Poemas de Sonhos

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Nossos sonhos são portas abertas para a conquista.


Do livro "Entrelinhas"

Pisca-Pisca!
Pisca vagalume
Pontos luminosos
No céu da meia-noite
Piscam sonhos de crianças...
A vida pisca
Batidas de emoções
O tempo voa
Deixando marcas
Pisca amor
Pisca amizade
Pisca esperança
Pisca verdade
Pisca vida
Além da morte
Olhos piscam
De saudades
Estrelas
Corações
Vagalumes
Piscam sonhos
Piscam realidades!
João Batista Barbosa .

"Não desista, não pare de crer...
coloque Deus na frente,
siga seus sonhos, vá até o fim
que todos eles, você vai vender."

—By Coelhinha

"Recomece seus sonhos e seus trajetos quantas vezes forem preciso.
Mas nunca esqueça...O que deu certo, repetir.
O que deu errado nunca fazer. E o que não sabe! Pensar duas vezes..."

—By Coelhinha

Cada caco carrega uma versão nossa: o adolescente cheio de sonhos, o adulto que errou feio, a pessoa que amamos demais e estar longe, mesmo assim não desistiu no meio do caminho. Eles não são bonitos. São irregulares, rachados, com bordas cortantes. Mas, mesmo quebrados, ainda refletem.
É estranho como um pedacinho de espelho consegue mostrar uma verdade inteira. Nele vemos o medo que tentamos esconder, a força que não sabíamos que tínhamos, a cicatriz que virou marca registrada. Não importa o quanto a gente tente varrer esses cacos para baixo do tapete, eles continuam ali, brilhando quando bate a luz certa.
Talvez o segredo não seja colar o espelho de volta para ficar perfeito. Talvez seja aprender a conviver com os pedaços. Reconhecer que cada fragmento faz parte de quem somos hoje. Porque, no fim das contas, os cacos de espelhos que ainda refletem não mostram só o que fomos ou o que perdemos. Eles mostram que, mesmo quebrados, ainda estamos vivos, ainda brilhamos e ainda conseguimos ver beleza no que sobrou.

Nossa primeira preciosidade é a vida. Sem ela, nada existe: nem sonhos, nem conquistas, nem a chance de recomeçar. Mas logo depois dela vem a segunda preciosidade, que é o nosso tempo. E o tempo, diferente do dinheiro, não volta. Cada hora que passa é uma hora que nunca mais teremos de novo.
Por isso, precisamos olhar com mais cuidado para o modo como usamos os nossos dias. Muita gente diz que não deve “vender” o próprio tempo, mas a verdade é que vendemos, sim. Quando alguém vai a uma entrevista de emprego, está oferecendo as suas horas, o seu esforço e a sua dedicação em troca de um salário. Isso não é errado, é a realidade de quem trabalha. O problema não está em vender o tempo, mas em vendê-lo barato.
Vender barato é aceitar qualquer coisa, em qualquer lugar, sem pensar no valor do que se entrega. É gastar anos em um trabalho que adoece, em relações que cansam ou em hábitos que não levam a lugar nenhum. Quem entende o valor do próprio tempo escolhe com consciência: negocia melhor, busca crescer e protege os seus momentos de descanso e de família.
Afinal, a vida é um presente, e o tempo é a moeda com que a vivemos. Gastá-lo bem é a forma mais bonita de agradecer por estar aqui.

Aprendi que a paz só encontra quem é livre,
Por isso,
Te libertei da prisão dos meus sonhos.

As coisas mudam.!!
As coisas mudam, tudo muda. Sentimentos, sonhos, desejos e vontades.
Tudo muda, tudo gira.
Tudo se transforma, tudo se modifica. !!
Simone Vercosa.

"O heroísmo de nossa
trajetória está nos sonhos
de noss'alma quando
transborda pelo intenso
desejo de viver."
⁠

"PAIXÃO
Molho teus insondáveis
sonhos com o vapor do
desejo profundo que
devora intensos
anseios de conexão."⁠

"Permita-se ser feliz na
altura dos seus sonhos,
crendo, tentando, e mesmo
falhando, recomeçar
corajosamente sem desistir
até a conquista que virá,
florescerá e frutificará
eternamente por ti."

"Com o tempo a velocidade
se reduz no foco as ilusões
onde vão morrendo os sonhos,
que persistem mais realistas
e menos intensos na vida."

"Sou bússola no deserto
dos meus sonhos que
transbordam d'alma,
não da perecivel e
superficial matéria."

