Poemas de quem Deu um Fora

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⁠Inspiração é Taboca
escondida na floresta,
Para quem se atreve
a encontrar nunca falha
e sempre aparece,
É só sabe procurar
que é possível encontrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O ritmo das botijas
antigas é escutado
por quem passa pela rua,
Estás sob o meu perigo,
não fazes ideia do gingado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando a Bracatinga
chora é quando
o tempo muda,
Para quem sabe ler
é a própria poesia
que comunica profunda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Caipora é infalível
e sempre vai atrás
de quem faz mal
a Divina Criação,
Ele não desiste jamais
e não deixa em paz
quem fez a destruição.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Só quem é das antigas
paga promessas
estando só ou fazendo
parte de tropa
para o santo da imaginação,
São Campeiro é protetor
contra toda a tribulação,
Rogai por nós e nos protegei
contra qualquer maldição.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠"Perca mais do seu tempo com quem ri das suas piadas bobas e se interessa por seus assuntos inúteis.

Mas não perca nunca mais o seu tempo com quem deixou de te levar a sério"

Inserida por daniel_flosino_lopes

⁠Quem éramos naquele tempo? A falta de você é como andar para trás.
Tudo passa e nada faz sentindo,
tudo se foi perdido,
ou tudo se foi esquecido?
Te procurar não faz sentido, mais o te querer é um sentimento arrisco.

Inserida por EltonNabis

"Mente é memória.
Sem memória quem é você?
Somente CONSCIÊNCIA."

Inserida por aldrin_parreiras_maia

⁠Quem tem o espírito livre
realmente jamais permite
que asfaltem os sentimentos
por ser de fato consequente.

Tornar-se uma rua pavimentada
para que planos de poder
possam passar tranquilamente
é uma opção muito perigosa.

Porque coloca o destino sob
o risco de vir a ser um caminho
sem volta para cada um de nós.

Em nome daquilo que tem valor
resistir é a real e segura opção
daquele que da paz é portador.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Caboclo d'água sempre
assusta quem não
usa no rio a cabeça,
Ele assusta o pescador
que não pesca com coerência.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Navegar nas letras
de Alonso de Santa Cruz
como quem navega
pelas Pequenas Antilhas.

Nas areias rosadas
viver a poesia
de escrever o seu
nome em La Orchila.

Ver as estrelas ali
onde elas são mais visíveis
mesmo na imaginação.

Se for para ser só meu
o teu tempo embarcação
haverá de encontrar a direção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aprender a observar os próprios
naufrágios como quem está
em Cayo Nordisquí,
descobrir corais e se alegrar.

Nada pode parar quem tem
vontade de seguir em frente
com os seus sonhos navegando
porque sabe onde quer chegar.

Tenho o balanço do Mar do Caribe,
a fúria e a mansidão do vento
que tudo pode pôr em movimento.

Em tudo coloco a alma e o coração
com os pés na Terra e na mente
no Universo sem me perder da tua direção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Luar Crescente sobre
o Médio Vale do Itajaí
é o luar ancestral
de quem cruzou
o Oceano Atlântico
para construir Pátria,
E de quem tem
raízes fincadas aqui,
É luar sobre Rodeio
abraçada pelo Pico do Montanhão,
e também de cada derradeiro
poema a cada nova inspiração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠16/10

Quem não respeita
a sua presença no virtual,
Jamais irá te respeitar
no mundo real,
Por isso não espere
nada daquilo que
não venha de você.

...

16/11

Crie expectativas
somente daquilo
que você mesmo
pode vir a fazer,
Cultive o melhor
para o seu amanhecer.

...

16/12

Seja o seu maior fã
num mundo que
cultiva uma vida vã.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠19/10

Não sobrecarregue
quem te ajuda,
Para que ele não te falte
porque nunca
mais encontrará alguém igual,
Portanto, valorizar, é fundamental!

...

19/11

Quem destruiu
a sua imagem
e a imagem de um povo,
Não pode dominar
a narrativa de que
está fazendo algo,
Estabeleça o seu lugar
sem deixar vago o palco.

...

19/12

Mesmo que a sua
vida esteja difícil,
Preencha a sua
mente com aquilo
que coloque alegria
para suavizar o caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bordei a minha
fantasia de Cruz-Diabo,
Vou me juntar com
a multidão por todo o lado,
Quem já pensava outra coisa,
é só para o Carnaval quando
o coração estiver preparado.

...

Espinho de Cuandu
só funciona na defumação
quando encontrado
por obra do ocaso,
Caso o contrário virá
mau agouro por todo o lado.

...

O meu silêncio, o brio
e apego são herdeiros
de Cucuí neste meu
Alto do Rio Negro:
De alma, mente, corpo
e coração tenho
tudo deste guerreiro.

...

Cucumbi vibrante
segue intenso
e vivo no sangue.

...

Cucura nas mãos
de Jurupari dada
a Ceuci assim sou
segredo que não
deve ser conhecido
por que não é iniciado.

(Todo o cuidado é pouco)

...

Cuiba
é alegria
que rima
com poesia,
Na vida
a vitória é outra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

“O Círio e o Espelho”

Será que fui eu, Camille, quem te matou?
Ou foste tu quem morreu de mim — exausta das sombras que te dei por abrigo?
O sangue que escorreu em meu pulso era o mesmo que um dia te alimentou no beijo.
E, quando o frio tocou a tua pele, foi a minha febre que te cobriu.

Sim, talvez eu tenha te assassinado,
não com ferro,
mas com a insistência de querer-te além da carne,
com o desejo que te prendeu ao silêncio do meu delírio.

No espelho do teu túmulo, vejo o reflexo que me acusa —
e é o meu próprio rosto.
O assassino e o morto dividem o mesmo corpo,
a mesma lembrança,
a mesma culpa.

Porque, no fim, amor e morte são irmãos e eu, Joseph, sou o órfão de ambos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A EMPATIA ENFERMA.
Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.
A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.
É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.
Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.
Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.
E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Audaz pavilhão é honra

De quem crê no futuro,

Na sua gente e no seu país.



Seduz gloriosa a honestidade

Do coração desta Nação;

Faz da exaltação à Pátria

Tão grata e fértil aragem.



Vivaz paixão é a virtude

De quem a carrega consigo;

Na semeadura não correrá

Nenhuma dúvida ou castigo.



Assaz entre todas as misturas,

O meu sangue verde e amarelo;

Azul e com o brilho dos astros

Publicados pelo seu decreto.



Reluz o clarão da honra

De quem a carrega com orgulho,

E reafirma esta diretriz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não existe poesia desacompanhada

Nenhum pouco de si mesma,

Não existe quem não resista o beijo

Por um intenso e pio desejo;

Não existe dália apaixonada,

Que não seja também ninfeta,

Tampouco desejada...



Não compreende o sentimental

- poemário

Arrancado do pomar

Amansado pelo vento;

Não menos belo que o Balneário.



Não existe malícia incendiária

Nenhum pouco por ti recusada,

Não resiste carícia reprimida

- Por um só amanhecer,

Não existe ninfeta sonetista

Que não saiba fazer-se dália.



Não compreende o gutural

- soneto

Plantado no lugar

Espalhado pela onda;

Não menos corajoso do que o mar.



Não existe métrica discreta,

Que não seja capaz de revelar:

- A poesia de beber e de amar

Outrossim, que seja ousaz

No ponto urgente e necessário

De fazer-te provar o hálito

- sabor de orvalho -

E da rima da mulher amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt