Poemas de quem Deu um Fora

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Uma só mulher

Amar muito uma única mulher,
Para o que der e vier,
Quem é que não quer?

É a maior loucura que um Homem pode ter,
É o melhor sonho que se pode viver,
Amar para a vida inteira um único ser!

É tão absurdo eu ter que ouvir,
Que preciso amar mais de uma mulher,
Para um dia eu poder ser feliz...

Eu só quero é amar você por toda a minha vida,
És tu a minha alma gêmea a minha prometida,
A minha mulher, amante e minha namorada,
Contigo ao meu lado, na minha vida não me falta nada!

Eu não preciso de mais de um violão, para se compor uma canção,
Só tu és e vai ser a única moradora do meu coração,
Olhando para seu corpo, eu já fiz várias letras.
Quero só você e irei te amar de todas as maneiras...

Eu não quero amar mais de uma mulher,
Só quero amar aquela que muito também me quer,
Minha princesa, Rainha guerreira e de muita fé,
Minha amada, é você quem o meu coração quer...

Quando estais ao meu lado ouço varias notas tocar;
É o som do meu coração em vários acordes,
Dizendo-me que é você que para sempre eu vou amar...




Por: Igor Barros

Confessa que você não sabe me esquecer
Você é quem está fugindo da verdade
Parece que tem medo da felicidade
Você diz que não
Teu corpo diz que sim

Quem não gosta de samba
bom sujeito não é
É ruim da cabeça
ou doente do pé.

Quem erra pouco, trabalha pouco.
Quem erra muito, trabalha muito.
Quem não erra! Que fique calado.

Ja cansei de chorar para quem não na a minima pra mim.
Ja cansei de correr atras de quem não ta nem ai pro que eu sinto.
Ja cansei de lembrar quem nem se lembra de mim.
Ja cansei de aceitar tudo sem reclamar.
Ja cansei de ficar esperando voce voltar.
Ja cansei de tudo.

No centro do seu ser
você tem a resposta;
você sabe quem é
e você sabe o que quer.

Eterna mágoa

O homem por sobre quem caiu a praga
Da tristeza do Mundo, o homem que é triste
Para todos os séculos existe
E nunca mais o seu pesar se apaga!

Não crê em nada, pois, nada há que traga
Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.
Quer resistir, e quanto mais resiste
Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.

Sabe que sofre, mas o que não sabe
E que essa mágoa infinda assim não cabe
Na sua vida, é que essa mágoa infinda

Transpõe a vida do seu corpo inerme;
E quando esse homem se transforma em verme
É essa mágoa que o acompanha ainda!

Quem sou eu?

Eu sou aquele que jurou te
esquecer,
mas a cada instante daria a vida
para te ver.
Eu sou aquele que apesar de tudo
ainda te ama.
Eu sou aquele que te ama com
sinceridade
e hoje chora de saudades.....

O Peso do Silêncio de Quem Importa




Quando tudo parece distante, e o mundo vai se apagando aos poucos, ainda restam algumas poucas presenças que nos fazem tentar.
Poucas pessoas que, sem saber, se tornam o último fio entre a gente e o resto do mundo.
Aquelas com quem ainda conseguimos falar, mesmo que pouco, mesmo que sem força.
Aquelas que acham que são só mais uma, e não imaginam que são as únicas.


É doloroso quando o silêncio vem justamente delas.
Quando você cria coragem pra aparecer, pra responder, pra tentar existir de novo — e o retorno não vem.
Dói como se o universo confirmasse o que a mente cansada já sussurra: que talvez você não faça falta alguma.


Mas o que elas não sabem é que aquele “oi” que não veio, aquela resposta que não chegou, pesam.
Porque não era só uma mensagem — era um pedido de presença, um pedido de vida.


E então a gente se recolhe outra vez.
Não por desinteresse, mas por proteção.
Porque continuar tentando onde o silêncio ecoa é como insistir em respirar debaixo d’água.


Algumas conexões salvam.
Outras, quando se calam, deixam a alma sem ar.

Destino

Quem disse à estrela o caminho
Que ela há-de seguir no céu?
A fabricar o seu ninho
Como é que a ave aprendeu?
Quem diz à planta -"Floresce!"-
E ao mudo verme que tece
Sua mortalha de seda
Os fios quem lhos enreda?

Ensinou alguém à abelha
Que no prado anda a zumbir
Se à flor branca ou à vermelha
O seu mel há-de ir pedir?

Que eras tu meu ser, querida,
Teus olhos a minha vida,
Teu amor todo o meu bem...
Ai! não mo disse ninguém.
Como a abelha corre ao prado,
Como no céu gira a estrela,
Como a todo o ente o seu fado
Por instinto se revela,
Eu no teu seio divino
Vim cumprir o meu destino...
Vim, que em ti só sei viver,
Só por ti posso morrer.

Não me venha com saudades...
É o sentimento de quem se apega ao físico e ao tátil... Quando não se tem mais o tangível, o "tocável", a gente sente saudade. Ingenuidade...
Eu não sinto saudade, pois me apego a histórias, ações e a fisionomias. E não tem como sentir saudade dessas coisas. Eu levo tudo isso comigo...
Pra sempre. Acomodo minha cabeça em qualquer travesseiro e fecho os olhos. O interior de minhas pálpebras me serve como tela para projetar tudo isso, sempre que eu sentir falta de algo...

