Poemas de William Shakespeare Musica

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O preço da excelência é a disciplina. O custo da mediocridade é a decepção.

O professor medíocre conta. O bom professor explica. O professor superior demonstra. O grande professor inspira.

Antes de você falar ouça. Antes de agir, pense. Antes de criticar, conheça. E antes de desistir, tente.

Sua mente vai responder a maioria das perguntas se você aprender a relaxar e esperar pela resposta.

Liderança é baseada em imaginação, não dominação; em cooperação, não intimidação.

Cada relacionamento entre duas pessoas é absolutamente único. Por isso você não pode amar duas pessoas da mesma maneira. Simplesmente não é possível. Você ama cada pessoa de modo diferente por ser quem ela é e pela especificidade do que ela recebe de você.

É um movimento ritualistico

Sua incerteza me faz pensar

Não quero ser um rascunho




Você é primavera e verão

Irradia teu calor em mim

Me integra no teu lindo Ser




Sou réu subjugado

E te peço por clemência

Mira no meu coração




E me deixe em Frenesi

william diz:
você tem um ar frio e ao mesmo tempo é articuladinha e divertidinha...
olhar, sorriso, feições e algumas características bem expressivas... você chama atenção, não é insossa...
comportamento calculado, não é desequilibrida, é simples...
e outras coisas.
isso é peculiar.. e interessante.
por isso, diferente.


Eu tinha q guardar isso aki!

Inserida por PriscilaBp

Fusão e Transe
Decodificando William Contraponto

Filosofia, poesia e músic
Se fundir tudo isso em obra única
Meu orgasmo intelectual é inevitável
Transcendo as barreiras num êxtase admirável

O pensamento dança com melodia
O verso se curva à razão sensível
No caos das ideias, nasce a harmonia
Num silêncio de aura inesquecível

Sou verbo em transe, som que ilumina
A mente que vibra, o peito que sente
Na arte me encontro, na arte me inclina
O ser que mergulha, o ser que é semente.

Toco o infinito com palavras cruas
Desvendo o ser com notas e conceitos
Na partitura, as verdades mais nuas
Ecoam além de dogmas e preceitos

Cada linha é grito, cada som, visão
A arte me veste com fogo e certeza
Sou carne que vibra em contemplação
No altar da beleza, encontro a grandeza


Sou verbo em transe, som que ilumina
A mente que vibra, o peito que sente
Na arte me encontro, na arte me inclina
O ser que mergulha, o ser que é semente.

(Homenagem ao poeta William Contraponto)

Inserida por GabrieldaLuz

Eu ainda acredito em Luís de Camões, Álvares de Azevedo/SP – (Poeta por excelência), William Shakespeare e em mim é claro, que também sou poeta e ainda acredito no AMOR.

"Mais magro", sussurra o velho cigano de nariz carcomido
para William Halleck quando ele e sua esposa Heidi saem
do tribunal. Apenas estas duas únicas palavras, carregadas
pela doçura enjoativa do hálito dele.
"Mais magro". E antes que Halleck possa recuar, o velho
cigano estica o braço e acaricia-lhe a face com um dedo
retorcido. Os lábios dele entreabrem-se como uma ferida,
exibindo alguns cacos de dentes que despontam das gengivas
como lápides quebradas. Cacos de dentes enegrecidos e
esverdeados. A língua do velho se esgueira por entre eles e
então desponta, para lamber os amargos lábios sorridentes.
"Mais magro "

Sabe... um escritor chamado Thomas William que já morreu, ele disse que a ideia para um livro é como uma pequena fogueira em uma noite escura. E, um por um, os personagens vêm ficar em torno e aquecer suas mãos. E eu sempre achei que essa fosse a metáfora perfeita para explicar como funciona. Ficar juntos e aquecer as mãos.
Eles ficam em volta do fogo e, aos poucos, ele vai crescendo e você os vê de forma mais clara e ...Isto é um livro , a história
cresce.

Mercadores de Fumaça
William Contraponto


Mercadores de fumaça,
Nada é o que parece,
Mercadores de fumaça,
O vento logo esquece.


Vendem nuvem, vendem vento,
Prometem sol e trazem sombra,
Quem acredita perde tempo,
Mas a ilusão se desfaz na lombra.


Mercadores de fumaça,
Nada é o que parece,
Mercadores de fumaça,
O vento logo esquece.


