Poemas de quem Deu um Fora
O SER QUE É MEU
Ser bem-aventurado é acordar agradecendo a Deus por mais um dia.
Ser feliz é contentar-se com o que se tem, sem cobiçar o que pertence aos outros.
Ser ousado é viver intensamente, sem se preocupar com o que pode vir depois.
Ser cauteloso é pensar, pensar e agir pensando.
Ser rico é fazer da fraternidade o seu maior patrimônio.
Ser humilde é reconhecer as próprias origens e jamais esquecê-las.
Ser generoso é construir laços de amizade sem se deter nos defeitos do próximo.
Ser genuíno é conhecer pelo nome aqueles que amamos e a quem queremos bem.
Ser persuasivo é convencer sem precisar bajular.
Ser valente é ousar na medida em que se acredita ser certo.
Ser sábio é procurar conhecer um pouco de tudo e aprender sempre mais.
Ser abençoado é reconhecer a presença de Deus em tudo aquilo de que precisamos na vida.
A Lucidez do Paraíso é o Instante do Devaneio
O Paraíso não é um jardim que nos espera,
com portões de pérola e árvores de ouro estático.
Não é uma recompensa por uma vida finda,
mas uma suspensão lúcida do tempo presente.
Ele reside naqueles instantes-limite,
em que a consciência se afina e a imaginação se liberta.
A lucidez é a navalha que corta o ruído do mundo,
reconhecendo o peso exato de cada elo da corrente.
Ela sabe: o muro é muro, a dor é dor, o efêmero é a regra.
Não há ilusão que resista à sua luz fria.
Mas a alma, cansada da geometria do real,
não aceita a clausura do que é apenas "fato".
Então, o devaneio se apresenta.
Não como uma fuga cega ou uma negação covarde,
mas como a afirmação mais alta da potência do ser.
O devaneio é o arquiteto que refaz o mapa da realidade,
desenhando rios onde antes havia deserto,
dando voz ao silêncio que a rotina impõe.
É a permissão para que o possível
se sobreponha à tirania do presente.
E o Paraíso, finalmente, não é a terra de ninguém,
mas o ponto exato de interseção:
É a lucidez que reconhece a precariedade da vida
(sabe que o tempo vai passar, que a beleza é breve)
e, por isso mesmo, usa o devaneio
para saturar o momento com uma perfeição temporária.
É o piscar de olhos onde a razão e o desejo conspiram:
"Isto não é real, mas é tudo o que importa."
Naquele instante de flutuação, a mente está desperta
(lúcida de sua própria criação),
e a alma está em êxtase
(devaneando um mundo que ela mesma sustenta).
O Paraíso, portanto, é a plena consciência da nossa capacidade de ser feliz, mesmo que seja apenas um pensamento. É o gozo da ilusão assumida.
É quando a mente, lúcida e livre, se permite voar.
As Extremidades de um Ócio Inabitável
O Ócio, prometido como santuário,
revela-se um deserto sem ecos.
Não é descanso, mas uma suspensão ácida,
onde o tempo não cura, apenas se estende.
Um ócio inabitável não possui janelas.
É o silêncio sem paz, a quietude sem centro.
É o lugar onde a alma, despojada de tarefa,
começa a roer os próprios limites.
Chegamos às suas extremidades,
onde a ausência de propósito se torna tão aguda
que se transforma em algo novo e terrível.
A Primeira Extremidade: A Vertigem da Consciência
De um lado, a fronteira se dissolve na Vertigem.
O excesso de tempo livre, desprovido de âncora,
lança o olhar para dentro, sem distração.
É ali, nessa margem, que a mente se confronta
com o volume inteiro de seus não-ditos e não-feitos.
O ócio cessa de ser vazio e se torna um espelho cego,
refletindo a forma pura da ansiedade.
O descanso vira vigília; a calma, tormento.
O ser não trabalha, mas sua consciência freme.
