Poemas de despedida de morte para dedicar a quem partiu
Seguir os preceitos da religião sem ter constantemente em vista a perspectiva da morte e a esperança concreta da vida eterna (o que implica o esforço de imaginá-la), é cultuar um Deus reduzido à ordem mundana.
São três opções de ser um niilista:a morte, viver por viver ou viver pelo o que você escolheu ser importante.
A vida é tão bela que a mesma ideia da morte precisa de vir primeiro a ela, antes de se ver cumprida.
Deus um amigo presente na alegria e na tristeza, na doença e na saúde ate depois da morte, pois clame a ele só ele pode decidir todo caminho que vc traçará.
a morte vagueia no vago da vida,portanto passe todo o seu tempo ocupado assim não darás lugar para antecipações mortais..
A hesitação é o beijo da morte. Você pode hesitar por apenas um nanossegundo, mas isso é suficiente. Aquela pequena hesitação aciona um sistema mental feito para atrapalhar você.
Obediência: Religião dos escravos. Religião de morte intelectual. Gosto dela. Não faça perguntas, não pense, obedeça a Palavra do Senhor – que foi convenientemente trazida à você por um cara num Rolls Royce com um Rolex pesado no seu pulso. Eu gosto desse trabalho! Onde me inscrevo?
A morte apenas dilata as nossas concepções e nos aclara a introspecção, iluminado-nos o senso moral, sem resolver, de maneira absoluta, os problemas que o Universo nos propõe a cada passo, com os seus espetáculos de grandeza.
A morte não tem mais nada de assustador; não é mais a porta do nada, mas a da libertação, que abre para o exilado a entrada de uma morada de felicidade e de paz.
Habitua-te a pensar que a morte nada é para nós, visto que todo o mal e todo o bem se encontram na sensibilidade e a morte é a privação da sensibilidade.
Fiz amizade com o desconforto, dor, tempo, vida e a morte...
Agora me sinto pronto para enfrentar qualquer coisa.
As rosas brancas, agora manchadas de sangue, completando a bela imagem da morte em sua melhor face. O amor. Uma forma de morte. Uma forma de morrer. Uma forma de matar. Mata-se por tão pouco. Morre-se por tão pouco. Por que não por amor? As rosas apodreceram, o sangue secou. Talvez nada tenha restado ali, talvez não para olhos superficiais. Talvez aquele amor nem tivesse existido, talvez não tivesse tido tempo para isso. Mas eles tentaram. Tarde demais, mas tentaram. Como dizem? Nunca é tarde demais.
Isso é parte do que eu gosto no livro, em alguns aspectos. Ele retrata a morte com sinceridade. Você morre no meio de sua vida, no meio de uma frase.
Como uma marionete, cujos fios se tivessem escapado dos dedos de seu manipulador, após uma morte breve e rígida e num momentâneo embotamento dos sentidos, volta a reanimar-se, volta a entrar em ação, a dançar e a agitar-se, assim corri, como arrastado por um fio mágico, para o tumulto donde há pouco fugira fatigado, desanimado e envelhecido, correndo então elástico, jovem e diligente
Uma freira na hora da sua morte pediu pra escreverem no seu túmulo, as seguintes palavras: Nasci virgem, cresci virgem, vivi virgem e morri virgem. O coveiro achou que eram muitas palavras, e escreveu as seguintes: Devolvida sem uso.
É dificil acreditar em uma vida após a morte, mas é deprimente acreditar que nós simplismente morremos.
