Poemas de quem Deu um Fora
Eu que só queria te colocar nesse barco e ao mesmo tempo te empurrar pra fora dele. Irônico não?
Mas nossa historia é assim mesmo irônica por natureza.
No fundo desejava que esse barco fosse maior.
Para que nos três pudéssemos remar contra tudo e todos, seria ótimo e completamente impossível também.
Eu olhava mas nada via. Me aproximava mas não sentia. Era eu, fora de mim.
Por acaso te vi, com aquele sorriso largo - o mais lindo de todos. Resisti.
Tentei me livrar, esquecer, apagar! Continuava ali.
Preso em minha mente, me deixou quase doente: era a perfeição impressa em forma de gente.
Mentira boa.
Ei...minha flor,
por favor, corra!
Vai ver a lua lá fora,
mas vê se não demora
o bom é agora.
Senti isso de repente
quando olhei,
estava lá, linda.
Faz assim ó...
vem ver agora!
Eu, já estou aqui,
do lado de fora...da sua casa
com você aqui dentro...de mim.
vem...nem pensa!
Essa sua demora me descompensa
Me traz você de recompensa.
Poxa, você vai adorar...
a lua,
clara é claro.
...e na hora que chegar,
eu prometo,
roubarei um beijo seu!
Se não quiser, tudo bem,
diga que nem percebeu,
que estava olhando a lua...
e do nada te agarrei.
Verdade!
Pode inventar.
Eu inventei até um luar nessa noite chuvosa
e você de tão ansiosa,
nem parou,
pra reparar.
La fora esta frio,
Mas eu estou queimando,
Queimando de amor por ti,
Com saudades de sua mão percorrendo meu corpo,
Acariciando minha face.
Só oque me resta agora é lembrar
Pois a distancia me impede de te beijar.
O estranho no ninho observava pelas entrelinhas
da janela de seus olhos o mundo lá fora.
-O que aconteceu?
-Senhor para onde este trem esta indo?
perguntou o menino de sardas timidas.
O senhor de barba grizalha e chapéu de palha respondeu:
-Depende, quanto tens?
O menino com os olhos cheios de lágrimas exclamou:
-Senhor dinheiro ,eu só tenho essas duas velhas moedas que trago em meus bolsos, nada mais.
E o senhor respondeu novamente:
-Dinheiro? daqui nada vale, apenas seus sonhos.
-Não tens sonhos? Questionou o senhor ao menino.
-Sim, tenho muitos. Disse o menino ainda com um ar de assustado.
O velho senhor então deu um meio sorriso e disse:
-Então por que perguntas para onde este bendito trem esta indo,
se carregas tantos sonhos contigo?
-Não percebes que se tem tantos sonhos assim, podes ir para onde quizer...
-Os sonhos são a passagem ilimitada para qualquer lugar do mundo! Finalizou o velho senhor...
LÁ FORA
Não sei como começou
Mas foi diferente
O cupido acertou
E conseguiu juntar a gente.
Sempre soube o que queria
Não foi fácil aceitar.
Tua ausência me afetou
Em você só sei pensar.
Lá fora na chuva fria
Teu abraço me esquenta
E transbordo de alegria
Com teu beijo sabor de menta.
Tenho ciúmes de você
E será sempre assim
Vivo louco pra te ver
E te quero só pra mim.
Tempestade
Em uma manhã fria de inverno chorei,
Impulsionando a chuva que lá fora caia,
Se perdendo na visão turva da cidade branca,
Esvaziando as nuvens do meu pensar.
Eu chorei...
O frio que tomava meu corpo como parte dele,
O coração que quente não resistiu,
E o laço de compaixão que se partiu.
E eu chorei...
As lembranças que este tempo sombrio traz,
As incertezas do amanhã chegar,
O medo das ventanias e do tempo fechar.
Chorei...
A angustia de ver a água subir,
O temor da terra sumir,
A certeza da luta pela vida do homem bom.
Sim, eu chorei...
No papel as gotas que escrevi sem pensar,
Os sentimentos em cárcere do meu gostar,
As alegrias no verão de quem pude amar.
Mas também chorei...
Vendo a chuva passar,
O azul do céu voltar,
A alegria de novamente ver o sol brilhar,
E ter a esperança de ver um novo dia chegar.
Entregue-se a carne
vivencie os pecados de fora;
Pendure seus olhos em uma árvore
longe das mentiras do mundo,
deixe pra trás os sobrenomes...
