Poemas de Reflexão
Como quem finaliza um livro, ou encontra-se em forca, tenho alguns ditos sem sorriso, a expressar nas palavras deste miserável rebelde e delinquente, mas não pobre de espírito. Bem, quero aos que podem, que entendam: O máximo de liberdade que o ser humano pode aspirar - contando que isto não também lhe tenha sido tolhido - é escolher a prisão na qual quer viver. Sim, digo e posso repetir: Prisão. Pois nestes dias, pobres e podres dias, essa tal de nome Liberdade, nada é, que "sonho que se sonha só". Não, digo eu que, outrora senhorita, hoje sim senhora, pois está a ser viúva de maridos, transformou-se em simples miragem, uma pequena abstração. Oras, sem pudor ou receio, desafio-te com pés firmes, a contestar-te sobre a própria, sua e de outros tantos iguais, questão social. Basta que diga-me qual é a sua tribo e eu, sem utopias nem distopias, direi qual é o seu ajoelha-te. Concorde ou não, é somente a cláusula não assinada que você respeita, nunca a tí ou aos teus. Pois por fim, aos que dizem-se amantes desse decadente e decomposto conceito de liberdade, entendam: Só há liberdade se sua vida, e as de outrens, for produzida e protegida por você mesmo, jamais tomada, forçada ou imposta a ninguém. Seria eu só mais um tolo por ainda, neste dia cinza, ter apenas isto a dizer? Mais adequado seria, pela forca eu diria, um simples e singelo "Adeus".
Nossa mente é um grande livro em branco a ser preenchido em nosso dia a dia. Cada página é composta por ações já pensadas e externadas pelas nossas atitudes, em resumo, podemos acumular tesouros ou lixos em cada uma dessas páginas, só depende de nós!
Uma fórmula clara da nossa existência pode ser expressa assim: mais acertos = progresso, menos acertos = retrocesso.
“Traumas são como sombras do passado, mas a mudança de ambiente é a luz que revela novos caminhos para a cura e o crescimento pessoal.”
Conforme o tempo passa à de se perceber as mudanças, consequentemente haverá arrependidos por suas escolhas. É preciso entender, o trauma das escolhas não feitas torno-ó e transformo-ó em um ser capaz de torna decisões difíceis em experiências únicas.
“Não importa se a estação do ano muda. Conserva a vontade de viver, não se vai a parte alguma sem ela. “
Há aqueles que num minuto fazem uma leitura precisa da vida de alguém, mas vivem uma vida inteira sem decifrar a décima parte de si mesmos. Observar é um exercício interessante, calar, ouvir, perceber, é possível aprender muito convivendo de coração aberto com pessoas de bem, tão sujeitas a falhas como qualquer outro ser humano, aprende-se muito também mantendo olhos atentos ao mundo que nos cerca, nem sempre se encontra o bem em toda parte. Mas o aprendizado proveniente do olhar de si a si mesmo é realmente infinito, entre falhas e virtudes, garimpar-se é, sem dúvidas, a força motriz do desenvolvimento humano. "Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta." Esse Jung sabia das coisas...
Se a vida em algum momento lhe tirar o prumo, chore se for necessário. Mas não se perca em martírio, construa outro. Depois de algum tempo você vai perceber que ninguém lhe tirou prumo nenhum e que o caminho sempre foi um só, composto de algumas travessias difíceis e desafios que serviram para fortalecer seus passos, nada além disso. Se harmonize com a sua história, não reclame. É de batalhas que se vive a vida e sem elas não haveriam glórias.
A dificuldade de observar as coisas e não aguentar ficar calado atrapalha. Falar, argumentar, tentar auxiliar nem sempre soa tão altruísta assim. Tem coisas às quais não cabem intervenções, nada como um dia após o outro... O tempo mostra quem é quem, ensina, afirma a presença e a fibra humana pela moral, dá o direito a quem tiver, só ele. Cuidar de si é uma grande tarefa, é a grande missão, Deus cuida de todos nós, é bom silenciar. A gente muitas vezes já tem essa premissa decorada, trazê-la à prática é dos melhores autoinvestimentos que alguém pode fazer.
Todos nós temos nossas cicatrizes. Seja de amar alguém profundamente, ou por querer proteger muito alguém que já não está mais na nossa vida
Depois de tanto cair, a gente aprende que é besteira viver em turbulência. É tudo tão passageiro. A gente dorme pensando em morrer e quando acorda já pode sorrir outra vez. A gente chora, lamenta, ouve aquela música que faz a ferida reabrir, escreve pra ver se de alguma forma a dor escorre pelos dedos e fica só no papel. Parece pra sempre, mas não é. Nunca é. No fim a gente vê que nem vale a dor de cabeça, o embrulho no estômago. Não anula a dor, mas se aprende a lidar melhor com isso. Depois das turbulências, juro, a gente aprende. Hoje, enfim, meu coração re(pousa).
Sou uma guerreira. Depois de todas as quedas, todos os roxos, estou aqui. Firme e forte pra enfrentar um batalhão. Sobrevivi ao primeiro amor, amores não correspondidos, decepções de amigos e brigas com a mãe. Hoje olho pra trás e posso dar risada de como me senti e de como reagi. Pude aprender com meus erros, pude crescer. E sabe, por mais que eu tenha cometido erros, não tenho como me arrepender. Tenho muito orgulho de quem me tornei.
...é o que eu disse mais cedo, cada um tem uma experiência, boa ou ruim, e é assim mesmo que as coisas funcionam, a vida é uma montanha russa, vez outra você é jogado pra fora do carrinho.
Não é porque o livro serviu pra você, que servirá para quem você tem certeza que precisa ler também. A vida tem a experiência certa para cada um.
Artistas são como taças de vinho:
Quando lhe despejam a vida, o que os enche é sentimento e o que lhes transborda é arte, para saciar quem faz jus a bebê-la e gratificar quem faz questão de degustá-la.
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