A Segunda Extremidade: A Apatia Gelada
Na extremidade oposta, a fronteira é de gelo: a Apatia.
O ócio se aprofunda tanto em si mesmo
que a vontade de ser, de agir ou de sentir, atrofia.
É a saturação da inatividade,
o ponto onde a ausência de estímulo
transforma a liberdade em paralisia.
O ócio, de promessa, vira destino.
Não há dor, mas tampouco há vida.
A existência se torna fina, transparente,
esperando apenas que o tempo, sem pressa, a esqueça.
O Ócio Inabitável é, portanto, a prova:
O Paraíso só é sustentável quando há um pequeno projeto.
A verdadeira quietude não reside na ausência de movimento,
mas na tensão vital entre o descanso e a criação.
E quem reside nessas extremidades,
sabe que o pior trabalho não é o esforço físico,
mas o esforço mental de dar sentido
a um tempo que se recusa a ter forma.
Faróis, luzes à piscar
Em um cenário triste onde vemos
Cenas que parecem irreais...
Tédio, medo, miséria,
O bem contra o mal
Aqui parece que as alegrias são:
Mulheres, futebol e carnaval
Nesse país tropical
Vemos cenas de amor
Politicagem...
Tudo parece tão banal
Quero motivos pra viver
Já que dizem que a esperança
É a última, há morrer
Entro na contramão
Já que a todo custo
Procuram manipular
O cidadão ...
Não, não é ficção!
Mesmo não sendo o astro central
Tudo parece que gira ...
Rotativamente ao meu redor
Mas não pense que estarei
Fechado num pequeno mundo
Onde muitos pensam que me fechei...
Todas as noites irei dormir
Mesmo em noites de verão
Se dá pele, o suor molhar
O lençol...
Quando, eu acordar nascerá
Um outro dia...
Ahhhhh...
Um novo dia !...
Paz, na terra boa vontade aos homens de bom coração, fogem da guerra e não matam um irmão.
Como é triste saber que tornou-se comum, tirar a vida de um ser da espécie humana, que a cada instante, mostra-se extinta...
Sei, que um dia, tudo isto terá fim, ou, o fim de tudo isto, é não mais a gente existir.
Paz, na terra, boa vontatade aos homens, de bom coração....
Dentro de nós bate um coração
Caminha entre sonho e razão
Vive neste mundo sempre a buscar
Algo que se perdeu
Ele quer ter, perto de si
Alguém que sempre amou
Sonha com esse dia que virá
Espera olhando tudo acontecer
Chora com as lembranças
Que a ele vem
Feliz será, o amor encontrará
Pra si mesmo prometeu
Esquece por momento sua dor
Fala em poesia sobre o amor
Em uma nova estação
Olha o voo de um beija-flor
Saúda a primavera que chegou,
Tudo está tão feliz, tudo belo está
Com as rosas no desabrochar...
Segue olhando tudo acontecer
Se derrama pra dentro si
Se transborda como quiser
Pois estará, nos seus dias à buscar,
Alguém que sempre amou...
O CARTÃO POSTAL
Eu fiquei pensando em nós. E, em cima da mesa, vi um cartão postal
De algum lugar onde você está, desde o dia em que você se foi.
Meio confuso estava nosso amor, entre outras histórias que a vida traz...
E eu me vi dizendo adeus. Na despedida, trouxe um cartão postal,
E eu me vi dizendo adeus; só então reconheci os erros meus...
Eu esperei o tempo apagar as lembranças que me perseguiram,
E no meu quarto já não mais estão memórias, sua e minha.
Meio confuso ficou o nosso amor, entre outras histórias que a vida traz...
E eu me vi dizendo adeus...
IMPERMANÊNCIA
Não saia do seu jardim
para correr atrás de borboletas;
um dia, elas virão a ele;
Tão somente, silencie o caos da mente.
Não rogue aos deuses maldades aos inimigos;
que eles tenham seu perdão.
Tenha a dádiva da consciência limpa.
Ademais, tudo na vida passa,
até os mais fortes de espírito.
