Poemas de William Shakespeare Musica

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O amor me ensinou a lição
que a felicidade é só uma estação.
Pensava que era só alegria.
Mas a verdade é outra, a dor também é dia.

Aprendi a suportar o que não vem no cardápio.
A espera, a saudade, o coração vazio,
amar de verdade é aprender a lidar
com as dores que o amor pode causar.
(Saul Beleza)

Não sei se te aceito ou se vou sofrer
Volta e vem me machucar, é o que você quer?
O coração dividido, dúvida cruel
Se abrir ou se fechar, qual é o papel?

Medo de sofrer, medo de amar
Mas o desejo de ter você é maior
Vai que é linda a dor de amar
Ou vai que é só mais uma forma de se perder.
(Saul Beleza)

Queria que a saudade fosse um véu passageiro
Para que você, mesmo na eternidade nunca se lembrasse mim, nem por engano.
Mesmo sabendo que eu te guardo inteiro,
e que meu coração, sendo prisioneiro do seu suspiro, nunca te esqueça tão ligeiro.
(Saul Beleza)

Sustentei teus sonhos, fui cúmplice da tua paixão,
Criei raízes num amor que era só ilusão.
Mas não fui infeliz, não, não me arrependo.
Porque amar você, mesmo em vão, foi o que me fez viver, e ser.
(Saul Beleza)

Um sorriso que ilumina o dia.
Um olhar que traz esperança e alegria.
Um jeito de ser que toca o coração.
Um semblante de calma, uma paz sem igual

Uma companhia que acalenta a alma.
Um abraço que conforta e faz bem.
Você é uma doçura que alimenta a alma de quem te conhece, e faz sorrir também.
(Saul Beleza)

E se eu adicionar 3 pontos finais
Ao invés de um fim
Terei um recomeço, uma icongnita?
Terei silêncio? Gritos? Sinais?
Serei eu sem você? Ou serei você sem mim?
Será que no início, no fim e por todo meio me evita?


Seria eu a sua Kriptonita?

Sangue indígena
Sangue cigano
Nem tão alienígena
Nem tão humano

Omissão exposta
Em vigília ou em sono
Explorador da crosta
Filho do dono

Do início ao fim
Do percurso ao meio
Sendo o todo em mim
Experimento sem freio

Eu fui
Eu sou
Eu serei
O que quero
O que temo
O que criei

E quando vier o inverno, a escuridão...
Que eu domine o fogo com seu calor, luz e poder de transmutar.

E se vier forte o medo, a incerteza...
Que a experiência do escuro e do frio superados revelem o aprendizado e sua beleza.

E se vier o fim, se vier a morte...
Que me seja suficiente o trajeto, que segui sem bússola que me apontasse um norte.

Que eu tenha sido nada pra envergonhar minha essência.
Enquanto tudo fui para honrar a centelha em mim confiada de existência.

Hoje acordei com um relógio mastigando nuvens, e a parede sussurrava alfabetos em espiral. Três cadeiras dançavam xadrez sobre o teto, enquanto meu nome virava vapor dentro de uma xícara vazia. A rua, lá fora, era um aquário de buzinas; eu caminhava sem pés, colecionando sombras como moedas furadas. Um pássaro de papel me pediu senha, e eu respondi com silêncio em braile. Tudo parecia erro de tradução: risos que não pertenciam, cores que tinham gosto de ferrugem.

Então percebi o fio: cada imagem era um recado do corpo. O relógio eram meus prazos, as nuvens, a ansiedade. A parede repetia o que eu evito dizer. As cadeiras no teto eram as conversas que deixei para depois. As moedas furadas, a energia que gasto tentando agradar. O pássaro de papel era meu pedido de ajuda, dobrado e escondido.

Quando coloquei a mão no peito, o aquário virou janela. Respirei, sentei, e desliguei o telefone por cinco minutos; ouvi o próprio coração batendo, sem metáforas, e finalmente entendi o idioma da manhã. Escrevi uma linha simples: hoje eu vou me escolher.