Prove do vinho ao veneno,
esperimente, saborei todos;
Dos armargos aos doces
da nostálgia à utopia.
Da sanidade até as coisas mais loucas;
Das cáricias aos puxões de cabelo.
Mergulhe no inferno,
renegue o paraiso.
Dance sem medo a beira do abismo
Chove lá fora. Dentro de mim também chove.
Nunca pensei que fosse tão difícil ensolarar o meu céu.
Dizem que após a tempestade vem a bonança. Acreditam nisso mesmo?
A certeza que tenho é de que não é fácil. Não é fácil conquistar, ser, ter.
Talvez TER não seja a melhor escolha. Ser já é por sim só TER.
Bom seria ter flores, cores, escolhas e oportunidades após a chuva.
Porém mesmo que se tenha, ainda não é fácil optar por tudo que se tem a frente.
A verdade é que uma vida assim cansa. Cansa sofrer.
Simplicidade em tudo, nos atos e desejar menos é uma solução.
Lá fora já não chove mais. Dentro de mim abranda a chuva.
Aflição da escolha:
Seco ou molhado...
Salgado ou doce...
Dentro ou fora...
Medo ou vitoria...
Amor ou na dor...
Frio ou calor...
Criar ou copiar...
Grunhir ou calar...
Opinar ou se abster...
Ler ou desconhecer..
Lutar ou permitir...
Estagnar ou prosseguir...
Alto ou baixo...
Liso ou cacho...
Viver ou morrer.
Este ultimo, não nos é permitido escolher.
A!!!!
O sol brilha lá fora, e na alma...
A!!! e o amor ,sei lá e tão inquietante,
quando se quer ser o ar que o outro respira.
E não adianta, nos tornamos reféns não
do outro mais de nós mesmos.
Somos somas.
E assim somos,
sempre querendo mudanças agora,
pra depois, fora de hora,
buscarmos nas lembranças
aquilo que antes não queríamos mais.
Se atente!!!
Olhe além,
repara bem
se contente com o que tem,
não lamente o que não tem,
pois o que não se tem,
nem saudade lhe dará!
Eu prefiro uma saudade ardente
do que uma frustração pendente.
Eu prefiro uma queda bem doída
do que um desejo nem vivido.
Eu prefiro curar minhas feridas
do que ter um coração sem despedidas.
Zana
(desejo súbito de uma noite em solidão)
Quero andar pelas ruas de Juiz de Fora
na sua doce e suave companhia,
esquecer os apuros, sustos e desenganos,
desfazer o tédio, a tristeza e o cansaço.
Abandonar-me, calada, em teu sorriso
neste gosto suicídio de que o tempo passe...
Quero ouvir junto de você
canções de Ana Carolina e
versos de Murilo Mendes
que vem de longe,
de onde, nem de quando, não importa.
Mais vale tudo escorrer
sem planos nem cuidados...
Mais vale ouvir tudo em surdina,
recuperar os dias vividos em
distância...
E falar de nós,
apenas de nós.
E lá fora, chuva. O tempo se encontra fechado, nublado.
Coração geme os desajustes gerados ...
Densa mágoa, a altura da garganta, trava tudo.
Suspiro de não contentamento lástima vil do ego.
E por um instante tudo gira, se inverte,
O dia, lindo dia, se converte em escuridão,
O sol em chuva, e os teus raios em trovões.
Ecoam-se os gritos angustiados,
Latentes, fortes e veementes,
Traçados mediante conduta conturbada,
Puro desconcerto do acaso, triste acaso.
E lá fora, chuva, riso em choro,
Felicidades em tristeza e assim se vai ...
A vida e seus desconfortos,
O ser humano e seu lado humano.
MINHA FRASE 0464
Justificar pássaro em gaiola, com o argumento de que
fora dela o bichinho não tem como viver, quase sempre
é justificativa de humanos que engaiolam pássaros só
por dinheiro, só por egoísmo ou pelos dois!
Já é noite, la fora o vento sopra,chego a ouvir o suviar de suas rajadas
Seu barulho alto e estridente só não é maior que as batidas do meu coração
Ao recordar-me das curvas do teu corpo, cada pelo cada tatuagem,
umas ingênuas outras apimentadas
Fico sem ar lembrando-me deste lindo sorriso parece que o vejo agora
Sinto o aroma do teu corpo, seu cheiro esta em mim não consigo esquecer.
