Poemas Decidi Ficar na minha
Tentei tirar do coração, mas a minha mente força me lembrar, que o que passamos, não foi um sonho, mas 100% real.
Não preciso que ninguém saiba da minha vida além da minha beleza interior, que é tão linda quanto a beleza exterior!
Ele era como o meu cigarro, por dentro eu sabia que me matava, mas não conseguia afastá-lo da minha boca, a cada trago o gosto amargo de quem sabe que tá completamente viciado.
O meu silêncio declara a confusão na minha mente, pensamentos perspicazes que são eminentes a toda e qualquer palavra.
E nesses momentos de desespero já não sei quem sou, minha essência foge de mim e dar lugar ao que não sou eu, me adormeço e espero a tempestade passar. mas no fim ela sempre deixa rastros...
Eu afirmo que construi minha felicidade nela, amor é tipo uma droga até certo ponto, um sentimento que te deixa obcecado até a morte.
Eu vou casar com a mulher da minha vida e o mais engraçado é que continuo tendo uma grande queda por ela — Sinal que não é fogo de palha, mas sim, um incêndio incontrolável. Temos intimidade e respeitamos isso, mas acho incrível como o corpo dela é bonito e faço questão de falar pra ela, sabe? Ela diz pra mim: "Para, amor, tô gorda, além disso, tenho estrias na bunda"
Impressionante, ela não me conhece — Não deve saber que sou fã, apaixonado por ela, da cabeça aos pés. Se ela pudesse enxergar através dos meus olhos toda a beleza que vejo nela, tenho certeza que ela não iria sentir tanta vergonha do próprio corpo; pra mim, ela é pintura de Van Gogh.
Você não é estrela cadente, mas caio do céu e veio fazer parte da minha vida, assim como eu desejei!
Eu nasci em um campo de batalha. Minha aldeia inteira foi queimada. Mas ainda assim meu pai e minha mãe reagiram! Até eles desmoronarem... eles nunca desistiram.
Que a minha pequenez me torne grande, para aqueles que não acreditam que posso mais do que sou, e que eu possa retribuir com a palavra "venci" para todos que não acreditaram que posso...
minha saudade é um riacho de água fresca a correr, onde mato a sede e recuo no tempo a adocicar o presente...
Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação que há na sua presença.
Estávamos eu e minha sobrinha, Ana Liz, no quintal quando ela viu a chuva cair pela primeira vez. Tinha apenas três meses de idade. O olhar atento sentindo as gotas cair no chão, nas plantas, ao seu redor. Tamanha calmaria, leveza, sensibilidade. Ela foi crescendo, e nos dias de chuva aprendendo a tocar na àgua que caia sobre as suas pequenas mãos. O olhar fixo parece que está contando gota por gota. Além de enxergar a chuva, ela sente. Além de sentir ela transborda, e me ensina a reparar a beleza das gotas caindo sobre nós, sobre o mundo. Ana Liz desde pequena aprendeu a gostar da chuva, talvez ela gosta de ser regada como as flores. A cada chuva que cai, Ana Liz floresce, cresce, cria raízes. Ela me ensina sobre as etapas da vida, o tempo, o reeinventar. Hoje, quinta-feira, da janela do ônibus vejo a chuva que cai em Fortaleza, penso na Ana Liz, recordo do seu olhar atento e sigo. Resisto aos maus tempos, a desesperança, o medo. Assim como a Ana Liz hoje deixarei a chuva me regar para que possa brotar flores de resistência no meu peito. R(e)existo. Vamos juntas pequena, estamos juntas.
" Você foi meu sorriso a tempos escondido por tantos sofrimentos. Você foi a minha esperança de ser feliz por mais uma vez . . . Hoje meu sorriso se escondeu e, a felicidade, . . . Ah a felicidade, essa não sei mais por onde anda."
Um outro dia, um outro cigarro, e minha vontade de escrever sobre você apenas aumenta. Seria isso solidão? Seria isso esperança? Não, eu acho que é apenas mais uma forma do meu coração aliviar a vontade de te ver, dar o salto que meus medos me impediram de dar. Será que se houver uma proxima oportunidade eu vou agarrar e não deixar passar, ou será que eu não conseguirei superar meus medos, minha timidez? Eu não sei, tudo que eu sei é que eu não consigo parar de te procurar na multidão, em cada rosto que eu vejo, na esperança de ver seu rosto mais uma vez. O que fazer com um sentimento desses em uma situação com possibilidades tão baixas? Esperar, eu imagino, esperar que o destino seja bondoso, e me de apenas mais uma chance, o medo de deixar essa chance passar já é maior que o de arriscar e ir até você. Eu não tenho certeza se isso tudo é em vão, ou se tudo tem um motivo, e se tiver, qual será esse motivo? Eu posso fazer algo para descobrir? Ou às vezes, tudo que posso fazer é esperar? Esperar você cruzar meu caminho, ou esperar a vida inteira por algo que não era para acontecer? No fim, eu acho que esse é o grande dilema do amor, essa espera agonizante por alguém ou por algo, que pode ou não vir, e assim a vida segue, nos prendendo nessa espera, sem dicas, sem nada, apenas viver, tendo esperança no incerto, ou convivendo com a possibilidade de que talvez, não estejamos esperando por nada afinal.