O verde cantava em triângulos enquanto a terça-feira derretia sobre o tapete de estrelas mortas. Pés sem dono caminhavam para trás, deixando pegadas que precediam os passos. Um relógio de areia escorria para cima, alimentando nuvens que cresciam no chão da caverna iluminada por peixes voadores. A chuva caía em espiral, molhando apenas o que ainda não existia.


Entre espelhos que refletiam o som, uma voz sem boca repetia números que eram cores: sete era azul, quatro era o gosto de saudade. Os dedos do vento tentavam segurar água, e a água, por sua vez, tentava lembrar por que tinha forma.


Mas então você percebe: o verde era esperança disfarçada, a terça-feira era apenas rotina, as pegadas eram memórias que insistem em voltar. O relógio de areia era o tempo que você achou perdido. As nuvens no chão eram sonhos adormecidos acordando. A chuva em espiral era a vida entrando pelas frestas. Os números eram os dias que você ainda vai viver. E a voz sem boca? Era você, finalmente se ouvindo.

Os sentimentos são significativamente influenciados pelas circunstâncias recentes.


Não passam de fotografias de um momento, capturas de uma realidade descontextualizada para quem precisa tomar decisões que mudem o rumo de uma vida.


Não tomem decisões isoladas no tempo. Tragam à memória as narrativas que os trouxeram até aqui, aquilo que o coração de vocês escreveu em seu amor.

A dor é uma constante lembrança de algo que insistimos em querer esquecer: a vida é dura, cíclica, complexa e incerta.

Caminharei por suas flores e espinhos.

A dor está sempre presente. Ainda que algumas coisas melhorem, aparentemente outras permanecerão como estão.

Levo em consideração dados, fatos que sempre acontecem e se repetem. Ainda que eu seja tentado a acreditar de uma maneira diferente.

Por isso, não devo fugir dela. Se está sempre presente, o único caminho é ter que passar por ela, senti-la, sofrê-la.

O ambiente contribui significativamente para a sua atenuação ou aumento.

Só posso ir até onde sei.

Descansar, respirar.

Não vale mais a pena gastar energia mental se eu já entendi como a vida funciona.

Vivemos em busca do inacessível. Somos espectadores de esperanças. Alguns sonhos caminham conosco todos os dias, mas infelizmente não nos é possível acordar.


Somos espectadores de ilusões, vivendo presos a destinos que não escolhemos embarcar.


Narrativas escritas para nunca serem contadas, silêncios mais altos do que aparentam ser. Afetos que caminham mas que nunca chegam ao seu destino.


Uma vida dentro de mim que não pode ser vivida, uma alegria que vai e volta, uma dor que não pode ter um fim, porque nunca teve um verdadeiro começo — só a intenção dele.


Um afeto arriscado demais, mas que continua, em busca do inacessível.


Um passado sempre presente.


Mistura de emoções, uma narrativa envolvente: raiva, alegria, medo, dor, rejeição e aceitação


Oportunidades nem um pouco oportunas, pois já escolhi.


...


Enfim, histórias que só podem existir na ficção do meu coração.


É um lugar onde parte de mim reside, mas não decide. Talvez seja melhor assim.

Parte de nossa identidade reside na relação com o outro, na sua aceitação e feedback emocional positivo.


Quando finalmente agi em direção a isso, pude finalmente ser "curado".


Um passado não mais tão presente.

Percebi que aceitar as coisas como elas são não diminui mais a dor delas como antes.


Percebi que mesmo curado, ainda sou suscetível a doença.


A dor é cíclica.

A humanidade desfila na beira do precipício,
Não que seja novidade, para nós é quase um vício.
A mesma ciência que ajuda salvar vidas
É a que estuda formas mais eficientes de atirar para a tirar.
É fato que o conhecimento não tem lado,
Mas o que fazemos é acelerar com o freio de mão puxado.




