Poemas de Reflexão
O covarde foge da camorra da vida; o kamorrista entra nela de cabeça, porque sabe que é no meio da confusão que se forjam os fortes.
Corte da sua vida qualquer tipo de pessoa ou ambiente que desperte em você comportamentos de quem você não quer ser.
A vida me ensinou na marra: eu não controlo a lealdade de ninguém. Cada um mostra quem é, independente do que eu represente. O caráter é escolha, não reflexo.
A vida é um processo contínuo e irreversível, como a leitura de um livro sem a possibilidade de retroceder.
A conquista de qualquer coisa nesta vida é mérito exclusivo do conquistador... inclusive as tristezas que plasma ao pronunciar sobre a vida.
Se o ponto obscuro da sua vida está luzindo e ele é a opção de rumo.... não perca tempo! Siga por ele!
No abuso da autoconfiança reside o seu risco... também, quem vive com os carimbos da vida não pode temer esta singela observação.
Há indivíduos que atribuem os seus desencontros à vida, mas se esquecem que somos vidas e traçamos as linhas para o encontro ou para o desencontro. Neste sentido, não me entusiasmo pelas paralelas.
Se a vida fosse o retilíneo risco que liga as extremidades, talvez, não tivesse tanto sentido o nosso caminhar.
O exemplo educa, então, percebamos os gestos que a vida nos oferece. Não vivemos sem o ar e, nem por isso, ele nos reclama sobre a sua importância.
As pessoas fogem em face às suas comodidades de vida. Preferem continuar na mesmice do dia que apenas passa, sem muito sentido.
Vazios cheios...de lembranças recheadas de uma vida vivida repleta de história escrita nas linhas do tempo.
Devemos aprender e apreender que nada levamos desta vida... a não ser os bons frutos semeados e o exemplo de humildade e os gestos de carinho que podemos doar para os outros.
Na vida.. cada indivíduo ocupa um espaço para a harmoniosa orquestra do Soberano, mas é imperioso que cada alma toque em sintonia harmonizando o bem comum.
Ser é o fundamento sólido para quem quer ter a vida significativa nesta esfera que gira e nos declara, num simples gesto, seres passageiros usufruindo dos empréstimos do Criador.