A alma, convalescendo no infortúnio,
não se despedirá e nem sentirá
o dia do adeus.
Ysrael Soler
CHÃO PRETO II
Há um lugar distante
onde a relva perdeu a cor,
a seiva já não percorre as entranhas
e a chuva não umedece o chão.
O arado corta a terra,
finca as pontas como a rasgá-la
e diz:
“Tu és chão e terra preta
onde fornicas com as sementes
de onde nascem abrolhos
e não pureza.”
Teu chão é preto
como um coração amargurado.
Seca, já não recebes
o orvalho das manhãs
que outrora encantavam
teus pomares.
Vieste do seio da terra
e abdicaste da formosura.
Como a praga que emudece
e rouba a clorofila das plantas,
assim estás entre os picados
pelo besouro de prata:
secaste, cegaste,
planta que fenece sem luz.
E desse esvaziamento nasceu
teu intento, abrasivo e tenro,
prostituindo a alma,
despertando forças obscuras,
beijando o sinete do rei
que te fez algoz
da própria sorte.
Jaz adormecido
esplêndido
na tua bolha.
A cantiga que o vento soprava
e te fazia dançar
hoje te quebra
no limiar das pétalas.
Entre tantos adubos,
restou-te apenas
tornar-te mais um.
Ergam as mãos
e atire a primeira pedra
quem saiu ileso.
Evoquem os deuses
e, em assembleia abstrata,
certifiquem a falsa epopeia
dos grandes vassalos
que, com retóricas altivas,
oprimem esta terra
e fazem dela
chão pisado.
Ysrael Soler
Sonho e Ilusão
Sonho com um mundo melhor, onde crianças brinquem como crianças,
Que as pessoas trabalhem, lutem, vivam com esperança.
Sem roubos, violência, desastres e ganância.
Sonho em ver os pássaros livres, cantarolando suas melodias,
Em saber que todos têm comida para por na mesa ao meio-dia.
Que os jovens desfrutem da vida com grande sabedoria
Vejo alguns planejando suas viagens para Caribe, Itália e Japão.
Enquanto milhares tentam ir ao mercado comprar leite e pão.
Vivemos neste mundo desigual esquecendo que somos irmãos.
Um mendigo bate a nossa porta, pede comida e dizemos não.
Na manhã seguinte a comida que sobrou vai alimentar o cão.
Nosso semelhante é abandonado ficando sem casa e sem chão.
Vivo nesta utopia de achar que um dia teremos a emoção
De olha para o lado abraçar alguém e dizer “você é uma benção”
Isto tudo é um sonho, que mais parece uma grande ilusão
Poesia
Escrever um poema é para mim usar a tinta vermelha saída do coração,
Gravando na alma cada palavra e sentimento, seja ele sonho, realidade ou ilusão,
Futuro ou passado. O principal de tudo é que este sentimento é puro,
É meu tão somente meu, mas que por palavras eu compartilho, exponho, divulgo.
Para que todos possam também sonhar, pensar, tentar, protestar, amar.
Poema é a alma falando, o coração pulsando, o nosso perfume exalando;
É antes de qualquer coisa um grito. Grito de emoção, paixão, do coração cantando.
É preciso sintonia, harmonia, loucura, devaneio, para falar sem rodeio.
Falar de amor e ódio, paz e guerra, alegria e tristeza para quem esta em nosso meio.
Tocar os corações, fazer viajar, levar a pensar, refletir e ousar a amar.
Poesia é ver a beleza da lua, sentir a brisa do mar, mesmo em noite escura.
Encontrar nas palavras acalento, aconchego e das feridas a cura.
Sentir as ondas do mar, pisar na areia fina e delicada.
Caminhar na mente, na imaginação, deixar a alma emocionada.
Poesia é demonstrar o amor, que em nosso íntimo está.
Cheguei a um ponto da vida em que comecei a questionar a própria utilidade da cultura. Não porque o conhecimento tenha perdido seu valor, mas porque percebi que saber mais nem sempre significa viver melhor. A cultura amplia a consciência, mas também revela a dimensão da ignorância, da hipocrisia e das contradições humanas. Talvez o verdadeiro desencanto esteja justamente nisso: quanto mais compreendemos o mundo, menos ilusões nos restam sobre ele.
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Existe uma crueldade sutil na amizade que arrefece sem brigas. Quando há um conflito, há uma demarcação clara: um fim, uma justificativa, uma ferida exposta que exige cicatrização. Mas quando o afeto simplesmente evapora, restamos nós, equilibrando o peso das memórias contra a leveza do desinteresse do outro.
É um processo confuso. Olhamos para trás e lembramos do carinho genuíno, das palavras de apoio, da presença que parecia inabalável. Aquilo existiu. Não foi uma mentira. O que torna tudo mais difícil de digerir é perceber que a mesma pessoa que um dia se importou profundamente, hoje escolhe a indiferença, o "tanto faz".
Aos poucos, as mensagens ignoradas, as respostas monossilábicas e as desculpas automáticas vão desenhando um novo cenário. A palavra "amigo" passa a soar como um eco antigo, um rótulo mantido apenas por conveniência ou nostalgia, mas desprovido de substância.
Aprender a recolher o próprio afeto e dar um passo atrás não é um ato de orgulho; é um ato de preservação. Afinal, a verdadeira amizade não exige reciprocidade matemática, mas exige, no mínimo, um porto seguro onde a nossa presença ainda faça alguma diferença.
Cinco sorrisos
Você tem 5 sorrisos, uma sinfonia perfeita em um mesmo rosto, um mesmo corpo, uma mesma alma.
Sorri largamente com um brilho mágico no olhar, por um fato bobo.
Sorri, de canto de boca, ao escutar um elogio, em que está a agradecer, mas também a manter a humildade.
Sorri de um jeito meigo com o olhar, ao me ver e desejar um beijo meu.
Sorri, mostrando os dentes, quando me escuta falar coisas picantes ao teu ouvido. Como você fica lindo!
Por fim, sorri largo e depois retém a boca em um sorriso pequeno com semblante infantil, porque no fundo sabe que me tem.
@keylak.holanda
A importância de ouvir, tão sutil,
é dar voz ao silêncio, um gesto gentil.
Na escuta atenta, encontra-se o saber,
e na troca sincera, começa o crescer.
Luz na escuridão…
Há momentos em que a vida parece ser um vasto oceano de desafios, e você se sente à deriva, sem rumo. A dor, o desalento e a desesperança podem obscurecer o horizonte, fazendo-nos crer que não há saída. Mas é justamente nesses momentos de escuridão que a centelha da transformação se acende.
Lembre-se de que a noite mais escura é a que precede o amanhecer. Dentro de você reside uma força ancestral, uma resiliência que os ventos da adversidade jamais poderão apagar. Cada cicatriz, cada lágrima derramada, é uma prova de sua coragem e de sua capacidade de se reerguer.
Você é mais forte do que imagina. A vida, com todos os seus altos e baixos, é um professor implacável, mas também um mestre generoso. Ela nos ensina a valorizar os pequenos momentos de alegria, a encontrar beleza nas imperfeições, e a perceber que, mesmo nas ruínas, há sementes de renascimento.
Confie em si mesmo. Acredite na força que pulsa em seu coração e na sabedoria que habita sua alma. A fé não é apenas uma crença em algo maior, mas também a confiança em sua própria capacidade de superar o que parece insuperável.
A vida é um ciclo. Assim como as estações mudam, também mudam as fases difíceis. Permita-se sentir, mas não se prenda ao sofrimento. Levante-se, passo a passo, e descubra novamente a beleza e o propósito que existem ao seu redor.
Você é a prova viva de que, mesmo em meio ao caos, é possível encontrar a paz. E ao emergir dessa tempestade, você não será apenas alguém que sobreviveu, mas alguém que viveu intensamente e encontrou a luz que sempre esteve dentro de si.
