Poemas de quem Deu um Fora

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⁠Eu sou como uma típica canceriana, um caranguejo, dura por fora e um poço de sensibilidade, por dentro.
Sempre tive medo de mostrar minhas fragilidades, pois o fiz muitas vezes, para as pessoas erradas e que as usaram contra mim.
Hoje, mais madura, e, após um processo intensivo com uma terapeuta maravilhosa, aprendi a lidar com isso, e, percebo o quanto sou mais forte, reconhecendo que também sou vulnerável. E sentir isso no meu coração, me traz uma leveza absurda, que eu nem sabia que era possível. Acessei uma potência dentro de mim, para a vida. Estou disponível, flexível, aberta, inteira, consciente de cada passo e de quem eu sou, e uma vez consciente disso, o outro não me afeta mais tanto quanto antes…
Aprendi a não absorver mais, calada, aquilo que me machuca, e diferente do que nos ensinam: “Ah! Deixa pra lá”, o processo de comunicação dos nossos limites é um ato de respeito, conosco e com o outro, que, recebe a oportunidade de olhar melhor para si também.
há ainda um longo caminho pela trilha do autoconhecimento, mas sigo feliz pelas minhas pequenas conquistas na busca pela conexão com a minha verdadeira essência.

Inserida por bartiriarocha

⁠Se quiser ser um grande Homem não só por fora mas também por dentro leve consigo, em qualquer lugar onde for, a Reflexão Crítica e a Correctude!

Pois, a Reflexão Crítica trará Sabedoria e a Correctude trará Paz!

Inserida por Amanciorego

⁠Boa Noite!...

Jogue fora tudo de ruim do hoje.
O dia acabou.
A manhã será um Presente!

Inserida por VeluBA




" A porta da mudança, só abre de dentro para fora" o que mais, um coração pode enganar?

Inserida por AnthonnyGRamos

um jovem que adormecia por fora
e adoecia por dentro,
As pessoas não conhecem o meu mundo interno.

Inserida por caio_rocha_amorim

Chuva cai lá fora...
E ainda são quatro horas,
de mais um dia cinzento
Chuva cai lá fora...
E a saudade aqui dentro,
que não quer ir embora
Chuva cai lá fora...
Enquanto eu te imagino do meu lado,
aqui, agora
Chuva cai lá fora...
O vento bate na janela, mas eu não quero escutar
E por trás dela...
A saudade passa devagar

Inserida por marcuspatrick

Retorno a Mata...

Real fora a situação da sua ida à mata, ouviu “sons”! Lembra-se?
Era um “teste”, ficaste furiosa, se uma faca tivesse, “matava”...
Teve momentos de ironia quando da vez primeira entraste, escreveste!
Os seus escritos falavam de paixão, amor e alegria, e os “sons?!”
Retornou e desta vez, disseste, “fui só”, ninguém como companhia,
Nesse devaneio e atitude, confesso da minha surpresa, era assim...
Os escritos assim falavam, não acreditei, sempre estive por perto,

Às vezes achar que está enganando ao próximo faz bem a si? Não deveria.

Morreu um sentimento que nunca teve, agia com palavras mentirosas!
Assim não é certo o proceder, se errei por uma letra, não perdoaste,
Tamanha ironia não poderia esperar que viesse dos seus “dedos”,
A procura terminou e os “sons” nunca foram ouvidos! Perdeste um amigo!

Inserida por JustinoManoel

⁠Retalhos do Coração

Não diga um eu te amo,
Apenas da boca pra fora
Fale o que o seu coração está sentindo, conte-me os seus planos,
Mesmo que não compreendas agora.

Não diga que me quer,
Se ao menos não pensar assim
Afinal, não é porque que te quero como você é,
Que vou aceitar alguém me tratar de uma maneira tão ruim.

Não diga que me ama,
Se de fato isso não for para ser
Afinal, não é porque o meu corpo te chama, meus olhos cheios de amor ardem em chamas
Que eu vou aceitar alguém me desmerecer.

Se de fato quiseres minha companhia,
Fale o que está escrito no seu coração
E se acaso acontecer de me trocar um dia,
Finja que não me conhece e
Vida que se segue, então!!