É esse o vírus que eu sugiro que você contraia
Na procura pela cura da loucura,
Quem tiver cabeça-dura vai morrer na praia

Eu não esperava as coisas mudaram
Quem diria estou aqui de frente pra você
Quase falando demais será que já notou
Minhas indiretas estão fazendo algum efeito
Ou estou dando muito na cara com esse meu jeito

É que já não posso me controlar
Me perco em todas as regras
Quando você está por perto
Passo dos meus limites
Será que ainda pode dá certo

Às vezes parece que você
Ainda não me esqueceu
Um querendo enganar o outro
Quem diria que depois de tudo
Enfim estamos assim
Eu doida querendo você pra mim

Como eu te ignorava você nem ligava
Eh eu não te esqueci passou o tempo
Não tem nada diferente
Porque ainda você continua
E não sai da minha mente ... Até quando?

Às vezes tenho vontade de dizer logo
E acabar de vez com esse jogo bobo
Mas eu gosto assim
Querendo você pra mim

Quem sabe você não percebe
Às vezes eu dou tanto na cara
No fundo você já deve saber
De quem falo é você
Eu posso saber o que você pensa
Não consegue me enganar
Tenho poderes sobre você
E isso não pode negar

Eu podia contar que sinto
Mas não posso não dá
É como se bloqueasse
Tudo me pedi pra parar
Quando está por perto
É incrível como é difícil
O jogo das palavras
Eu sei você nota
Eu sei que quer me dizer
Eu já sei quem é
É você!

Mas é assim mesmo
Todos passam por isso
Quando chega a hora
Sentir aquele o medo
De não acontecer o que esperava
Correr o risco de tudo da errado

Eu sei o que você fala
E isso de se esquivar
Ao seus olhos é fraqueza
Então agora eu te digo
Deixa eu te amar
Me diga se o que sente
É o mesmo que sinto
Não posso mais guardar
Isso pra mim
Não pensa em mais nada
Vai me dá um sim

Vem e me ama eu quero te ter
vem e me leva pra perto de você

Como não podia ver
Algo tão perto de seus olhos
Hey idiota!!! Te amooooo

Quem dera pudéssemos voltar no tempo e quem sabe nos reencontrarmos, para novamente nos abraçarmos, e eu ter mais uma chance de dizer o quanto te amo, o quanto me faz falta.
Mas sei que quem parte não volta e é por isto que a saudade nos fere tanto, ela me traz a certeza que jamais o terei de volta.
Não nesta vida por isto digo que ê breve a despedida. Até breve pois logo aí no céu novamente te verei minha vida.

Cuidado com o Poder!
Ele cega.
Ele torna insensível quem está investido nele.
Ele não quer ser criticado.
Ele prefere ser adulado.
Quem nele está não perdoa nem aos amigos de outrora que ousam mostrar-lhe seus erros, suas falhas.
Mas como isso não deve deixar de ser feito por qualquer pessoa de bem, procure abordar a fera com cuidado, para você não ser ferido por ela.

Bom dia para quem é de dia, boa noite para quem é de noite.
Hoje é sexta-feira e o bicho vai pegar.
Estou sempre por aí, nos vemos na estrada.

Menina, mulher, que intimida atitude
De quem sabe o que quer, mesmo que o tempo mude
Ela é sol, é verão
É poema, é canção que alegra o meu coração

⁠Carta Aberta de Quem Decidiu Partir (E Ainda Está Aqui)

A quem importa,

Eu ainda estou aqui, mas não sei por quanto tempo. Já tomei minha decisão, embora o corpo continue presente. Sigo respirando, caminhando entre vocês, respondendo quando necessário, sorrindo quando esperado. Mas, por dentro, algo já se despediu faz tempo.

Não quero que sintam pena, não quero ouvir que vai passar, porque eu mesma já me disse isso incontáveis vezes. Não passou. Apenas aprendi a carregar o peso sem deixar transparecer tanto. Às vezes, ele fica insuportável.

Sei que muitos me amam, e é por eles que permaneci até agora. Mas amar não significa entender. E a solidão de não ser compreendido é um abismo que engole pouco a pouco.

Eu não busco atenção, não quero alarmar ninguém. Só quero que saibam que tentei. Que lutei cada dia como pude. Que se um dia eu não estiver mais, não foi por fraqueza, mas por exaustão.

Até lá, continuo. Não sei até quando. Apenas… continuo.

[JB]

⁠Carta Aberta: Cansei, Lutei Até Meu Limite

A quem ainda se importa,

Eu lutei. Lutei com tudo o que tinha, com tudo o que restava de mim. Dia após dia, me levantei quando queria ficar no chão, sorri quando minha vontade era desmoronar, fui forte até quando a força me abandonou. Mas agora, cansei.

Cansei de fingir que estou bem para não incomodar, de carregar um peso que ninguém vê, de gritar sem que ninguém ouça. Cansei de ouvir que tudo é fase, que vai passar, que basta ter fé. Porque não é assim tão simples. Nunca foi.

Não peço que me entendam. Apenas que saibam que eu tentei. Tentei ser quem esperavam, tentei encontrar um lugar no mundo, tentei carregar minha dor sem transbordar. Mas há batalhas que não se vencem, há cansaços que não se curam com descanso.

Se eu partir, saibam que foi depois de uma longa guerra, não de um único dia ruim. Se eu ficar, saibam que estou além do limite, e só preciso que alguém perceba sem que eu precise explicar.

Cansei, mas ainda estou aqui. Até quando, não sei.

[JB]

Eu sou uma pessoa excitável que só entende vida liricamente,
musicalmente, em quem sentimentos são muito mais fortes que a razão.
Eu estou tão sedenta para o maravilhoso que só o maravilhoso tem poder sobre mim.
Qualquer coisa que eu não possa transformar em algo maravilhoso, eu deixo ir.
Realidade não me impressiona. Eu só acredito em intoxicação, em êxtase,
e quando vida ordinária me algemar, eu escapo, de uma maneira ou de outra.
Nenhum muro mais.

Anaïs Nin

Nota: Diário de Anaïs Nin, 7 de julho de 1934