Poemas de Sol
Que cada manhã de sol possa refletir o brilho do teu sorriso
e as manhãs de chuva possam me levar ao mistério dos teus olhos...
Nunca soube dizer de onde vim nem pra onde vou. Vivo nesta terra em transe, cheia de sol, cheia de horror.
Se todos os seus esforços forem vistos com indiferença, não desanime, pois até o sol ao nascer dá um espetáculo todo especial e no entanto a maioria da platéia continua dormindo.
Diz uma lenda que o Sol e a Lua sempre foram apaixonados um pelo outro, mas nunca
podiam ficar juntos, pois a Lua só nascia ao por do Sol. Sendo assim, Deus na sua bondade infinita criou o eclipse como prova que não existe no mundo um amor impossível.
A verdade é como o sol. Podes esconder durante algum tempo, mas não desaparece.
O nosso amor pode ter nascido no sol, na lua, no mar, ou na mais suave brisa, mas tenho certeza que ele vive e cresce em nós.
Antes que o sol se ponha, pense em algum ato que leve à conversão de alguma pessoa e execute-o com todas as suas forças.
Hoje o sol não brilhou, os pássaros não cantaram, os risos se calaram e as lágrimas rolaram em meu rosto. Meu coração sofre em silêncio.
Da manhã mais linda, és o brilho do sol. Do entardecer de belas cores, és o perfume de jasmim. Da noite vazia, és a lua dos apaixonados. E do meu terno coração, és a semente do sentimento que brota e floresce no amor. Então, das estações, és a primavera... que deixa minha vida ornada e bela.
Bom dia, meu amor. Hoje o Sol está tão radiante! É que o brilho do seu olhar reflete tua imagem nas nuvens, e as nuvens refletem a tua boca em meus lábios. Belo dia para dizer que te amo, simplesmente pelo fato de você existir.
Cada pôr-do-sol que vejo me inspira o desejo de partir para um oeste tão distante e belo quanto aquele onde o sol sumiu.
Deus não prometeu dias sem dor, risos sem sofrimento, sol sem chuva, mas Ele prometeu Força para o dia, Conforto para as lágrimas e Luz para o caminho.
Não fique triste, olhe para o céu e veja que o sol também está sozinho, mas nem por isso deixa de brilhar.
Mas qual luz abre a sombra deste balcão? Eis o oriente é Julieta, e o sol! Oh, e a minha mulher e o meu amor!
(Ma quale luce apre l'ombra da quel balcone? ecco l'oriente. E Jiulietta, é il sole, oh, é la mia donna, é il mio amore! Atto II, Scena II