Inserida por Poetadayltonjose

⁠Rasgaram-se nuvens de um céu estrelado
O véu do orgulho, já fora quebrado
Estrelas que dançam, bem do meu lado
Tu vens como o vento,
Suspiro calado.
— tu vens.

Inserida por eujanesants

⁠C.S

Cabernet Sauvignon.

É uma uva que fora da maturação adequada,
Trás com ela um toque herbácio meio amargo,
Não adianta a chaptalização,

Ainda não chegou sua hora de ser colhida,
Matura na pedra rolada da vida,
No sol da alegria,
Na chuva do choro da cura,

Dos traumas dos granizos,
Que caíram em ti na falta da proteção,
Da cerca que um dia você mesmo perfurou,
Sem atenção...

Então, cresça e apareça,
Envelhecida e embarricada,
Seja tu um vinho de guarda,
Dentro da minha adega que se chama coração.

Inserida por LeticiaDelRio1987

⁠Silêncios que Gritam

Me sinto como peixe fora d’água,
sufocando em um mundo onde o mar se afastou de mim.
Luto sozinha por algo que só eu quero,
enquanto o outro apenas respira sem me notar.

Cansei.
De dar, de esperar, de me doar até não restar nada.
Só eu estou aqui, amanhã após amanhã,
tentando salvar o que nunca foi meu.

Por trás do meu sorriso,
vive um grito de socorro que rasga minha alma.
Meu coração chora calado,
mas ninguém vê — só eu ouço o eco.

Num planeta com mais de 8 bilhões de corações,
fui amar justo o que não liga para o meu.
Queria ser vista nos detalhes,
amada sem precisar implorar.

Desejada como um sonho que vira verdade,
receber carinho sem pedir,
atenção sem gritar,
e amor... sem dor.

Inserida por Lindalvamachado

⁠A chuva que cai lá fora
Colore um dia fechado.
Traz beleza, traz a paz
Traz novo significado.

O barulho no telhado
Faz a vida se acalmar.
Faz o dia ser mais manso
Nos permitindo sonhar

A chuva aquieta a alma
Faz brotar novas verdades.
Acalma um coração
Que sofre de ansiedade.

Um dia chuvoso é vida!
É sinônimo de alegria.
É dia pra escrever
É dia pra poesia!

Se o teu silêncio grita, não fique calado!
Ponha pra fora, seja com a caneta no papel
Ou
Com um amigo de todas as horas.
Se teu sucesso cala, não o grite!
Ele alcança os ouvidos sem falar
Ele se exibe sem se mostrar.
Wesley Nabuco.

Inserida por WesleyNabuco

A paixão

Tudo fica sem nexo
Quando triscamos,
Em um rubro, a paixão!
Te deixa fora de ti
É uma fisgada!
Que te pega com garras
De dragões
tudo entra em chamas.
A paixão é uma loucura
Instantânea,
Nem sempre
Dá para segurar.

Valter Bitencourt Júnior
Passagem: Poesias, 2017.

⁠esse é um exercício de morte
e vida esse é um exercício de
nascimento dentro e fora
do encerramento um
exercício de furar o tempo
esse é um exercício
de imaginar-me sem o
desgaste de ter que
me explicar porque eu
fernando na verdade
como já sabes sou essa
crueza tanto de perto
como de longe

Francisco Mallmann
Tudo o que leva consigo um nome. Rio de Janeiro: Record, 2021.
Inserida por pensador

⁠SOZINHO
O coração grita
A chuva cai lá fora
E dentro em mim um vento frio
Então deixo tudo
Vou para o chuveiro
No bosque embaraçado escrevo teu nome
Sem saber se existo dentro de você
As lágrimas dessem quentes dos meus olhos
E vai ao encontro da chuva
Um relâmpago o coração dispara
E o medo faz com que grite teu nome
Agora pergunto...
Onde você esta que não ouso tua voz.
Será que está fazendo o mesmo...
Assistindo a chuva cair
Sem poder fazer nada.
OSB 2002