"E nessa Romaria de contas, preces, sonhos
Aonde eu quis nascer e quis definhar
Eu só achei que a vida ia nos deixar
Lado a lado, sob ferro e fogo
Eu, você, três gatos e um cachorro" - Vitor Brauer

⁠Na velhice da alma

Eu não escolho sonhar; os sonhos que vêm sobre mim
Algum velho e estranho desejo por ações.
Quanto à mão sem força de algum velho guerreiro
O punho da espada ou o capacete usado desgastado pela guerra
Traz vida momentânea e astúcia longínqua,
Então para minha alma envelhecida -
Envelhecida com muitas justas, muitas incursões,
Envelhecida com nomear de um aqui-vindo e daqui-indo -
Até agora eles lhe enviam sonhos e não mais deveres;
Assim ele se incendeia novamente com poder para a ação,
Esquecido do conselho dos anciãos,
Esquecido de que aquele que governa não mais batalha,
Esquecido de que tal poder não mais se apega a ele
Assim ele se incendeia novamente em direção ao fazer valente.

Ezra Pound

Nota: Tradução do poema In The Old Age Of The Soul.

Enquanto Houver Sonhos


O tempo passa,
e leva consigo
aquilo que pensei eterno.


Mas enquanto eu sonhar,
ainda haverá caminho.


Posso cair,
posso me perder,
posso envelhecer,
mas não quero acordar
dos sonhos que ainda me fazem viver.


Porque, no fim,
talvez crescer seja isso:
olhar para trás
sem deixar de sonhar
com o que ainda pode vir.

PERCURSO DO TEMPO


O tempo segue seu caminho,
Sem jamais olhar pra trás,
Carrega sonhos e destinos,
Leva os fortes e os demais.


Hoje somos voz presente,
Nome vivo e conhecido,
Mas amanhã, lentamente,
Seremos quase esquecidos.


Primeiro fica o retrato
Dependurado na parede,
Onde um olhar, vez ou outra,
Mata a saudade que precede.


Depois viramos lembrança
Guardada em velho arquivo,
Entre papéis e memórias,
Num silêncio pensativo.


As histórias vão ficando
Mais curtas a cada ouvido,
Até que reste apenas
Um nome meio perdido.


O relógio não se cansa,
Nem conhece compaixão,
Transforma reis em poeira,
E castelos em chão.


Por fim, seremos um objeto
Que o destino fez sumir,
Como folha levada ao vento
Sem ninguém para seguir.


Mas há quem vença o esquecimento
Sem riqueza ou posição:
Quem plantou amor na vida
Floresce no coração.


Pois o tempo apaga rostos,
Datas, feitos e brasões,
Mas não destrói por completo
O bem semeado em milhões.


Assim percorre o tempo,
Do nascimento ao partir;
E o homem vira memória,
Até memória não existir.


Mas enquanto houver bondade,
Mesmo após o fim da lida,
Algo de nós permanece
Caminhando pela vida.

Cadê o amanhã com o seu abraço?
Cadê o amanhã que me contaria seus sonhos ?
Cadê as rosas que me daria amanhã?
Amanhã que pelo brilho das estrelas
Nosso beijo antes de dormir.
Cadê o amanhã que prometeu meu café de manhã ?
Cadê o por do sol do amanhã?
Cadê o beijo no despertar do amanhã ?
Cadê seu corpo no meu de conchinha?
Cadê sua vida que não sinto no dia de hoje
Que você ontem prometeu
estar comigo amanhã?
Cadê seu olhar nos meus olhos
Que agora não consigo mais enxergar?
A solidão paira sobre mim nas lágrimas da saudade
Que hoje derramo pelo amanhã que nao existiu...
Você partiu no vento da eternidade
Deixando em mim para sempre
O vazio do amanhã que não veio
E todo dia a cada instante
Lembro cada momento
Vivido em tantos amanhãs
E mesmo entre lágrimas derramadas
Elevo a Deus minhas preces
Pelo amor que pude contemplar
Pelo tempo que me foi concedido
Mesmo que tenha partido
Sem o despertar de um novo amanhã !
JOÃO BATISTA BARBOSA

As incertezas... vejam bem: Elas expurgam os sonhos ao escantear as certezas que vagam disfarçadamente entre tantas dúvidas evidentes que são servidas à toda gente em bandeja e cálice dourado.
O corte prateado advindo das pratarias refinadas sangra tanto quanto, as armas brancas enferrujadas forjadas pelas mãos calejadas do velho ferreiro.


250926

Poema: Sonhos


Rimo o que estou sentindo
Sonhamos dormindo
E realizamos acordados
Pra não ser mais um derrotado
Não sonho com menos
Nem penso pequeno
Mas te falo
Começamos de baixo
Pra crescer na vida
Não ter descida
Na escada
Seguir a caminhada
De degrau em degrau
Conquistar algo principal
A fé move montanhas
Move também quem sonha
Acredito que ainda vou escrever
Pra poder dizer
Que a favela venceu
Graças a Deus.