Dói a distancia, tenho medo de perdê-la não consigo imaginar um momento si quer sem pensar em você.
Um amor proibido que começou como uma curiosa brincadeira se tornando:
O MAIOR DE TODOS OS AMORES!!!!!!!!!
TE AMO!!!!!!!!!!!!!!
Não sou do time dos que acreditam em amor da boca pra fora. Sou desses que precisam olhar, conviver e sentir que o amor vem da alma e se espalha por toda parte por ser verdadeiramente grande.
Nenhum "eu te amo" me conforta se com a palavra "amor" não vier junto o desejo insubstituível de querer ficar perto.
Me ame, mas me faça sentir que é de verdade. Do contrário, melhor nem tentar me amar...
PARE O TREM PRA EU DESCER
Isto mesmo, quero descer agora
Deste mundão que anda lá fora,
Onde a privacidade ficou pública,
Onde a palavra escândalo virou
Normal diariamente no telejornal,
Onde ser honesto virou direito e
Onde ter estudado virou sinônimo
De muito qualificado pro mercado
Manipulado que contrata indicado,
Então, por favor, quero sair daqui e
Descobrir algum local onde tudo que
Aprendi e ensinei pra os meus guris
Ainda tenha validade, total eu preciso
Urgente ouvir antes que fique doente,
Então, please, me diz onde fica este
País onde tem gente com orgulho de
Ser decente, onde educação sempre
É prioridade e ainda, onde o respeito,
Dignidade e honestidade em qualquer
Ramo de atividade sejam os requisitos
Mínimos da humanidade em sociedade!
Guria da Poesia Gaúcha
PARE O TREM PRA EU DESCER
Isto mesmo, quero descer agora
Deste mundão que anda lá fora,
Onde a privacidade ficou pública,
Onde a palavra escândalo virou
Normal diariamente no telejornal,
Onde ser honesto virou direito e
Onde ter estudado virou sinônimo
De muito qualificado pro mercado
Manipulado que contrata indicado,
Então, por favor, quero sair daqui e
Descobrir algum local onde tudo que
Aprendi e ensinei pra os meus guris
Ainda tenha validade, total eu preciso
Urgente ouvir antes que fique doente,
Então, please, me diz onde fica este
País onde tem gente com orgulho de
Ser decente, onde educação sempre
É prioridade e ainda, onde o respeito,
Dignidade e honestidade em qualquer
Ramo de atividade sejam os requisitos
Mínimos da humanidade em sociedade!
Guria da Poesia Gaúcha
Os passarinhos já cantavam lá fora, e eu ainda não estava conseguindo dormir. Meus olhos permaneciam úmidos por causa das lagrimas que insistiam em descer por eles. Suspirei, e me apoiei sobre meu braço, acendi a luz, e vi que eram 04:04 da manhã, abri um pequeno sorriso. Não sabia muito bem porque não conseguia dormir, e porque estava chorando, mas me sentei na cama e me cobri, eu estava com muito frio naquela noite. Quando então, ouvi alguns batidos na janela, de inicio fiquei com medo, mas lembrei-me de que ele costumava fazer isso, jogar aquelas pedrinhas em minha janela era costume dele, então apressada me levantei, e fui até a janela, quando consegui abrir a janela, consegui também ver a imagem dele, parado de pé, com um pequeno buque de rosas e margaridas, para mim! Pensei.
— Olá minha pequena, estava com saudades, vim vê-la. — Sua voz soava tão perfeita, que eu não me continha, continuava sorrindo, como uma boba.
— Estava mesmo com saudade? — Perguntei, enquanto o observava se aproximar da janela.
— Sim, estava morrendo de saudades suas minha pequena. — Falou ele novamente, e quando chegou perto da janela, logo tocou meus dedos, e os envolveu lentamente nos dele, o vento da janela batia contra meu rosto com força, eu estava com frio, mas não importava ele estava ali.
— Eu … — Eu não consegui terminar a minha frase. Queria muito poder dizer para ele, o quando era bom vê-lo, como era bom tê-lo ali, junto a mim novamente, mas o despertador soava tão alto quando pulei da cama com meus olhos repleto de lágrimas. Percebi que aquele só havia sido mais um de meus sonhos com ele, isso me fez chorar mais ainda, pois eu o queria ali.
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