Poemas Decidi Ficar na minha
..."sempre usei em minha vida a lei da semeadura, pensava comigo o que eu plantar eu vou colher, mantive em meu coração em plantar o amor mesmo recebendo em troca o ódio de muitos, sabia que aquela não era a minha colheita eram eles que estavam plantando errado. Tinha plena convicção que a hora de eu colher o que plantei chegaria".
Queria ver a cara daqueles que torciam contra minha felicidade e queriam me ver no chão
Vendo eu feliz desse jeito, Deus me abençoando e prosperando aí nesse mundão.
Se me vir feliz com minha família, aproveitando cada momento… não me tire daqui. Foi um sonho conquistado com lágrimas e fé
No on, você vê somente os resultados. No off, onde fica minha base é que acontece o extraordinário. Aprendi que nem todos comemoram suas conquistas por isso, sigo em silêncio, mas sempre vencendo.
Até hoje eu nunca soube descrever minha mãe, eu só sei que ainda a amo quase tanto quanto eu a odeio, ou vice-versa. Foi ela quem, direta ou indiretamente, me causou as piores tristezas que eu já tive até agora, mas, sem sombra de dúvida, as minhas melhores gargalhadas foram com ela. Caíamos na gargalhada por qualquer motivo, muitas gargalhadas, minhas e dela, e eu certamente sentirei falta disso.
Uma coisa que a minha mãe sempre me dizia, e que às vezes tem funcionado bastante pra mim, é: "Desarme-se, não leve a vida à ponta de uma espada".
Era melhor ter vestido os papéis que me ensinaram, mesmo que arranhassem minha pele. Melhor ter me aninhado na bolha protetora, na zona de conforto de um mundo redondo e raso, especialista em anestesiar dores e inflar egos da turma dos privilegiados.
São Paulo, minha vida. Despertar ao som do trânsito, o cheiro de café e pão fresco na padaria da esquina. O cinza dos prédios cortado pelo verde teimoso de uma praça. A correria da Avenida Paulista, sonhos pulsando em cada olhar. Noites iluminadas, o samba na viela, o livro no metrô. A solidão na multidão e a descoberta de um sorriso familiar no ônibus lotado. Chuva de verano alagando lembranças. É cansaço e eterno movimento. Minha história escrita no asfalto, nos muros, no céu que teimo em enxergar. São Paulo, não te troco por nada.
O desejo de morrer foi minha única preocupação; renunciei a tudo por ele, até à morte.
O segredo de minha adaptação à vida? Mudei de desespero como quem muda de camisa.
Minha avidez de agonias me fez morrer tantas vezes que me parece indecente abusar ainda de um cadáver do qual já não posso extrair nada.
Cada um com sua loucura: a minha foi julgar-me normal, perigosamente normal. E como me parecia que os outros estavam loucos, acabei ficando com medo, medo deles e, o que é pior, medo de mim mesmo.
Suportaria eu um só dia sem esta caridade de minha loucura que, diariamente, me promete o Juízo Final para o dia seguinte?
Você é a chuva caindo no meu rosto e deslizando em meus lábios não tenho coragem de passar minha mão quero sentir vc por inteira sentir a plenitude de sua alma
0328 "Em verdade vos digo: Eu queria casar mesmo é com a minha sogra. A carne assada que ela faz é imbatível"
0330 "Questão de Fé com Humor: Minha vizinha contou ter passado a noite toda, de joelhos, rezando. Perguntei por que ela não retirou os joelhos, para rezar. Ih, pra quê?"
0331 "Ouvi dele: 'A sogra da minha mulher foi eleita, outra vez, 'A Melhor Sogra do Mundo'. Os votos foram meus e dos meus irmãos casados.' Foi o que ele disse e foi o que eu ouvi!"
