errado"!
Quando pequeno não era fácil, nunca fui, nem serei fácil... Mas, só Deus sabe o que tenho como lembranças de infância, só Deus e meu travesseiro sabe!
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"A vida só pode ser compreendida, olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente."
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Aponta pra fé e rema! (Los Hermanos)

Inserida por franklinssa

O tempo é inimigo da perfeição, não ficou perfeito a culpa é do tempo, não permanecerá perfeito, ele é o culpado também!

O tempo que constrói é o mesmo que destrói... rsrs

Engraçado, contraditório, curioso e real!

Inserida por franklinssa

Radical Intransigente, polêmico intermitente e louco inteligente! É assim q me vejo!

"Refletindo sempre, afinal tudo é espelho"

Inserida por franklinssa

Tenho ótima memória e não me esquecerei de ninguém, ou melhor, nunca esqueço! Cada abraço, cada “tapa”, apoio ou desamparo serão avaliados com cautela!

"Pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem."

Inserida por franklinssa

Última flor do lácio, inculta e bela, / És a um tempo esplendor e sepultura”.

Amai para entendê-las. Pois só quem ama tem ouvidos, capaz de ouvir e de entender ESTRELAS.

Inserida por berepasin

⁠"O melhor meio de deixar sem solução um caso qualquer, é fazê-lo discutido por muita gente junta."

Inserida por jorge_henrique_elias

⁠O Brasil ainda não está feito, como pátria completa. Como fazê-lo? Dar-lhe novas gerações de homens fortes e conscientes, dando-lhe estas duas necessidades, primordiais, básicas da defesa: o trabalho e a instrução.

Olavo Bilac
Últimas conferências e discursos (1924).
Inserida por pensador

Sem o pão e o livro, sem a riqueza e o ensino, não pode ter saúde, nem alegria, nem dignidade, nem alma,quem tem fome e não pode pensar.⁠

Olavo Bilac
Últimas conferências e discursos (1924).
Inserida por pensador

⁠Reconheçamos que o Brasil é um dos países mais pobres e menos instruídos do mundo. Reconheçamos isto, para que enfrentemos com denodo o mal que nos acabrunha.

Olavo Bilac
Últimas conferências e discursos (1924).
Inserida por pensador

⁠Quando se trate de defender a família e a pátria, a fraqueza é um crime e o descuido é uma desonra.

Olavo Bilac
Últimas conferências e discursos (1924).
Inserida por pensador

⁠As pátrias fazem grandes homens, quando já estão definitivamente constituídas.

Olavo Bilac
Últimas conferências e discursos (1924).
Inserida por pensador

⁠Quando um sujeito se mete sinceramente a querer salvar a pátria, perde-se ele e perde a pátria.

Olavo Bilac
Bilac: crônicas. São Paulo: Edusp, 2006.
Inserida por pensador

"Seguimos na busca incessante por um meio termo entre Shakespeare, Castro Alves, Lima Barreto"...

A praça é do povo, disse Castro Alves. O poeta não disse que a praça é dos larápios, dos psicopatas institucionais, dos vendilhões do templo e negociadores da pátria.

Inserida por leo_da_silva_alves

Castro Alves em sonhos me disse,amor não existe apenas crendice,só em sua fantasia ela é real.

Inserida por ediliosactrus

Deveria recitar Castro Alves, falar mais do meu amor, apresentar minha loucura a sua sanidade.
Eu poderia ser vaidoso mas na verdade eu sou um louco, bebo muito e durmo pouco.

Inserida por Rafiq

Minha terra tem úmbu,
Onde canta o carcará;
As aves, aqui vivem em cantoria,
Não como lá, que fogem da luz do dia.

Sim nosso céu tem mais estrelas,
E as mais belas e raras flores,
Nossos bosques têm mandacarú, chique-chique e faxeiro
Nossa vida mais umburana e melhor o umbuzeiro.

Em aperriar, sozinho, à noite,
Mais tradição eu encontro lá;
Minha terra tem úmbu,
Onde canta o carcará.

Minha terra tem riquezas,
Que tais não encontro eu cá;
Em aperriar, sozinho, à noite,
Mais tradição eu encontro lá;
Minha terra tem úmbu,
Onde canta o carcará.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte há misturar;
Sem que disfrute os sabores
da umbuzada ao vatapá;
Sem eu aconchegue na sombra do umbuzeiro,
Onde canta o carcará.

‎A harmonia do corpo e da alma... Nós, na nossa cegueira, separamos estas duas coisas para inventar um realismo vulgar e uma idealidade vazia!

Um patife não ri da mesma maneira que um homem honesto, um hipócrita não chora as mesmas lágrimas que um homem de boa-fé. Toda falsidade é uma máscara, e por mais bem-feita tal máscara, sempre conseguimos, com um pouco de atenção, diferenciá-la do semblante verdadeiro.

Alexandre Dumas
Os três mosqueteiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.