Com palavras de ouro e espelho,
Sorriso ensaiado, mão leve,
Mas quem conhece o próprio conselho
Sabe que a máscara cedo ou tarde se deve.


Mercadores de fumaça,
Nada é o que parece,
Mercadores de fumaça,
O vento logo esquece.


Feira do vazio, da mentira,
Trocam o real por teatro e cor,
Mas quem se mantém e não se delira
Segue firme no rumo do que tem valor.


Mercadores de fumaça,
Nada é o que parece,
Mercadores de fumaça,
O vento logo esquece.


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O Ator do Cotidiano
William Contraponto


Veste o papel sem perceber,
repete gestos da rotina,
crê-se destino no dever,
mas vive cena clandestina.


Sorri o rosto que não é,
fala o que o hábito ordena,
o ser se perde no que vê,
num ato vão de fé pequena.


O mundo aplaude o disfarçar,
confunde vida e personagem,
ninguém recorda o perguntar
que rompe a trama da engrenagem.


No reflexo resta um breve olhar,
vazio entre o script e o ser,
onde o silêncio quer lembrar
aquilo que não quis nascer.


E ao fim, cortina e solidão,
cumpre o papel sem cor nem voz,
talvez a falta, em ilusão,
seja o autor de todos nós.

No Barril de Cerâmica
William Contraponto


É mais livre quem desapega,
para dizer o que pensa.
No palácio o pensamento se vende,
no barril de cerâmica não se rende.


A cidade adora coroas,
mas teme quem anda descalço.
O luxo brilha e apodrece,
a verdade mora no espaço escasso.


Quem tudo possui, é possuído,
quem nada tem, respira inteiro.
O ouro pesa mais que a alma,
e o desejo é um cativeiro.


O sábio dorme entre pedras,
mas sonha com clareza.
O tolo repousa em seda,
e acorda sem certeza.


É mais livre quem se basta,
quem não precisa fingir grandeza.
Entre o trono e o chão da praça,
fico com a nudez da natureza.

ONDE NASCE O PENSAMENTO
William Contraponto


O pensamento surge quando algo não se encaixa, quando a realidade apresenta contradições ou lacunas que exigem ser compreendidas. Ele não nasce em situações de conforto ou estabilidade, mas diante de problemas, dúvidas e choques com o inesperado. Quando tudo parece estar resolvido, a mente tende a relaxar e a repetir ideias sem questioná-las. É o impasse que estimula a reflexão e move o raciocínio.


Pensar significa duvidar do que se apresenta como certo e revisar o que se considera verdadeiro. A dúvida não é um defeito, mas uma etapa necessária do entendimento. Aceitar tudo sem questionar é uma forma de renunciar à própria capacidade de pensar. A certeza absoluta, por sua vez, transforma-se em limitação, pois impede a revisão de ideias e o aprendizado contínuo.


O pensamento é, portanto, um processo em constante movimento. Ele não busca um ponto final, mas procura compreender o sentido das coisas dentro de seus limites. Cada resposta gera novas perguntas, e é essa sequência de questionamentos que mantém a mente ativa.


Pensar é um exercício de liberdade intelectual. Implica não se contentar com explicações prontas e reconhecer que o conhecimento é sempre provisório. O pensamento nasce, cresce e se renova na dúvida, e é isso que o torna essencial para a consciência e para o desenvolvimento humano.

O Que Fica do Que Fomos
William Contraponto


Se um dia eu cruzar a noite inteira
e o corpo cansar do próprio som,
não esperarei por luz ou fronteira;
apenas o rastro do que ainda sou.


Porque além da morte não há segredo,
não há espírito buscando um lar.
Há só memória vencendo o medo
e o que deixamos no fundo do olhar.


O que fica do que fomos é o gesto,
é o nome lançado ao vento incerto.
Não é alma pairando em algum lugar,
é a lembrança que insiste em continuar.
E se eu não voltar, que seja assim:
no que construí, no que vive em ti.


Quando a última porta se fechar,
não haverá juízo nem muralha.
A vida é um barco que aprende a passar,
e cada travessia ensina – e falha.


O que chamam alma, eu chamo história:
a voz simples do que se amou.
É a cicatriz guardando a memória
de cada luta que alguém lutou.