Inserida por Itaoe

⁠MANDAR SE LASCAR TAMBÉM ALIVIA A ALMA.
Um dia "botei" para fora TUDO que eu sentia sobre as atitudes covardes da pessoa NA CARA DESSA PESSOA.
E me afastei...
O tempo passou, e hoje tenho a consciência LIMPA de ter falado TUDO que eu precisava, se a pessoa ouviu ou não, já não tenho esse poder e nem seria um problema meu.
O meu poder está em FALAR
E falei, falei por MIM, essa é a verdade.
Entenda: Nem sempre será um EU TE AMO que nos fará leve, algumas vezes será um: VAI SE LASCAR COM SUAS COISAS PARA LÁ que fará você dormir com EM PAZ!
Acredite
Não guarde raiva no coração, mas não deixe de falar o que você precisa falar. Sua paz e saúde mental agradece ❤
Texto e vida de Deborah Surian

Inserida por deborah_surian

⁠Não adianta procurar
o que um dia você
jogou fora...
Mas talvez ela um dia
te encontre.

Inserida por CarlosRodrigues

⁠E assim fora-me roubada a essência, o âmago, o cerne; fora-me roubada a identidade em um golpe que embora ideado, teve o poder de atingir-me com a mesma brutalidade com a qual um raio atinge a árvore deixada ao léu em campo aberto, ceifando seu tronco em duas metades rivais.
Então acusaram-me de atentar contra quem eu era, de dilacerar a essência velha em função da debilidade nova. Me denominaram impostora, esvaziaram-me a clareza, condenaram-me por uma prolixidade inventada. Trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.
Por isso jogaram-me contra a parede, questionado a veracidade de tudo o que tentei dizer, mas que graças à língua não fui capaz de fazer. Duvidaram de minhas dúvidas e de minhas certezas. Questionaram-me e fizeram questionar a verdade que costumava me guiar. Trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.
Porque acreditam valer mais a palavra do que aquilo que se quer dizer. Falam da confusão de minha escrita porque nunca conheceram a de minha cabeça. Exigem uma clareza que nem a mim conseguem me entregar e em meu martírio escolhem se deleitar, porque são p*tinhas de uma normatividade torpe e vulgar. Trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.
E antes de mais nada, assumo minha raiva e minha tentativa de negar o que quer que seja que possa meu ego contrariar. Por isso não pestanejo em afirmar que trocaram minha vida por meia dúzia de conectivos conclusivos para assim me retalhar.

Inserida por apatiatropical

⁠Poema de um poeta louco....

Sou um Louco...
Louco desvairado...
Sim...
Um louco fora de mim...
Sou isso e mais um pouco...
Pois louco nos olhos de muitos serei....
Se faz frio ou calor....
Nem esquento....
Pois uso o sol...
Eu me bronzeio...
Pois é nele que esquento minha alma...
Para meditar....
E amar...
Assim...
Vou amando...
E mesmo esquecido....
Vou vagando perdido....
No meu paraiso....
Se a chuva fina molha....
Eu Peço que seja mais intensa....
E vou inundando...
Em minhas poesias....
Aquilo que conheço....
Faço ser desconhecido....
Amaldiçoo as trevas...
Piso na serpente....
E dou ordens dos Céus....
E vou me fartando....
E saboreando o mundo....
Com a Paz....
Se acaba o gás....
Uso lenhas....
Com cavaquinhos....
Incendeio....
A chama que me arde...
A chama do Espirito do amor....
Molho meu rosto....
De alma aquecida....
Sigo com sorriso aberto....
Olha o céu escuro....
E vejo a lua clarear....
Mergulho profundo....
E vou molhando tudo.....
A lua faz sua magia...
E as trevas vem clarear....
E o meu céu inteiro....
Começa a lampejar.....
O homem que canta agora...
É o mesmo que levanta cedo.....
Para um café coar.....
Essa vida que levo...
Não troco por dinheiro nenhum....
Sem pedir permissão....
Sigo meus sonhos em execução.....
Em horas sombrias....
Fico calado....
Parado e olho....
E pergunto onde estou....
Os raios riscam o céu.....
A chama me consome.....
Vou de mansinho....
E esquento a chuva fria....
Pra me aquecer novamente....
Mesno com o Corpo gelado...
Tremo de frio...
E derepente....
Incendeio o pavio....
E faço explodir....
Trazendo a divisão...
E carregado de amor e calor....
Para distribuir....


Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7