Poemas de Dia da Mulher que elogiam a grandiosidade feminina
O que dizer de Poli?
Poliane não é mulher morna.
É intensidade pura. E intensidade cansa quem é raso.
Ela não tem tempo ruim porque aprendeu a resolver antes de reclamar.
Carrega o mundo nas costas? Sim. Mas não porque gosta... porque é forte demais pra fingir fraqueza.
É leoa quando precisa defender.
É princesa quando é respeitada.
É da rua, é da zona, é do corre... mas também é casa, é colo, é estrutura.
É mãe.
É amiga de verdade.
E não aceita migalha emocional.
E eu acertei numa coisa essencial:
Ela merece o mínimo... mas o mínimo dela não é pouco.
O mínimo dela é respeito.
É reciprocidade.
É presença de verdade.
Ela não nasceu pra caber no mundo de ninguém.
Quem quiser ficar, que aprenda a expandir o próprio mundo.
Simples assim.
Rosa
A rosa lembra aquela mulher que carrega intensidade sem precisar levantar a voz. Sua presença não passa despercebida. Existe delicadeza em seus gestos, mas também uma força silenciosa que poucos conseguem compreender de verdade.
Ela não floresce para agradar ninguém. Abre suas pétalas no próprio tempo, respeitando seus ciclos, suas dores e suas conquistas. Quem a conhece apenas pela beleza vê apenas a superfície. Quem permanece, descobre raízes profundas, coragem e uma sensibilidade rara.
Ama com verdade, protege quem considera importante e dificilmente esquece aquilo que marcou seu coração. Pode parecer suave, mas sabe se defender quando necessário. Afinal, toda rosa tem pétalas encantadoras, mas também espinhos que ensinam respeito.
Sua essência é feita de paixão, lealdade e autenticidade. Não busca ser a mais admirada do jardim. Apenas continua florescendo, e é justamente por isso que se torna inesquecível.
Rosa é o símbolo da mulher que transforma sentimentos em força e delicadeza em poder.
Lucci Santz 🌹
Mulher é:
Ser forte, mesmo sendo frágil;
Ser gigante, mesmo sendo pequena;
Ser doce, mesmo tendo amargura;
Ser segura, mesmo com a perna bamba;
Ser amor, mesmo não recebendo;
Ser luz, mesmo com a escuridão do mundo;
Ser paz, mesmo com os hormônios em guerra.
MINHA RAINHA !
Te gosto muito mulher!
Por você eu sou capaz
Fazer o que ninguém faz
Faço o que você quiser...
Vou até o fim do mundo
Viajo infinito num segundo .
Por você me viro do avesso
Encontro em qualquer endereço
A formula do seu prazer
Pra mim inteira ser
Essa mulher especial ...
Faço do nada acontecer
Num ato lindo e casual
A minha declaração de amor .
Te gosto muito mulher!
Mais do que possa imaginar
Sou capaz de ir te buscar
Seja em qualquer lugar
Para te dar o paraíso
Onde seja mulher minha
Para sempre minha rainha !
JOAO BATISTA BARBOSA
• As mulheres são mais envolvidas com a questão do ser: como ela é?
• Os homens são mais envolvidos com a questão da prática: o que ele faz?
📖 Nota: Deus criou homem e mulher distintos, ambos à sua imagem (Gn 1:27).
Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.
Elas conduzem na terra, no ar e na água.
Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.
Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.
Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.
Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.
No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.
Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.
Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.
A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.
Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.
O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.
A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.
Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.
Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.
Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.
Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.
Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.
O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.
Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.
Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!
Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.
É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.
Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.
Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.
A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.
Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.
Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.
Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.
Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.
Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.
E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.
Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.
Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.
Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.
Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.
E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.
Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.
E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.
Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.
Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.
Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.
O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.
Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.
O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.
Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.
Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.
No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.
E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.
Não há mulher abaixo ou acima do peso, fora do padrão, que macho idiota algum foi autorizado a impor ou validar.
A verdade é que o “padrão” nunca foi sobre beleza — sempre foi sobre controle.
Um molde invisível, moldado por olhares apressados e opiniões rasas, que tenta enquadrar o que é, por natureza, múltiplo, diverso e indomável.
O corpo feminino, ao longo do tempo, foi tratado como território público, sujeito a julgamentos, comparações e sentenças proferidas por quem jamais foi convidado a opinar.
Mas quem define o que é excesso ou escassez?
Quem mede o valor de um corpo como se fosse mercadoria em prateleira?