É fato que amamos odiar, a guerra nos motiva a avançar.
O caos é uma festa em que adoramos dançar;
Somos atraídos por ele, à meia-noite uma bomba nuclear.
O tempo passa e buscamos motivos para nos isolar.
Povo diferente? Mais um souvenir.
Pouco importa discernir,
Troca de presentes — às vezes nem é isso,
Só consumismo barato, disfarçando xenofobia e racismo. No fim turismo,
Aproveitando a feira do outro lado da fronteira.




Um mesmo ser, detalhes nos impedem de conviver.
Assim que as bombas estourarem, não haverá mais divisão,
Finalmente a igualdade: o fim de toda a civilização.
Não é o ideal, mas é a sentença do tribunal
Onde somos réus, carrascos e vítimas.
O lobo correndo atrás do próprio rabo,
Pois, bem como disse Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.
No fim todos morrem.

O populismo é capaz de levar uma atrocidade
ao padrão moral da sociedade.


Os indivíduos são resíduos
de uma fornalha que queima com o combustível
do generalismo, medo e ódio.


Levando os líderes ao primeiro lugar no pódio.
A escada de carne e osso tem como alicerce
ressentimentos, justificativas de fracasso,
como bolas de aço presas em seus calcanhares.


O problema pode existir e ter validade,
mas não é visto nem resolvido com base na realidade.
Murmúrios os unem, falácias os munem.
Aplausos ocultarão a necessidade de uma nova opinião.

Penso que os outros vão me julgar, mas na verdade eu já estou me julgando.


O olhar do outro pode ser na verdade o meu olhar.


Do heterossuporte para o autossuporte.


Não busque lá fora o que deve ser encontrado aqui dentro. Não busque se sentir completo nos outros de todas as formas.


O que importa é o que eu penso, o que eu quero, o que eu julgo, e não o outro.


Sair de mim mesmo. Não há outro caminho. O que eu espero de bom, melhora ou mudança não vai me invadir, me atingir.


Preciso ter a experiência para viver melhor, para amar a mim mesmo.


As trocas são fundamentais.


Conversas


Quanto mais experiências, melhor.


Sem rigidez, me expor.


.
..
...


Os sentimentos, pensamentos, reações, sensações que eu tenho é justamente por permanecer sendo quem eu sou.


Se eu mudar, talvez a dor (meus problemas, o que enfrento diariamente) não aconteça mais.

Pareço triste, mas na verdade estou consciente. Por isso me entristeço.


Mas não para sempre.

"16-11-2020 13:34


Interessante saber como a mente vagueia, quando estamos em sono profundo...
Ela costuma ir lá no porão do nosso subconsciente e trazer tudo aquilo que está já empoeirado...


Eu não sei como descrever sobre o que aconteceu nesse sonho...


Mas, lembro de muitas garotas alegres, bonitas e fazendo bagunça...


Eu conhecia quase todas!


Interessante que me perguntaram algo que eu jamais havia falado naquele lugar pra ninguém, eu não me recordo...


Mas, lembro que depois estava a beira de um rio e estavam todos lá, menos uma pessoa, como na casa também...


O 'C'... Como sempre, invadindo meus sonhos...


Essa era a única pessoa que não estava em lugar algum!


Eu vi uma oferenda passando em um rio, o cheiro muito forte e ainda parece estar em meu nariz.


Só que a pessoa que estava ao meu lado disse que era só pra aromatizar o ambiente...
Mas, como?
Eram velas com incenso e palha, algo do tipo...


Eu fiquei abismada com aquilo e ainda sentindo falta da pessoa que não estava em lugar algum.


Do 'C'...


Eu gostaria de entender esse sonho, mas, acho que entendo...


Só não consigo entender porque ainda me perturba tanto, será que irei enlouquecer?"