Siga em frente. O mundo precisa de sua luz.
O Poder da Reflexão...
Olhe para sua jornada. Não como um acúmulo de fracassos, mas como um mapa repleto de lições. Pergunte a si mesmo: O que dá certo? O que preciso abandonar? A sabedoria está em reconhecer padrões que não funcionam e aprimorar aqueles que trazem resultados.
Renovando a Esperança...
A esperança não é um desejo vago. É uma força poderosa que acende a determinação nascida da adversidade. Acredite que cada passo, por menor que seja, o aproxima de seus objetivos.
Vida, amor e recomeço…
A cada manhã, a luz desperta,
um novo dia, uma nova oferta.
Agradeço o pulsar do coração,
a dança do tempo, a inspiração.
Amar todos, sem distinção,
é tocar o mundo com devoção.
Nos olhos alheios, reflexos ver,
ouvir, compreender, deixar florescer.
A importância de ouvir, tão sutil,
é dar voz ao silêncio, um gesto gentil.
Na escuta atenta, encontra-se o saber,
e na troca sincera, começa o crescer.
Caminhar rumo ao melhor, constante,
é ser rio que flui, sempre avante.
No erro, lições; na queda, levantar,
ser melhor a cada dia, é se transformar.
E quando as situações pedem atenção,
que já se foram, sem solução,
lembremos do valor do presente,
de viver o agora, intensamente.
Com gratidão, amor e escuta fiel,
desenhamos a vida, um doce papel.
E na jornada, a certeza brilha,
que cada momento é uma maravilha.
Recomeçar é um voo leve,
é soltar as amarras do chão,
é plantar nova esperança,
num solo fértil de coração.
É riscar o que foi escrito,
e desenhar novos sonhos,
é ouvir o sussurro do vento,
que fala de tempos risonhos.
Quando a estrada for incerta,
e o cansaço insistir em ficar,
lembre-se que há sempre tempo,
para de novo se reinventar.
A cada passo renascido,
há coragem para florescer,
pois recomeçar é um dom,
de quem nunca para de viver.
Nem todo chefe é líder, e nem todo líder precisa de um cargo. Liderar é servir, inspirar e transformar…
Liderança não está ligada a um cargo, mas à capacidade de conduzir pessoas ao êxito.
Ser líder não é estar acima, e sim estar junto. Não é ocupar um pedestal isolado, mas entender que o verdadeiro líder só chega ao topo quando leva outros com ele, quando forma novos líderes e compartilha o sucesso.
Infelizmente, nos dias de hoje, líderes de verdade são raros. O que mais se vê são nomeações, não vocações.
Muitos alcançam posições por amizade, bajulação, carisma ou por já terem feito um bom trabalho no passado, mas isso, por si só, não os torna líderes.
Um verdadeiro líder não depende de crachá, não precisa gritar, não impõe medo.
Liderança não se mede pela autoridade, mas pelo exemplo.
É ser alguém capaz de inspirar, de despertar no outro o desejo de ser melhor, sem precisar dar ordens ou fazer ameaças.
O líder genuíno não se impõe: ele é naturalmente respeitado pelo que faz, pelo que transmite e pela forma como age.
Ser líder é influenciar positivamente, seja em casa, no trabalho ou na vida.
É ter o poder de tirar alguém do fracasso e guiá-lo até o sucesso, mostrando que é possível recomeçar.
É sobre guiar, não controlar.
E fica a pergunta:
Qual marca você tem deixado nas pessoas ao seu redor?
Porque hoje, o que mais vemos são chefes sem propósito, marionetes de um sistema, que ocupam cargos mas não têm alma de liderança.
São fantoches movidos por ordens, não por visão.
Enquanto isso, a verdadeira liderança, aquela que transforma, inspira e eleva, torna-se cada vez mais rara neste mundo que valoriza títulos, mas esquece valores.
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