Há uma arrogância silenciosa em acreditar que se pode nomear o outro — como se a experiência de existir coubesse em números, curvas ou expectativas alheias.
Cada corpo carrega histórias que não se veem.
Cicatrizes que não se explicam.
Forças que não se medem.
Reduzir uma mulher a um “padrão” é ignorar a complexidade de tudo que ela é — e, mais ainda, de tudo que ela enfrentou para ser.
Talvez o verdadeiro desvio não esteja nos corpos que fogem às regras fabricadas, mas na necessidade insistente de sustentá-las para aquilo que nunca precisou delas.
Porque quando se tenta encaixar a diversidade em moldes estreitos, o que se revela não é um erro na forma — mas na visão de quem observa.
E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem está fora do padrão inventado… mas sobre por que ainda insistimos em padrões que não servem a ninguém, a não ser ao ego frágil de quem precisa sustentá-los para se sentir maior.
Mulher se olhe com mais carinho e admire o espetáculo que você é.
Não desiste de você!
Nem todo dia será fácil,
mas cada novo amanhecer
traz uma oportunidade
de recomeçar.
Respire fundo,
confie no processo
e siga em frente.
Você é mais
forte do que imagina!
Eu sinto que mudei.
Tô mais consciente da mulher incrível que sou, dos meus erros e acertos.
Mudei. Antes olhava uma situação e sentia questão de me impor.
Hoje olho e digo: ah, tá!
Eu mudei.
E que bom.
Evoluir é sempre bom.
É necessário.
Eu sinto que mudei.
Passei a ter uma confiança maior na mulher incrível que eu sou.
Antes fazia questão de me impor.
Hoje eu olho e penso: ah, tá!
E sigo.
Evoluir é necessário.
O certo e o errado sempre irão andar lado a lado.
A questão é de que lado que estar.
Por que boa parte das mulheres independentes estão solteiras?
Porque o ego dos dois não alinham a diferença de um ter mais que o outro. Juntar para unir e não para medir grandeza como individual é essencial.
Lucas 8:47
Então, vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se tremendo e, prostrando-se ante ele, declarou-lhe diante de todo o povo a causa por que lhe havia tocado, e como logo sarara.
“É possível estar perto de Jesus sem conhecê-lo; mas a
fé verdadeira não apenas te aproxima de Cristo — ela
Permite que você se entregue a Cristo.”
Minha mulher de uns tempos pra ca tem falado aqui em casa o idioma Mandarim
que em português acho que significa;
"Mandarimim"
Ode a Mulher
Minha viola me chamou
E baixinho me falou
É a hora de escrever
Uma ode ou uma loa
Uma canção bem boa
Para a mulher oferecer.
Diga que pra ela tudo é nada
Ela é porto seguro, estrada,
Acalanto, aconchego
Ela é a coisa desejada
A flor mais bela e mais perfumada
O caminho mais curto para sossego.
Diga para ela que se for mãe e tudo
Que é capaz de qualquer absurdo
Por um filho fraco, ou um vencedor
Se for esposa é deusa e rainha
É a segurança que você não tinha
É sua razão, seu verdadeiro amor.
Se ela for filha diga que promete
Ser seu maior fã, seguidor, tiete
Se for sua irmã diga que agradece
Que hoje, como ontem ela merece
Respeito de irmão, que mesmo homem ainda é pivete.
Ah, se for amiga, colega, cliente
Diga que ela é forte, doce, inteligente
Seja o que ela for, ela é mulher
E você homem forte
Seja filho, amigo, pai, irmão, marido
Será só um homem, faça o que quiser.
Segredos da Alma...
Dona dos olhos que emanam luz
Tez clara, jeito sóbrio e sereno
De mulher sempre bem vinda
Onde chega e razão dos lamentos ao sair
Mulher que trás no peito materno
Um coração que derrama temporais de bem
Voz que cativa, não pelo tom, mas pela fala
Que sempre surpreende e me abala
Dona de meus sentimentos libertos
Que não conhecem amarras nem silêncios
Somente entregas e quereres
Que silentes, a ti pertencem
Senhora do tempo passante
Décadas de ferrenha distância
Que impediu voltarmos
Naquela esquina onde anoitecendo
Eu, inda vagando pela adolescência
Sem noção, leigo de valores
Flexado pelo arruinante ciúme
Não me dei conta de dar-lhe flores
E a vida seguiu seu rumo
O tempo foi o carrasco das memórias
E a consciência vilã de meus enganos
Impôs a minh'alma, incuráveis danos