O que fica do que fomos é o gesto,
é o nome lançado ao vento incerto.
Não é alma pairando em algum lugar,
é a lembrança que insiste em continuar.
E se eu não voltar, que seja assim:
no que construí, no que vive em ti.


Se deixo um verso solto pela rua,
que seja luz pra quem quiser seguir.
Não há mistério entre sombra e lua:
há só a marca do que se quis sentir.
E quem nos guarda não é o além,
é quem repousa o nosso bem.


No silêncio que sucede o último passo,
ninguém nos chama para salvação.
O tempo recolhe o nosso espaço
e entrega aos outros a continuação.


Se algo vive depois do adeus,
não são anjos nem eternidade:
é o que plantamos no chão dos seus,
a parte nossa que vira verdade.


O que fica do que fomos é o gesto,
é o nome lançado ao vento incerto.
Não é alma pairando em algum lugar,
é a lembrança que insiste em continuar.
E se eu não voltar, que seja assim:
no que construí,
no que vive em ti,
no que chamam fim
e que eu chamo de existir.

Máquina do Infinito
William Contraponto


O céu repete antigos labirintos,
com lógica de um sonho recorrente,
estrelas são os cálculos extintos
de uma mente que pensa eternamente.


Os átomos se alinham no compasso
do tempo que não sabe pra onde vai,
há dúvida moldando cada traço,
e o caos revela a ordem que se esvai.


Um pensamento pulsa entre os planetas,
em código que nunca se decifra,
e o vácuo grita verdades secretas
que a razão recusa, mas registra.


O universo é só um pensamento,
máquina viva sem operador,
reflete em mim seu movimento,
sou engrenagem do seu motor.


As galáxias giram como ideias,
que buscam forma e nome sem cessar,
mas toda luz produz suas aldeias
de sombra que ninguém pode evitar.


Se o mundo é mente, somos devaneio
de um cérebro em combustão,
e a vida, esse constante entremeio
entre a matéria e a percepção.


O universo é só um pensamento,
máquina viva sem operador,
reflete em mim seu movimento,
sou engrenagem do seu motor.

Deus Está de Ressaca
William Contraponto


Hoje o céu amanheceu trôpego,
com cheiro de vinho barato,
os anjos perderam o horário,
e o sol se vestiu de retrato.


O padre pregou sem vontade,
o crente dormiu na fileira,
o diabo tirou férias curtas,
num motel da zona fronteira.


Deus está de ressaca,
de tanto ouvir oração,
vomita promessas gastas,
no chão da contradição.
E eu, que não creio em nada,
acendo um brinde à razão,
porque a fé me dá ressaca,
e a dúvida… é meu pão.


O amor virou fé na neblina
o perdão, moeda em feira,
o homem reza por doutrina,
pra audiência inteira.


Na tela, milagre em oferta,
em nome do lucro e da cruz,
e o céu, cansado de tanto truque,
apagou sua própria luz.


Deus está de ressaca,
de tanto ouvir oração,
vomita promessas gastas,
no chão da contradição.
E eu, que brindo ao caos,
sem pastor nem direção,
prefiro o erro humano,
à divina ilusão.


Se o paraíso é condomínio,
me deixe no bar da esquina,
lá onde o pecado é sincero
e a verdade… não incrimina.


Hoje o céu fechou mais cedo,
e a lua dormiu no sofá,
Deus deixou um bilhete em branco:
“Cansei. Vou recomeçar.”

Última Dose de Ilusão
William Contraponto


No espelho trincado da aurora,
Risquei meu nome com batom vencido.
Cada verso é uma estrada que chora,
Cada amor, um contrato rompido.


Apaguei cigarros com promessas,
Tatuando no peito um talvez.
A vida servida em mãos avessas,
Brindando ao silêncio outra vez.


Fui poeta de bares esquecidos,
Dos que cantam verdades tortas.
Minha alma é um quarto sem ruídos
Com mil portas e todas mortas.


Já vendi meu relógio ao futuro
Pra não ter que explicar o passado.
Hoje ando com o tempo mais duro
E um coração quase penhorado.


Se menti foi por pura ternura,
Se fugi, foi da zona de guerra.
Mas há sempre uma certa amargura
Naquilo que a gente mais erra.


Não me espere com flores na mão,
Me receba com vinho barato.
Que eu ainda componho a canção
Que ninguém cantou no teatro.