Poemas de Shakespeare o Menestrel
Desejos proibidos
Sua boca carnuda
As curvas de seu corpo
São estopins do desejo
Desejo proibido em possuí-la
No mundo inexistente
Suas mãos exploram sua pele macia
Sua língua sente o gosto dos seios endurecidos
A insistência diária do desejo vence a residência
Despida das roupas e da vergonha
Seu corpo fica a mostra
Os seios sendo explorados
As mãos passeiam na pele macia rendendo o corpo ao êxtase
Na conquista ela é dele
No mundo agora real onde só prazer é permitido
No mundo agora real feito para o desfrute dos desejos proibidos.
Katia Osório
“Nós, e por nós eu digo os humanos, por alguma razão achamos difícil nos desprender do passado. Eu não estou dizendo que não há espaço para lembranças, o que estou dizendo é que não se pode viver o hoje no passado porque senão seu futuro será exatamente igual ao ontem. Também não se pode viver no futuro porque senão o hoje apenas passa por você. O único modo de ser verdadeiramente feliz é se contentar com o presente.”
Eu continuo sendo seu, sempre fui e por mais que eu negue, eu só queria que você fosse minha também. Mas as coisas nem sempre são como queremos, seguimos rumos diferentes, histórias diferentes. A vida mudou, você mudou, tudo mudou. E eu também.
"Esses atores eram todos espíritos e dissiparam-se no ar, sim, no ar impalpável. Um dia, tal e qual a base ilusória desta visão, as altas torres envoltas em nuvens, os palácios, os templos solenes, e todo este imenso globo hão de sumir-se no ar como se deu com esse tênue espetáculo. Somos feitos da mesma substância dos sonhos e, entre um sono e outro, decorre a nossa curta existência." ( A Tempestade )
Prezado Professor, sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver. Câmaras de gás construídas por engenheiros formados. Crianças envenenadas por médicos diplomados. Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas. Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados de colégios e universidades. Assim tenho minhas suspeitas sobre a Educação. Meu pedido é: ajude seus alunos a tornarem-se humanos. Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou psicopatas hábeis. Ler, escrever e saber aritmética só são importantes se fizerem nossas crianças mais humanas.
Felizes os que encontram no fim da vida alguém que lhes diga: Você não serve para nada, mas eu não sei viver sem você!
eu sou muito orgulhoso de mim mesmo porque por mais solitário que eu seja, nunca cobrei lealdade de ninguém ou pedi para que ficassem, acho que é por isso que eu sou sozinho.
no fundo eles só precisavam de um motivo para o desinteresse deles.
Dentro de mim, existe um Espaço Sagrado onde guardo minhas preciosidades.
Às vezes faço uma faxina lá e mudo tudo de lugar.Não é por maldade, é só vontade de ver um outro ângulo das coisas. Eu não gosto do olhar acostumado.Não gosto de ver um objeto num objeto, porque tudo pra mim tem entidade humana.E gente me tira o fôlego, vejo belezas demais quando amo, e amo sempre e tanto.
Sabemos que tivemos uma boa tarde quando, mesmo depois de ter anoitecido, o sol parece ainda não ter se posto.
“Idem velle, idem nolle”: amigo é o sujeito que quer a mesma coisa que você e rejeita a mesma coisa que você.
Não lembro de ter sofrido antes de nascer e tenho a nítida impressão de que não sofrerei depois de morrer.
O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê... É preciso transver o mundo.
Um homem com IDEAL tem um barco no coração e uma bússola na cabeça. Por isso, não há tempestade que o afunde ou lhe tire do rumo certo.
Eu conheço um planeta onde há um homem vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete como tu: "Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!" e isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem; é um cogumelo!
Quem não pode fazer grande coisa, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa.
O homem é feito de tal modo que quando alguma coisa incendeia a sua alma, as impossibilidades desaparecem.
[É preciso] desinventar os objetos. O pente, por exemplo. É preciso dar ao pente funções de não pentear. Até que ele fique à disposição de ser uma begônia. Ou uma gravanha. Usar algumas palavras que ainda não tenham idioma.
